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    Resumo da 5ª Semana do Julgamento

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    Tay
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    Resumo da 5ª Semana do Julgamento

    Mensagem por Tay em Qua Fev 06, 2013 7:07 pm

    16º DIA DE JULGAMENTO - (24/10/2011)

    @MJNABrasil

    - Dr. Steve Shafer, especialista em propofol, continua sendo interrogado por Ed. Chernoff, advogado de defesa.
    - Chernoff esta discutindo as complicações que podem ocorrer com Propofol.
    - Simulação de 50ml - ocorreria apnéia em 1-2 minutos. Simulação 25ml - apnéia ocorreria em 2 minutos.
    - Shafer disse que sua escolha de doses para suas simulações são baseadas na entrevista do Dr. Murray, com detetives polícia de Los Angeles.
    - Shafer diz que suas simulações representam apenas o efeito sobre alguém que só tem uma única dose de propofol, sem outros medicamentos administrados antes.
    - Dr; Shafer: É difícil dizer como MJ iria reagir a esses cenários já que a ele fooram dados outros sedativos e propofol todas as noites.
    - Dr. Shafer: Propofol atua rapidamente, assim que a injeção tem que ser feita rapidamente.
    - Todas as simulações do Dr. Shafer não são realmente o que aconteceu, elas são apenas hipotéticas.
    - Dr. Shafer: a meia-vida do Propofol é de 22 min, o que significa que a cada 22 min, a quantidade de droga no estômago é cortado pela metade.
    - Dr. Shafer: no caso do Lorazepam, apenas olhei para a concentração no sangue para suas simulações, não na urina ou concentração no estômago.
    - - Chernoff para Dr. Shafer: você pode desconsiderar a idéia de que MJ engoliu Lorazepam aquela manhã? Eu não posso começar a matemática para apoiar a ingestão antes de 08:00.
    - O legista não testou os níveis de urina para Lorazepam.

    - Recesso de 15 minutos

    Narração: Terra

    - A defesa pergunta ao profissional quais são as doses do medicamento que o corpo humano aguentaria
    - Shafer diz que o medicamento pode ser usado de maneira segura, mas afirmou que Murray foi irresponsável ao administrá-lo
    - O interrogador pergunta se não é extraordínário afirmar que Michael Jackson recebeu doses maiores de Propofol do que Murray afirmou ter dado ao cantor. O especialista diz que sim e afirma que as doses foram fatais e obstruíram as vias aéreas de Michael, o que o levou à morte
    - O advogado de defesa pergunta se haverá mais uma demonstração ao júri das doses de Propofol. O juiz não entende o motivo da pergunta e dispensa a testemunha

    - 16h25 Recomeça o julgamento.

    - A próxima a entrar é Donna Norris, que atendeu a ligação de emergência no dia da morte de Jackson. Ela disse que passou todas as instruções necessárias para que socorresem Michael, mas ele já não apresentava sinais de vida
    - O depoimento é rápido e Donna é liberada pelo juri

    - Próxima testemunha Alexander Supall, um especialista em vigilância policial.

    - O júri exibe um vídeo do dia da morte de Jackson, da movimentação nos portões da mansão.

    - 17h00 O juiz anunciou um intervalo após a exibição do vídeo
    Após o recesso para almoço

    @MJNABrasil

    - A testemunha chamada ao banco de testemunhas é o detetive da Polícia de LA, Dan Mayers.Det. Myers entrevistou Alberto Alvarez em 31 de agosto de 2009, depois que ele já tinha dado outro depoimento à polícia.
    - Alvarez nunca mencionou guardar frascos ou ver uma bolsa de soro em sua declaração inicial.
    - Myers diz que o desenho representando o saco IV mostrado na tela foi desenhado por Alvarez (Alvarez não se lembrava de desenhá-lo durante seu depoimento)
    - O juiz dispensou a testemunha, o próximo a ser chamado é Det. Martinez. O detetive Martinez foi um dos políciais de LA que conduziu a entrevista com o Dr. Conrad Murray. Martinez investigou sobre a morte de Michael Jackson. Ele foi para a UCLA Medical Center ás 3:30 em 25 de junho de 2009.
    - Martinez confirma que Alvarez não mencionou guardar frascos ou ver uma bolsa de soro com um frasco nele naquele momento.
    - Martinez foi com Supall para o porão para recuperar imagens de vigilância do DVR e confirma que mais cenas poderiam ter sido baixadas se eles quisessem.
    - Martinez diz que viu novamente Alberto Alvarez em 03 de setembro em momentos diferentes para obter suas impressões digitais.
    - Walgren contactou Martinez e pediu-lhe para levar alguns itens para a promotoria. O encontro ocorreu no escritório de Walgren. Martinez trouxe um saco de soro fisiológico, um frasco de Propofol e um oxímetro de pulso.
    - Promotoria assume os questionamentos.
    - Martinez confirma Alvarez testemunhou sob juramento em janeiro de 2011 durante a audiência preliminar e mencionou esses detalhes.
    - O juiz dispensa o Det. Martinez e chama os advogados para conversar.

    - A sessão foi interrompida e os jurados se retiraram, porque a testemunha seguinte a testemunhar ainda não se encontra no tribunal.

    - A corte está em sessão novamente. A próxima testemunha é o Dr. Alan Metzger, é clinico geral e um reumatologista. Ele conheceu Michael Jackson 15 a 20 anos atrás.

    - Dr. Metzger: tratei Michael Jackson a partir de várias coisas. Minha relação com MJ começou profissionalmente e depois se tornou seu amigo ao longo dos anos.
    - Última vez que ele falou para Michael era junho de 2008. Recebeu outra chamada em fevereiro de 2009.
    - MJ disse ao Dr. Metzgar que ele estava tomando Xanex para dormir.Dr. Metzger aconselhou Michael a ir ver Dr.Klein, sobre os problemas de pele.
    - Metzger foi visitar MJ em casa em 18 abril de 2009 por solicitação de Michael. Isto foi pouco freqüente.
    - Michael também eestava tomando Tylenol para dormir. Em 26 de fevereiro de 2009 outra chamada. Metzger também teve contato com Grace Rwaramba.
    - Depois que as crianças deixaram a sala, MJ e Metzger teveram uma conversa privada e faloram sobre questões médicas e programação de ensaios. Michael também expressou seu temor sobre o cumprimento do cronograma 50 shows.
    - Dr. Metzger: Michael estava preocupado com questões de nutrição e hidratação.
    - MJ perguntou para o Dr. Metzgar sobre medicina do sono intravenosa. Metzgar não tinha certeza do que MJ estava pedindo.
    - Metzger: Ele não acreditava que qualquer medicação oral iria funcionar.

    - "Eu não forneci qualquer medicação intravenosa para Michael Jackson. Nunca." - Dr. Metzger
    - Metzger diz que tem 5 páginas de registros médicos desde 2002. Ele trouxe com ele.

    - O Juiz dispensou a testemunha e chamou os advogados para conversar.

    - Metzger escreveu em suas notas que MJ pediu IV para tratar do sono. Ele não se lembra se MJ pediu um anestésico.
    - Walgren: Você disse a MJ que os medicamentos via IV para sono eram perigosos,uma ameaça para a vida e que nunca deveriam ser dados fora de um hospital? Dr. Metzger: sim.
    - Dr. Metzger: não há quantidade de dinheiro que me convenceria a dar medicação por IV para dormir á Michael Jackson.


    - É chamada ao banco de testemunhas a enfermeira Cherilyn Lee, é uma médica holística e enfermeira.
    - Cherilyn Lee tem uma clínica onde ela dá tratamentos para as questões de nutrição, ela trabalha com atletas e artistas.
    - Ed Chernoff começa os questionamentos.
    - Lee conheceu MJ em sua casa. A mãe de Faheem Muhammad é amiga de Lee.
    - Faheem Muhammad disse a ela que os filhos de Michael Jackson tinham um resfriado, ela avisou a ele que não era um pediatra. Muhammad disse a ela para vir de qualquer maneira e foi assim que ela conheceu Michael Jackson e os filhos em janeiro de 2009.
    - Durante esse encontro o, MJ disse a Lee que ele estava cansado e estava interessado em uma terapia de nutrição. Ela lhe contou sobre suas terapias nutricionais e MJ estava interessado em iniciar o tratamento.
    - Lee disse queiria voltar no dia seguinte para fazer um exame físico e exames de sangue. Ela analisou o sangue de Michael e fez um exame físico, porque Michael não conseguia dormir.
    - Lee diz que em 01 de fevereiro, Michael Jackson não estava falando sobre problemas de sono, mas ela lhe fez algumas perguntas. Lee diz que ela percebeu que MJ bebeu Red Bull e ela lhe disse que poderia causar fadiga. Ela diz que a principal preocupação de MJ era a sua nutrição. Ele pensou que poderia ser anêmico.
    - MJ Lee disse que ele poderia perder 3-4 kg depois de um ensaio por causa da transpiração. Lee retirou sangue de MJ em 02 de fevereiro. Foi quando ela notou que ele estava bebendo Red Bull e aconselhou a parar.
    - Lee viu MJ novamente em 03 de fevereiro e ele disse que estava se sentindo muito melhor. Ela viu-o de novo em 09 de março.
    - Lee começou a dar para MJ vitamina C via IV (dose baixa), em fevereiro de 2009. Lee diz que ela visitou MJ em 10 de fevereiro e ela deu-lhe outra IV nutricional porque MJ estava satisfeito com o primeiro.
    - Ela o viu em 9 de março, MJ reclamou que estava cansado e ela deu-lhe um IV nutricional novamente.
    - Lee diz que MJ estava me sentindo ótimo graças ao seu tratamento e pediu-lhe para continuar o tratamento durante sua turnê em Londres.
    - Lee confirma que ele começou a reclamar sobre problemas de sono e estava dizendo que os tratamentos não estavam funcionando. Ela foi vê-lo no domingo de Páscoa. Ele reclamou que não conseguia dormir e seu tratamento natural não estavam funcionando.
    - MJ lhe disse que queria dormir imediatamente. Lee indicou estudos do sono para encontrar o problema e ele disse que não tinha tempo.
    - Lee observou MJ até 3:00. MJ então acordou e disse "Eu te disse que não conseguia dormir".
    - Lee diz que teve uma solução salina IV e ela fez-lhe um chá. MJ dormiu cinco horas e acordou.
    - Lee: as veias de Michael Jackson eram muito pequenas e ele estava brincando sobre médicos com dificuldades encontrar suas veias.

    O Juiz Michael Pastor está passando orientações aos jurados e ao fim a corte entrará em recesso até amanhã ás 14h(horário de verão).
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    Re: Resumo da 5ª Semana do Julgamento

    Mensagem por Tay em Qua Fev 06, 2013 7:09 pm

    17º DIA DE JULGAMENTO - (25/10/2011)

    Narração Terra:


    - 14h30 Começa agora o testemunho de Cherilyn Lee, enfermeira
    - Logo no início, Lee fica nervosa, disse que sente tonta e pediu para descansar. O juiz concorda
    - 14h35 Por conta do estado de nervoso da enfermeira, o julgamento é temporariamente interrompido

    - 14h56 O julgamento é retomado. Cherilyn Lee, dizendo que se sente melhor, começa seu depoimento
    - Lee fala de sua formação como enfermeira, e que escolheu a profissão quando teve problemas nas pernas aos 7 anos de idade, e quase teve de amputá-las
    - Cherilyn Lee, enfermeira de Michael Jackson, é interrogada sobre os remédios tomados pelo cantor para dormir. "Ele comentava que sofria de dificuldades
    para dormir", afirma ela
    - Ela afirma que tem tudo anotado em seus relatórios médicos
    - "Ele não me disse o motivo. Só me disse que não conseguia dormir", afirma Lee
    - "Ele me olhou e disse, 'estou com muita dificuldade para dormir. Já tentei tudo", afirma. Michael teria pedido então um medicamento específico, que ela desconhecia. O medicamento seria Diprivan, presente na composição do Propofol

    @ABC7MurrayTrial

    - Lee diz que MJ disse-lhe que outros médicos haviam dito que Diprivan era seguro de usar, que tudo que ele precisava era ser monitorado.
    - Mencionou que em 19/abril/09, porque ele não conseguiu dormir a noite toda e que ia atrapalhar sua performance, ele disse que precisava de Diprivan.
    - Depois de 19/abr/09 ela não voltou a casa ou a ver MJ
    - Lee: Em 21/jun/09, recebi um telefonema de Faheem Muhammed. Ele estava c/ MJ e disse que MJ queixou-se que metade de seu corpo estava quente, a outra metade estava frio.
    - Lee: Eu estava fora do estado em 21/jun/09, aconselhei Faheem Muhammed a levar MJ p/ a mais próximo hospital. Eu suspeitei de efeitos secundários do Propofol
    - Chernoff concluído o interrogatório. Agora David Walgren, da acusação, está interrogando Cherilyn Lee.
    - Walgren para Lee: se você tivesse ouvido falar Diprivan / Propofol naquela época? Não. Você já usou Diprivan / Propofol? No.
    - Walgren também ler nota Lee: ela disse # michaeljackson que ninguém que se importasse ou teve seus melhores interesses no coração lhe daria Propofol

    Narração Terra:

    - Cherilyn Lee encerra seu depoimento e sai do palanque
    - Earl Ruben, diretor do Hospital de Stanford, dá agora seu depoimento. Na época da morte de Michael, Ruben era responsável pela direção de um hospital na Universidade da Califórnia
    - A testemunha fala sobre a questão de segurança no hospital, e medidas que tomavam para que pessoas não entrassem no local por curiosidade, como janelas fechadas e isolamento na sala de emergência
    - A testemunha diz que o hospital estava trabalhando em um comunicado oficial para a imprensa, e que se revezava entre as alas de direção, comunicação e internação do hospital
    - Randy Philips, CEO de uma empresa de entretenimento (AEG) - que cuidou de nomes como Bon Jovi e Justin Timberlake - dá seu depoimento
    - 16h31 Phillips fala que conheceu Michael Jackson através de um amigo do ramo. A testemunha dá poucas informações


    - 16h32 O julgamento entra em pausa para o almoço.
    Após recesso p/ almoço

    @MJNABrasil

    - Randy Phillips CEO da AEG continua no banco de testemunhas.
    - Seria uma grande conquista para tê-lo se apresentando para a AEG Live. Randy Phillips.
    - Phillips diz que a reunião teve lugar em Las Vegas. Durou uma hora, hora e meia. Nenhuma resolução nessa 1° reunião. Não contactamos Michael em 2007, apenas com Bain e Lopez.
    - Phillips diz que houve discussões subsequentes com Peter Lopez (advogado) depois desse encontro, mas nada ocorreu. Naquele tempo, era evidente que Michael não estava pronto para assumir o palco.
    - Phillips diz que Tom Barrack da Colony Capital contactou Phil Anschutz (presidente AEG) no final de agosto 2008. Phillips diz que descobriu nessa reunião que a Colony Capital comprou o rancho Neverland de Michael Jackson.
    - Phillips diz que a Colony Capital marcou uma reunião com o Dr. Tohme, gerente de Michael Jackson, no Hotel Bel Air.
    - Phillips diz que a reunião foi apenas entre ele e Tohme sobre Michael Jackson querer reiniciar a sua carreira e lançar música nova.
    - Phillips diz que ele tinha um plano de turnê de vários anos com uma primeira fase que era residência em Londres.
    - Phillips diz que durante uma reunião, MJ disse que ele queria sossegar e ter uma casa permanente para ele e seus filhos.

    - Ele diz MJ queria fazer 31 shows para fazer 10 a mais que Prince. "Ele veio com o número."
    - Phillips diz que eles vieram com um contrato que foi assinado por ele (para AEG) e Michael Jackson em janeiro de 2009, o contrato foi assinado na casa de Michael Jackson. Michael mudou-se para Carolwood em janeiro e assinou o contrato na sala de estar de sua residência.
    - De 26 de janeiro para a 1° semana de março - nenhuma produção feita para a tour.
    - Phillips confirma entre janeiro e março, ainda era suposto ser 31 shows, em seguida, mais datas foram adicionadas.
    - Phillips diz que a princípio eles anunciaram 10 shows na conferência de imprensa em 05 de março na Arena O2 em Londres.
    - Ele teve conversas com Michael sobre a arte - sempre criativo. Conferência de imprensa foi organizada por pessoas da AEG em Londres.
    - O juiz Michael Pastor não quer perguntas sobre a conferência de imprensa em março de 2009.
    - Phillips diz que após o anúncio, as vendas foram "fabulosas". Phillips diz que "nunca tinha visto esse tipo de demanda" para os bilhetes em sua carreira. Phillips diz que primeiro tinha um registro de pré-venda, MJ queria uma base de dados para o contato direto com os fãs para vender música no futuro.
    - Phillips diz que MJ concordou, mas não queria mais de 50 shows e queria que Phillips encontrasse uma propriedade para que ele não ficasse preso em um hotel.
    - A produção para a "This Is It" começou em abril de 2009. Phillips diz que depois teve reunião com MJ e Paul Gongaware MJ disse que queria Kenny Ortega para dirigir o show.
    - Phillips diz que a produção começou em algum momento de abril e audições ocorreu esse mês.Ele diz acreditar que os ensaios começaram em maio.
    - Phillips diz MJ começou a falar sobre ter um médico pessoal em maio. Paul Gongaware, Tim Wooley, Frank Dileo disseram "Nós estamos tendo um problema na contratação de um médico pessoal para 24 horas por dia, vai ser muito caro"
    - De acordo com a Randy Phillips, Michael disse: "Não, eu preciso de um médico e eu preciso dele 24 por dia". Ele era firme. Phillips disse ok, Gongaware irá negociar para você.
    - Phillips diz que, em seguida, reuniu-se com Murray na primeira semana de junho na residência de MJ.
    - Phillips diz que Frank Dileo e Paul Gongaware arranjaram este encontro para discutir que MJ não comia e perdia peso. Diz que maio não havia preocupações sobre a condição de Michael Jackson.
    - Durante o encontro, Murray disse que iria se certificar de que MJ tinha uma dieta adequada. Murray disse a Randy Phillips que a saúde de MJ estava ótima.
    - Phillips diz que era óbvio Michael Jackson confiava no Dr. Murray e eles tinham um relacionamento próximo.
    - Michael não era esperado para estar em todos ensaios em maio. Kenny Ortega expressou sua preocupação na 2° seman de junho sobre Michael. Ortega estava preocupado porque Michael não estava envolvido, focado como ele precisava estar.
    - Phillips: Eu posso ter tido uma conversa com o Dr. Murray, mas eu conversei com Michael Amir sobre MJ aparecer para os ensaios.
    - Phillips diz que ele não entendeu a parte de "forte amor" de seu e-mail, mas entendeu que Ortega estava preocupado com MJ não estar suficientemente focado.
    - Phillips diz que não houve preocupação com estes concertos serem cancelados.
    - Reunião de Junho - conversa entre Phillips e Murray. Falou sobre Klein, Phillips estava preocupado, porque Michael não estava focado em uma reunião anterior.
    - R. Phillips: Frank foi categórico sobre uma reunião. Frank nunca mencionou a preocupação com o uso de drogas por MJ.
    - A reunião de junho de 20 foi uma "reunião de emergência" para Kenny Ortega. Foi realmente Dileo que pediu Phillips para marcar a reunião.
    - Esatavam presentes na reunião MJ, Ortega, Murray e Randy Phillips. Dileo não estava presente.
    - Phillips diz que nessa reunião, Ortega começou a falar e expressou sua preocupação com o MJ não estar suficientemente focado. Michael não respondeu imediatamente, Murray falou para Michael. Murray garantiu-lhes que Michael estaria focado.
    - Phillips diz que Michael disse que ele trabalhava em casa com Travis Payne e sabia que sua rotina.
    - Murray para Ortega: "Você constrói a casa, vou colocar a porta e pintá-la". Ortega: "Ótimo, isso é tudo que eu queria ouvir de você". Ortega não falou sobre preocupações com drogas naquela reunião. Ninguém disse nada sobre dependência de drogas.
    - Phillips: Estava no ensaio em 23-24 junho para me certificar de que tudo estava de volta aos trilhos.
    - Phillips não sabe quem chamou Dileo. Phillip entrou em seu carro e foi para Carolwood. Chegaram 15 minutos depois. Ele viu os paramédicos e ambulância.
    - Phillips foi com o carro atrás da ambulância, foi para a UCLA. Viu Murray na sala de emergência,Phillips e Dileo estavam no corredor.
    - Phillips: Falei com o Dr. Murray na recepção do hospital, não disse nada sobre o que aconteceu.

    A corte entrou em recesso por 20 minutos.
    - A corte retornou do recesso

    - Randy Phillips agora está sendo interrogado pelo promotor David Walgren.
    - Phillips nega que mencionou "puxar a ficha", ele diz que nunca chegou a esse ponto a AEG tinha obrigações contratuais para com Michael.
    - Walgren: "Você sabe o que Murray estava fazendo atrás de portas fechadas em Carolwood?" Phillips: "Não"
    - Phillips diz que após a sua reunião no início de junho, ele se aproximou de Murray e mencionou Dr. Klein.
    - Randy Phillips: "Michael era um pai fabuloso, os filhos eram tudo para ele"
    - Phillips diz que era o protocolo para um promotor (de eventos) de primeiro chamar o gerente, em seguida, o artista.
    - Phillips: Murray declarou que MJ estava com a saúde ótima. Eu não tinha razão para questionar isso.
    - Phillips diz que o ensaio em 24 de junho foi incrível. Phillips diz que no final do ensaio viu MJ abraçando Travis Payne e Kenny Ortega.
    - Walgren terminou seu questionamento e Chernoff reassume.
    - Phillips: Nunca senti que MJ não estava pronto para os shows
    - Randy Phillips: Os atrasos do show nada tinham a ver com a saúde de Michael.
    - Phillips diz que não sabe porque Kenny Ortega teria usado "puxar o plug" e "amor forte" em seu e-mail, ele não estava na mente de Ortega.
    - Phillips diz que ele não se lembra de responder a este e-mail, mas ele se lembra de arranjar uma reunião no dia seguinte.
    - durante uma de suas reuniões com MJ em sua casa, MJ apareceu não focado e foi a primeira vez que o viu assim.
    - Randy Phillips é dispensado pelo juiz e advogados são chamados para conversar.
    - Próxima testemunha é o toxicologista Michael Hanson, ele gerencia consulta técnica para o material e clientes. Normalmente,advogados de defesa e departamentos de polícia, serviços de teste forense. Hanson trabalha para a empresa Pacific Toxicology.
    - 31 agosto de 2009 - recebeu duas amostras de urina de LAPD (polícia). Uma da autópsia, e a outra a urina da cena.
    - Eles encontraram Lorazepam: 12974ng/ml na urina da cena e 15181ng/ml na urina da autópsia.
    - Flanagan terminou seus questionamentos e juiz novamente chama advogados para conversar.

    - Tribunal está em um recesso de 15 minutos. O juiz Pastor disse que alguns assuntos devem ser discutidos.

    - A corte voltou e o promotor Walgren questiona a testemunha.

    - Walgren: "Quanto tempo você conhece o Sr. Flanagan?" Henson: ". Desde 2009 para este caso Faço trabalho com ele por cerca de três décadas"
    - Hanson fez testes do conteúdo do estômago para o Lorazepam e também seu metabólito. Resultado: 634ng/ml
    - Shafer entrou em contato com Henson por e-mail, mas ele não respondeu de volta, ele chamou Flanagan. Então, a promotora Brazil o contatou, respondeu que ele tinha que perguntar a Flanagam.
    - Walgren "Por que o teste da defesa é diferente da promotoria?" Henson "Poderia ter enviado uma cópia que não era correta"
    - Relatório de toxicologia do laboratório - (apenas para Lorazepam) alterar resultados de 634ng/ml a 84ng/ml. Isso é uma diminuição 30,2%.
    - Pacific Toxicology parece ter fornecido resultados diferentes p a defesa e acusação.Henson é dispensado e juiz chama advogados p conversar.

    A corte entra em recesso até amanhã ás 14h(horário de Brasília)
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    Re: Resumo da 5ª Semana do Julgamento

    Mensagem por Tay em Qua Fev 06, 2013 7:10 pm

    18º DIA DE JULGAMENTO - (26/10/2011)

    @MJNABrasil


    - O promotor Walgren assume questionamentos.
    - Walgren: o tratamento de Murray para você não tinha nada a ver com distúrbio do sono, nem o uso de drogas, certo? Causey: Não.
    - Walgren: A questão cardíaca foi tratada em um hospital, assinou alguns papéis, você viu monitores, certo? Causey: Sim
    - Causey: fui convidado a assinar um documento antes do procedimento e havia 3 pessoas adicionais na sala durante o procedimento.
    - Walgren "Se você assumisse que Murray agiu com negligência e causou grande a morte de Michael" Causey "Eu estaria aqui de qualquer maneira"
    - A testemunha é dispensada e o juiz chama os advogados para conversar.
    - A próxima testemunha a ser chamada é Andrew Guest, também paciente do Dr. Murray. Econtrou Murray em abril de 2002, ele estava sofrendo de dor no
    peito, dor no braço, dores de cabeça.
    - Andrew Guest diz Murray é o melhor médico que ele já viu
    - O promotor Walgren assume.
    - Walgren: Foi importante para Murray a ter uma equipe para apoiá-lo? Guest: Sim.
    - Walgren: Murray nunca deu-lhe Propofol em seu quarto, certo? Guest: Não
    - Guest confirma que ele também deu uma entrevista à CNN,com Gary Causey e outros pacientes de Murray. Ele diz que são amigos.
    - A testemunha foi dispensada e foi chamada ao banco de testemunhas Lunette Sampson. Lunette Sampson é paciente do Dr. Murray, teve 3 ataques cardíacos
    novembro 2008, fevereiro 2009, abril 2009.

    Narração do terra

    - "Eu não tenho dinheiro. Dr. Murray ajudou pacientes sem dinheiro, até comprou medicamentos. Eu sei", diz. Simpson afirma que Murray nunca mencionou ser o médico de Michael Jackson
    - Acaba o depoimento da senhora Simpson
    - Dennis Hix é a próxima testemunha. Hix conta sobre os problemas de saúde que sofreu; o primeiro médico disse que seu coração não tinha solução
    - Ele então marcou uma consulta com Dr. Murray. "Ele disse que conseguiria arrumar meu problema no coração. E fez isso"
    - "Tenho 66 anos, já fui a muitos médicos, e nenhum me deu a atenção que Murray deu", afirma Hix. Ele diz também que tinha pouco dinheiro e o seguro de saúde era limitado, e mesmo assim Murray cuidou dele


    Obs.: @MJNABrasil

    - A sessão do 18° dia do julgamento do Dr. Murray entrou em recesso mais cedo hoje pois as próximas testemunhas de defesa, Dr. Robert Waldman e o Dr. Paul White não estavam disponíveis para testemunhar.
    - Estiveram no banco de testemunhas hoje: Gerry Causey, Andrew Guest, Lunette Sampson, Dennis Hix e Ruby Mosley, todos pacientes do Dr. Conrad Murray.

    O 19° dia do julgamento do Dr. Conrad Murray deve iniciar sua sessão amanhã ás 13h45min (horário de Brasília).
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    Re: Resumo da 5ª Semana do Julgamento

    Mensagem por Tay em Qua Fev 06, 2013 7:12 pm

    19º DIA DE JULGAMENTO - (27/10/2011)

    @MJNABrasil


    _ A testemunha chamada para o banco de testemunhas é Robert Waldmam, médico, medicina interna, nefrologia e especialista em medicina do vício.
    - Depois que ele descobre que o problema com um dependente, ele prescreve um tratamento, dependendo do problema.
    - Dependência de medicamentos de prescrição é "muito comum - 2,2 milhões em 2005/6 eram viciados em Oxycodin e medicamentos de prescrição". Waldman: Às vezes, o vício vem de medicamentos prescritos por um médico.
    - Dependência: a necessidade física de uma substância. Este não é um padrão de comportamento.
    - Waldman " O abuso de Oxycontin (opiáceos) é uma grande epidemia ". Benzodiazepinas "mais comum é Valium". Propósito dos Opiáceos: alívio da dor - é a única razão para um médico receitá-los.
    - Pacientes que estão em negação - eles são apenas desonestos, dizem a família e amigos que eles não têm um problema. Quando confrontados,há uma intervenção quando são solicitados a mudar a sua rotina de vida e comportamento,mas eles simplesmente não querem
    - Dr. Waldman fala sobre "desintoxicação rápida": colocar o paciente sob anestesia em ambiente hospitalar . Chernoff pergunta ao Dr. Waldman sobre "detox rápida." Waldman diz que deve ser feito em ambiente hospitalar, mas que não é tratamento.
    - Waldman reviu os registros médicos do Dr. Arnold Klein, bem como depoimentos de testemunhas. Waldman revisou os registros médicos de janeiro a 22 de junho de 2009. Waldman diz que não tem como saber se esses registros estão completos.
    - Defesa está mostrando registros de Klein para MJ com pseudônimo de Omar Arnold. Chernoff pede p Dr. Waldman revê-los. 12 de marco de 2009: 11:30 - 100mg Demerol, 1mg Midazolam. 12:00: 100mg Demerol, Restylone
    - Dr. Waldman: Uso normal do Demerol deve ser 50mg, 100mg para intramuscular é surpreendente para mim. Waldman diz que essa é uma grande dose e faria o paciente sonolento e apático.
    - 17 de marco de 2009: um tratamento semelhante ao de março 12, mas sem botox.
    - Waldman diz que o Demerol é para o alívio da dor por isso não há limite de uma dose única, pois é para aliviar a dor.

    Narração Terra


    - 15h46 Juiz Michael Pastor faz uma palsa no julgamento. Recesso de 15 minutos

    - Promotor Walgren pergunta onde é o escritório de Dr. Waldman, e ele diz que é informação restrita
    - Promotor Walgren fica irritado e pergunta porque é tão difícil para Dr. Waldman responder suas perguntas e da defesa é fácil
    - Promotor Walgren mostra um relatório com as doses de Demerol aplicadas em Michael Jackson
    - Dr. Waldman conta que o principal sintoma de abstinência de Demerol é ansiedade
    - A testemunha disse que se um paciente pedisse para tratá-lo com outra droga não recomendade pelo meio médico, ele não trataria a pessoa
    - Promotoria encerra interrogatório. Defesa assume as pergunta a Dr. Waldman
    - Defesa pergunta quanto tempo uma viciado em Demerol pode se curar. "Depende da vontade do paciente, de quanto ela consume, tem muitas variabilidades", explica o médico
    - Promotoria volta interrogar Dr. Waldman. Ele apresenta os gráficos de consumo de Demorol por Michael Jackson feito pela testemunha
    - O gráfico foi feito por Dr. Waldman com as doses de Demorol e Midazolam dado a Michael Jackson pelo dermatologista Dr. Arnold Klein
    - Promotoria e Dr. Waldman volta a discutir sobre perguntas. A testemunha se recusa a responder "perguntas muito abrangentes"


    Após almoço

    @MJNABrasil

    - A corte retornou do recesso e Paul White expert em propofol é chamado pela defesa. Ele era um anestesista praticando até o ano passado, e agora presta

    consultoria e faz projetos de pesquisa clínica. Dr. White é licenciado em medicina interna e anestesiologia.
    - Ele concentrou-se em drogas e técnicas que permitem que os pacientes vão para casa mais cedo e retomar a sua rotina.
    - White desenvolveu um protocolo e realizou um estudo sobre Propofol em 1983/84. Protocolo: modelo p realizar um estudo clínico,metodologia
    detalhada,como os dados serão analisados, de fundo.Ele completou em seis meses.
    - Dr. White publicou cerca de 450 artigos sobre anestesiologia.
    - Propofol não foi aprovado para uso até anos após os primeiros estudos do Dr. Paul White sobre a droga.
    - Dr. White diz que foi contactado por Flanagan quando menos esperava em janeiro deste ano para trabalhar sobre este caso.
    - Flanagan "Murray foi acusado de dar Propofol e abandonar o paciente, você pode justificar isso?" White "Absolutamente não"
    - White diz que com base no que Murray falou, em sua entrevista, as doses dadas não devem ter matado MJ.
    - White se reuniu com Flanagan e Chernoff em seu escritório. Após essa reunião, White concordou em participar no caso. Em algum momento no final de fevereiro, recebeu mais informações. Ele preparou um breve documento dando sua opinião e deu a defesa.
    - White: "Naquela época, cheguei à conclusão de ingestão oral de Propofol pode ter desempenhado um papel neste caso. Isso não foi uma conclusão, era apenas especulação sobre o que poderia ter acontecido em 25/06.
    - Estudo foi realizado no Chile sobre a biodisponibilidade de propofol em 6 alunos (por Shafer). Shafer disse que White o revisou.
    - White diz que se sentiu mal que Shafer bebeu propofol, só porque ele especulou sobre a ingestão oral. White critica o protocolo do estudo de Shafer porque não foi um estudo cego com um grupo recebendo a droga e outro recebendo um placebo.
    - Um dos estudantes apresentaram níveis de 2 mg/ml de Propofol - White diz que o Propofol não é biodisponível através do estômago.
    - De acordo com White, Propofol não funciona quando ingerido.
    - Dr. White: realizaram um estudo com animais, descobriu-se que propofol diretamente no estômago não tem efeito clínico.
    - Dr. White diz que o propofol pode ser absorvido através dos tecidos da boca,e um pirulito de propofol poderia ser usado para sedar pacientes
    - White explica através de modelos matemáticos q podemos prever os níveis sanguíneos aproximadamente de Propofol c/ base na dose administrada


    - A corte entra em recesso por 15 minutos.

    - Dr. White: o propofol é um hipnótico sedativo. Baixas doses reduzir a ansiedade, pode causar sonolência. Doses mais elevadas causam profunda sedação.
    - Ao usar propofol para sedação, pode ser combinada com anestesia local - se o paciente quer dormir.
    - Astra Zenica utilizou dados de pacientes do Dr. White e Dr. Shafer como diretrizes para inserir na caixa de Propofol.
    - White: Médicos costumam usar drogas off-label: prescrição de um medicamento para uma utilização que não seja a indicada nas orientações na embalagem.
    - Propofol é dado para o sono - é "off-label": se deu fora de um hospital. "on-label": se ele é usado em ambiente hospitalar.
    - White diz que há um estudo que sugere que o propofol pode ser útil na resolução de problemas com "sono perturbado" ou "insônia estendida"
    - White critica o protocolo do estudo chinês, onde Propofol foi dado para tratar a insônia, mas ele acha os resultados interessantes.
    - Dr. White: o estudo mostrou que o propofol foi seguro e eficaz para normalizar o sono perturbado, certamente não é um estudo definitivo.
    - Estudo realizado por especialistas da Coréia do Sul - "Nível de Propofol que poderia causar a apnéia", foi rejeitado por "Anasthesia and Analgesia" para publicação.
    - White: "Drogas, quando combinadas, podem ter efeitos sinérgicos. Você tem que ter certeza que você não tem interações". White: A polifarmácia é o melhor remédio, se os medicamentos apropriados são combinados em doses adequadas.
    - White fla sobre os benefícios de dar pequenas doses de midazolam antes de dar Propofol. É a técnica padrão para sedação MAC.

    - A corte entra em recesso até amanhã ás 13h45min (horário de Brasília)
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    Tay
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    Re: Resumo da 5ª Semana do Julgamento

    Mensagem por Tay em Qua Fev 06, 2013 7:13 pm

    20º DIA DE JULGAMENTO - (28/10/2011)

    Narração Terra:


    14h20 Julgamento de Dr. Conrad Murray,médico deMichaelJackson,recomeça nesta sexta-feira (28) com o depoimento de Dr.Paul White, especialista em
    Propofol escolhido pela defesa

    - Dr. White analisa um estudo comparando a eficácia de propofol e midazolim em pacientes. O estudo fala sobre sedação mínima como menos de 0,5 mg por quilo do paciente. No caso de Michael Jackson, que pesava cerca de 60 kg, seria 24 mg de propofol
    - O médico diz que a baixa sedação que Dr.Murray queria dar a Michael Jackson deveria ser para reduzir a ansiedade e alcançar apenas um nível de dormência.
    - Nessas condições a respiração e os batimentos cardíacos do paciente não mudaria drasticamente. Isso é chamado de sedação consciente.
    - Promotor Walgren pede para conversar com juiz Michael Pastor
    - Advogado de defesa entrega a Dr. Whiter certificados de Dr.Murray para administrar drogas para sedação consciente (também chamada de moderada).
    - É mostrado no julgamento um gráfico sobre o nível de lorazepam no corpo de Michael Jackson
    - "Eu não conheço ninguém que não dormiria com 40 mg de Lorazepam em um período de cinco horas", diz Dr. White
    - Outra gráfico, feito a pedido de Dr. White, é mostrado. Ele mostra os níveis de Lorazepam no corpo de Michael Jackson em um dose de 20 mg
    - "O que nós tentamos simular aqui não as duas injeções queDr. Murray contou à polícia ter dado a Michael Jackson
    - "Havia pouco Lorazepam no estômago de Michael Jackson", diz Dr. White
    - Sobre seus gráficos, Dr.White diz que esse é o que lhe parece mais coerente do que aconteceu no dia da morte de Michael Jackson. Ele conta que parece que o cantor tomou pílulas Lorazepam ao poucos, não de uma só vez.
    - "Eu estou apenas especulando sobre isso", diz Dr. White
    - "Os pílulas são dissolvidas rapidamente no estômago, em 15 minutos", diz o especialista

    - 15h09 Juiz Michael Pastor dá recesso de 15 minutos

    - 15h30 "Eu não esperaria Propofol no estômago de Michael Jackson", diz Dr. White
    - "Eu esperaria encontrar Lorazepam e Midazolam no estômago", continua
    - Dr. White mostra como é aplicado uma dose de propofol e lidocaína. A lidocaína é administrada para reduzir a sensação de queimação quando a droga é injetada na veia do paciente
    - Defesa começa a fazer perguntas a Dr. White sobre as declarações de Dr. Shafer sobre o que aconteceu no dia da morte do cantor
    - Defesa apresenta para Dr.White o frasco de propofol encontrado no quarto de Michael Jackson
    - Dr.White explica sobre a infusãode propofol no pacientecom o uso da bolsa de soro
    - Dr. White diz que nunca tinha visto uma razão para colocar um fraco de propofol na bolsa de soro
    - Dr.White diz que, como não foi encontrado Propofol no cateter e em outro acessórios de infusão intravenosa, a droga pode ter sido aplicado por uma seringa
    - Dr. White diz que é provavél que a infusão de qualquer droga intravenosa não iria circular em um paciente já morto, pois não há circulação sanguínea
    - Dr. White diz que Michael Jackson pode ter se automedicado, porque a quantidade de propofol na urina e a infusão da droga proposta por Dr. Shafer não fazem sentido. Os números de concetração não batem
    - Defesa encerra seu interrogatório

    - 16h40 Fim interrogatório de Dr.White. Julgamento entra em recesso para o final de semana.

    Julgamento volta na próxima segunda-feira (31) às 9h deLos Angeles. No horário de Brasília o julgamento volta às 14h

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    Re: Resumo da 5ª Semana do Julgamento

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