Fórum MJ Art

Seja bem-vindo!

O Fórum MJ Art é totalmente dedicado ao eterno Rei do Pop, Michael Jackson.
Para ter acesso a todo nosso conteúdo, basta efetuar seu login ou se registrar.

Venha fazer parte da nossa família!


    Resumo da 6ª semana de Julgamento

    Compartilhe
    avatar
    Tay
    Administrador
    Administrador

    Mensagens : 520
    Data de inscrição : 31/01/2013
    Idade : 30
    Localização : Rio Grande do Sul

    Resumo da 6ª semana de Julgamento

    Mensagem por Tay em Qua Fev 06, 2013 6:55 pm

    21º DIA DE JULGAMENTO - 31/10/2011


    @MJNABrasil


    - O promotor David Walgren esta fazendo interrogando o Dr. Paul White, tetstemunha da defesa.
    - Será que você nunca administrou propofol sem ter acesso a equipamentos de via aérea básica? White: Eu teria pelo menos uma bolsa e máscara.
    - Walgren, perguntou se White já tinha ouvido falar de propofol ser dado no quarto de uma pessoa antes deste caso. "Não, eu não ouvi."
    - White diz que um oxímetro de pulso e monitorização da pressão arterial é essencial quando se administra estes tipos de medicamentos.
    - Walgren ao Dr. White: quanto você tem sido pago nesse caso? Recebi um cheque de 11.000 dólares.
    - Ele normalmente cobra $ 3,500 por dia, não vai cobrá-los durante os últimos seis dias.
    - Dr. White teve pacientes que param de respirar durante o uso de propofol. Atendeu-os com ventilação, a máscara de oxigênio e intubação.
    - Michael Jackson ofereceu dinheiro para o Dr. Murray e Murray deu o que MJ queria. Walgren perguntou se isso era inadequado. Dr. White diz que nunca iria administrar qualquer assistência médica a um paciente que solicitou.
    - Dr. White declarou que os cuidados de com Michael Jackson "são um desvio, não extremo".
    - Walgren: que valor tem um monitor se você estiver fora da sala e não tem alarme sonoro? White: provavelmente tem pouco ou nenhum.
    - Dr.White: se você der a dose de 25mg de propofol terá efeitos mínimos, se você monitorar o paciente por 15 min, não há problema de sair.
    - Dr. White: Eu não diria que tomo todas as declarações de Murray como verdadeiras, não
    - Dr. White: Eu teria chamado para ajudar, era uma área isolada da casa. Walgren: Foi no quarto no andar de cima.
    - Walgren: O que você teria feito? Dr. White: teria chamado ajuda, começado a RCP imediatamente e ligodo para o 911.
    - Dr. White: Concordo que ele deveria ter chamado o 911, mais cedo, mas eu não acho que teria feito a diferença no desfecho deste caso.
    - White confirma que segundo ele, Michael Jackson morreu de uma parada cardio-pulmonar.
    - Walgren "Quem é o responsável de trazer Propofol para a casa de Michael em sua opinião?"

    Narração Terra

    - "Conrad Murray certamente levava Propofol, mas com certeza Michael Jackson também tinha suas fontes para comprá-lo", deduz Dr. Paul White
    - O juiz pede um pequeno intervalo para os presentes para que possa ter uma conversa particular com os dois lados do caso
    - "A carta que eu preparei sobre o caso foi feita rapidamente. Me pediram para fazê-la e, como eu estava muito ocupado, a fiz rapidamente", diz o médico sobre seus pensamentos preliminares sobre o caso. A acusação a vê como muito incompleta para os últimos sete meses, desde que o julgamento estava previsto
    - "Não é um documento formal, é apenas uma carta com pensamentos preliminares em relação ao caso. O senhor Flanagan disse que precisava de algo rapidamente e, como eu tinha muito a fazer na ocasião, a fiz curta", diz o médico, chamado pela defesa como testemunha por ser expert no assunto relativo ao caso, a aplicação de Propofol
    - O médico afirma que não tinha nenhuma informação científica a respeito do caso, mas que, ainda assim, escreveu sua opinião pois queria deixar na carta todas as possibilidades sobre o mesmo
    - "Eu queria listar possibilidades que parecessem razoáveis", explica o Dr. White. "Se o Dr. Murray realmente aplicou apenas as 25mg de Propofol, então, claro, deveria haver outra possibilidade para o acontecimento"
    - Dr. Paul White diz acreditar que o Dr. Murray realmente aplicou o que tem sustentado na defesa do caso
    - "Você tem alguma teoria sem ser a que culpe Michael Jackson de ter se auto-medicado com o anestésico?", indaga a acusação. "Acho que não", responde Dr. Paul White
    - "Não me baseio no que a defesa me disse", garante o Dr. Paul White. "Baseio-me no que li e estudei sobre o caso"
    - "Quando você leu o depoimento do Dr. Murray à polícia, considerou tudo o que ele disse como verdade", indaga a acusação. "Baseado no que sei em relação à aplicação dos anestésicos, sim", responde

    Recesso de 15 a 20 minutos no julgamento

    - Médico afirma que nunca consideraria aceitar o trabalho de aplicar Propofol em Michael Jackson, caso fosse contratado para isso
    - Segundo ele, o principal motivo para isso seria a falta de tempo para fazê-lo. "Nenhum dinheiro me faria aceitar esse trabalho", garante White
    - Acusação pergunta sobre um estudo com animais solicitado por White a respeito da aplicação de Propofol. Paul White afirma não ter se envolvido
    diretamente com ele
    - Paul White diz que não havia estudos sobre a aplicação oral de Propofol até o recentemente realizado
    - "Eu não sabia de nenhum estudo sobre o tema feito tanto com animais, quanto com seres humanos", diz White
    - "Não estava envolvido com o estudo, mas acho que foi feito no verão. Apesar disso, não sei quando ele começou, tampouco quando foi encerrado", diz após insistência da acusação a respeito do mesmo
    - "Não sei se ele deixou o quarto, pelo que sei, Murray ficou no corredor", diz White. "Não dá para saber quem aplicou a droga pelas minhas análises"
    - "Eu não disse onde a seringa com a droga foi deixada, disse que o Dr Murray deixou o quarto após a aplicação das 25 mg em Jackson para fazer umas ligações", comenta White
    - "Quanto tempo Conrad teria deixado Jackson para que ele pudesse se auto-administrar a seringa com Propofol?", indaga a acusação. "Não sei, mas, pelo que li, Conrad Murray deixou Jackson para fazer ligações durante 35 a 40 mins, o que seria tempo suficiente para Jackson pegar a seringa e aplicar em si o que seria a dose fatal do anestésico", responde White
    - A acusação questiona, então, que, se uma possibilidade para a morte seria a auto-medicação de Jackson, outra poderia ser a própria aplicação por parte de Murray. White diz que não acredita nisso, a não ser que o médico quisesse fazê-lo algum mal.
    - O depoente é então indagado se o próprio Jackson tentava se machucar; ele responde não acreditar que o cantor soubesse do perigo que era se medicar com mais uma dose de Propofol e que, provavelmente, apenas queria dormir para não sentir tanta dor
    - "Você revisou o depoimento de Conrad Murray e viu que ele dava Propofol a Michael Jackson todas as noites por dois meses, certo?", indaga a acusação. "Sim, e acredito que Jackson queria apenas boas noites de descanso, dormir direito", diz o médico
    - "Dois dias antes da morte, o Dr. Murray afirmou ter dado a metade do Propofol que daria normalmente, então não há nenhuma razão para que eu acredite que ele tenha aumentado as doses mínimas recomendadas do anestésico nos dias anteriores ao falecimento de Jackson", opina White
    - "Qual nível de sedação que você acredita que Jackson estivesse recebendo nas noites anteriores à sua morte?", idaga a acusação. "Não sei, mas acredito que doses de leves a moderadas. Certamente, pelos exames vistos, mais do que 25 mg de Propofol, aplicados durante 3 a 5 minutos", responde White
    - A acusação cita um artigo escrito por White a respeito de sedativos e o juiz se enerva com o fato de o advogado querer mostrar todo o texto, preferindo que foque apenas nos pontos realmente relevantes ao julgamento
    - Após leitura rápida do trecho do artigo, citando os cuidados a serem focados por anestesitas na aplicação de sedativos, a acusação volta a indagar Paul White a respeito das especificidades dos procedimentos médicos nesses casos
    - Acusação coloca no telão do tribunal uma frase do artigo de White, que diz: "anestesia monitorada (MAC, na sigla em inglês) é provavelmente a forma mais pura de anestesia, variando da sedação mínima à sedação profunda. Durante esses procedimentos, pacientes são monitorados para garantir sua segurança e conforto durante a operação"
    - White afirma que há alguns erros no trecho usado pela acusação, pois o mesmo estaria incompleto. O uso do texto pela acusação é devido ao fato de Murray ter aplicado o sedativo Propofol em Jackson e, na sequência, deixado o cantor sozinho no quarto por até 40 minutos, sem observá-lo como sugeriria o artigo
    - Desta vez, a acusação mostra trecho outro artigo escrito por White, mais uma vez colocado no telão disposto na lateral esquerda do tribunal, e o médico pede para revisar o descrito diretamente no trabalho físico - já que, anteriormente, foi usado pelo advogado um trecho cujo texto estava incompleto
    - White demonstra certo desconhecimento com o assunto descrito no trecho citado
    - Advogado pede para White ler o trecho. O médico dá uma cutucada, afirmando que o que leria não seria diferente de nada falado por ele anteriormente, "mas, se você exige, eu o farei". A frase não agrada o juiz, que afirma não haver uma exigência por parte da acusação, "e sim um pedido"
    - No trecho são citadas algumas exigências para a aplicação de sedativos como o Propofol, que dão a entender a necessidade de somente usá-lo em quartos de hospitais, com todo o equipamento e higiene necessários para um local como esse - como aparelhos para ressuscitação, higiene total, etc.
    - A acusação pergunta, então, se, de acordo com o artigo, não seria incorreto administrar o Propofol em um quarto particular, sem uma equipe de
    anestesistas e os equipamentos citados no artigo
    - O médico afirma que o texto fala sobre o uso do Propofol como anestesia para cirurgias, não como sedativo para o dia a dia. A acusação lhe questiona, então, se ele faria uso do medicamento em um quarto particular, sem a presença de profissionais aptos a isso ou os equipamentos citados no artigo, como Murray fez. White rechaça a possibilidade
    - "Você não cumpriria o mínimo dessas exigências para essa aplicação?", indaga a acusação. "Sim, cumpriria", responde White

    Novo recesso no julgamento, que deve voltar por volta das 18h30 (de Brasília)
    @MJNABrasil


    - Walgren continua interrogando a testemunha de defesa Dr. Paul White.
    - Dr. White leu trechos de seu livro. White diz que este livro foi escrito em 1996, mas é a citação não é mais precisa, porque agora não anestesistas podem administrar Propofol.
    - Orientações práticas para não-anestesistas foram publicadas em 2002. Os pacientes devem receber cuidados adequados com a sedação dada.

    Narração Terra

    - Promotoria volta a questionar sobre os procedimentos para aplicação de Propofol, que, como White já afirmou, não deveria ser feita em uma residência particular - contrariando o que Murray fazia com Jackson
    - White volta a afirmar que dificilmente haveria todos os equipamentos necessários para a aplicação do Propofol em uma residência, e que isso não é o ideal para o procedimento, pois poderia comprometer - como ocorreu - a saúde do paciente
    - Promotoria pergunta se White leu o artigo que apresenta uma análise de quantidade de Propofol na urina para cada dose tomada - que mostraria claramente o quanto do anestésico teria sido tomado apenas com exames simples de urina
    - A análise foi feita para saber, pela urina de Jacskon, quanto exatamente de Propofol ele havia consumido antes da morte
    - Após titubear algumas vezes, e com a insistência da promotoria, White afirma não ter lido o estudo detalhadamente. A promotoria, então, indaga se o modelo apresentado não seria a base para o seu testemunho, e o médico afirma que apenas em partes
    - O promotor questiona quanto, de acordo com o estudo, teria sido administrado a Jackson após as primeiras 25 mg de Propofol; o médico se altera e afirma não saber o número exato, pois a escala do estudo seria muito comprimida - "uma vai de 0 a 0,6, a outra, de 0 a 6"
    - Pautado especialmente em aspectos técnicos de aplicação de sedativos, o especialista Paul White dá seu depoimento à promotoria do julgamento de Conrad Murray, médico acusado de ser responsável pela morte de Michael Jackson
    - Sobre os estudos sobre a quantidade de Propofol na urina de Jackson, White afirma não ser o especialista no assunto e, a respeito do fato de ter sido o analista de seus resultados, diz apenas confiar na pessoa responsável por eles. "Eu não fiz os gráficos, não sei como ela escolheu as horas em que eles foram baseados. Não tive tempo de pedir a ela que os refizesse"
    - "Eu usei esses estudos apenas para mostrar a concentação na urina e não para falar do horário da morte", explica o médico. "Eu estava interessado em ver a concentração de urina durante a autópsia, e comparar a aplicação de 25 mg em duas doses de três a cinco minutos e uma de 1000 mg durante três horas", completa
    - São apresentados gráficos que mostram como a concentração de Propofol na urina vai diminuindo à medida em que o tempo vai passando
    - White confirma ter lido a avaliação da autópsia de Michael Jackson "há algum tempo" e, nela, de acordo com a promotoria, teria escrito que o cantor tinha um "coração forte"
    - O médico, claramente a cada minuto mais impaciente com o depoimento, pede para ler seu texto sobre o assunto e afirma não ter visto nada a respeito do coração de Jackson
    - É apresentado o depoimento de Murray à polícia, no qual é descrito o procedimento do médico ao encontrar Jackson desacordado
    - Nele, Murray teria dito que sentiu o pulso do cantor ao encontrar o corpo, mas o médico, segundo White, poderia ter se confundido com seu próprio pulso, algo passível de ocorrer em situações de "estresse", como descreveu
    - Promotoria vê contradição entre depoimento de White e documentos que escreveu anteriormente sobre o caso

    @MJNABrasil

    - White:"Não vejo evidências que contradizem a principal causa de morte deMJ ser uma insuficiência respiratória ou insuficiência cardíaca"
    - White diz que MJ pode ter morrido de uma parada cardio-respiratória, mas ele não confirma que a principal causa foi parada respiratória.
    - White: "Agora eu acho que é extremamente improvável que Michael bebeu Propofol"

    Narração Terra

    - "Este modelo, como discutimos antes, possui horários que não posso saber se são os mesmos da realidade, o que muda tudo. O modelo é correto, mas os horários precisariam ser exatos para sabermos exatamente o volume de Lorazepam no momento da morte de Jackson", diz o médico
    - White volta a insistir que não solicitou o modelo de concentrações dos medicamentos feitos por outra profissional, para quem apenas havia feito a pergunta sobre a quantidade de Propofol que haveria na urina de uma pessoa com doses diferentes aplicadas em intervalos de tempo diferentes. "Quanto Propofol seria encontrado na urina na hora da autópsia", volta a dizer, cada vez mais enervado com a insistência nas perguntas. "Esses números são irrelevantes para mim. Estou interessado nos níveis no coração, que, para mim, realmente foram os responsáveis pela morte"

    19:39 Recesso de 15 minutos
    20h00 Julgamento volta do recesso


    - Promotor Walgren e Dr. White discutem sobre concentração de propofol na urina de Michael Jackson
    - Walgren mostra um artigo sobre propofol produzido por Dr. White. Ele faz perguntas ao médico sobre o estudo
    - Dr. White diz que no estudo o Propofol foi medido pelo processo de separação chamado cromatografia
    - Ele diz que não reveu o estudo inteiro
    - Promotor Walgren apresenta outro artigo publicado por P. J. Simons sobre diferenças de concentração de Propofol em não-humanos. Dr. White diz que não leu o estudo porque não teve tempo
    - Promotoria e defesa discutem sobre a válidade do artigo sobre animais no julgamento
    - Dr. Walgren apresenta outro artigo sobre Propofol e Dr. White é intransigente em suas respostas
    - Defesa assume interrogatório
    - Advogado pergunta a Dr. White se, em um momento de atenção e resgate, ele se sentira confortável para chamar a ajuda de um segurança
    - "Eu acho que é melhor do deixar o paciente sozinho e procurar ajuda", diz Dr. White
    - "Eu começaria a fazer massagem cardíaca antes de chamar o resgate caso o paciente respondesse rapidamente", diz Dr. White
    - Dr. White não acredita que qualquer ajuda após 5 minutos com paciente desacordado seja útil
    - Dr. White diz que Propofol se espalha rapidamente pelo corpo, indo de uma alta concentração para baixa concentração no sangue em instantes
    - Advogado apresenta um tubo intravenoso para Dr. White
    - Advogado analisa e faz perguntas sobre o tubo intravenoso

    @MJNABrasil

    - Flanagan mostra a tubulação IV encontrado na cena com a tampa de ventilação faltando. White diz que parece que ele poderia ter sido cortado com uma tesoura.
    - Dr. White: Eu não entendo por que alguém iria removê-lo (a tampa). Não altera a forma como funciona o IV.
    - White diz que se alguém colocar esse tubo IV em seu bolso depois de um gotejamento IV, você teria líquido em seu bolso e estaria molhado.
    - White diz que seus pensamentos preliminares em sua carta foram baseados em pareceres de peritos que testemunharam durante a audiência preliminar.
    - White diz que a proporção de propofol e lidocaína encontrados aumentaram a possibilidade de ingestão oral.
    - White: "Eu não tenho fundos fornecidos pela Universidade, o meu tempo é a minha única fonte de renda. Eu preciso ser pago para testemunhar"
    - White: sedação profunda não é o mesmo que anestesia. A anestesia não é apenas fazer o paciente inconsciente, mas também bloquear a dor.

    A corte entra em recesso até amanhã ás 14h30min (horário de Brasília)
    avatar
    Tay
    Administrador
    Administrador

    Mensagens : 520
    Data de inscrição : 31/01/2013
    Idade : 30
    Localização : Rio Grande do Sul

    Re: Resumo da 6ª semana de Julgamento

    Mensagem por Tay em Qua Fev 06, 2013 6:59 pm

    22º DIA DE JULGAMENTO - (01/11/2011)

    - O advogado de defesa, Flanagan, continua seu interrogatório ao Dr. White.
    - Dr. White confirma que os gráficos de simulação mostrados não são uma ciência exata.
    - White está comentando sobre o nível de Lorazepam no corpo de Michael Jackson é mostrado nos gráficos de simulação criado por Dr. Ornellas
    - White: Ele poderia ter tomado algumas pílulas ás 4h, então mais pílulas 6he, finalmente, mais ás 8h e você ainda pode obter os níveis da autópsia.Nós não sabemos exatamente quantas pílulas foram tomadas, não podemos ter certeza. Não sabemos quantos comprimidos Michael habitualmente consumia.
    - White: o Lorazepam é efetivamente absorvido, de modo que praticamente tudo no estômago é absorvido. Não podemos saber se foi oral ou IV.
    - White: O relatório de Shafer é confuso, Propofol e lidocaína podem ser misturados entre si, mas eu nunca vi.
    - O Propofol queima por causa da concentração, velocidade de injeção e tamanho da veia. Lidocaína deveria ter sido dada antes das 10h.
    - White diz que a lidocaína não seria encontrada na autópsia se fosse dada às 9 horas, no início de uma infusão de Propofol de 3h como no modelo de Shafer.
    - White: Eu não posso imaginar por que você daria Lidocaína a um paciente que está sedado.
    - White para os jurados: Não prenda-se ao número exato na simulação, apesar de que seria muito próximo da autópsia
    - White: os padrões de atendimento são o ideal, mas há muitas circunstâncias em que não é possível ou comum ter o mais alto nível de cuidado.
    - White diz que com base nas doses que Murray deu, seria sedação mínima e não afetaria as vias aéreas.
    - White afirmou que ele ainda sente que a causa da morte de MJ foi a auto-administração de uma dose da mistura de propofol- lidocaína.
    - A defesa terminou com a testemunha que foi dispensada pelo juiz.

    - A corte entrou em recesso por 20 minutos por "assuntos á serem discutidos"

    - A Corte voltou do recesso


    - A promotoria chamou novamente o Dr. Shafer para testemunhar.
    - Shafer diz que Lorazepam por via intravenosa, ele vai para todos os órgãos, incluindo o estômago.
    - Shafer diz que em sua simulação de infusão de3h, ele não indica em que momento Michael Jackson teria parado de respirar ou morrido. Shafer: Na minha simulação os níveis de lidocaína foram levados em consideração. Lidocaína atravessa com o Propofol. É consistente.
    - Shafer: Risco grave com Propofol é de você parar de respirar. A incapacidade de respirar acaba levando à insuficiência cardíaca.
    - Shafer diz que MJ pode ter recebido mais propofol do que em sua simulação.
    - Wlagren termina seu questionamento e Flanagam assume.
    - Flanagan pergunta se, em seu relatório, Shafer disse que uma injeção de 5 ml de lidocaína corresponderia com o nível de Lidocaína encontrada na autópsia. Shafer diz que não é o que diz o seu relatório. Ele diz que deu um exemplo para explicar uma diluição 1-1, mas não é isso que Murray pode ter feito.
    - Shafer diz que ele está falando de uma dose maior, e não 5 ml de lidocaína.
    - 61,7 kg peso de MJ, foi dado a ele 25mg, que é 0,4 mg/kg. É sub-anestesia, "se não foi dado ao paciente outros medicamentos."
    - A testemunha foi dispensada pelo juiz que chamou os advogados para conversar.
    - Juiz diz que os advogados precisam de tempo para ordenar evidências e preparar suas alegações finais.

    - Por isso a corte vai entrar em recesso até quinta-feira ás 14hs (horário de Brasília).
    avatar
    Tay
    Administrador
    Administrador

    Mensagens : 520
    Data de inscrição : 31/01/2013
    Idade : 30
    Localização : Rio Grande do Sul

    Re: Resumo da 6ª semana de Julgamento

    Mensagem por Tay em Qua Fev 06, 2013 7:01 pm

    23º DIA DE JULGAMENTO - (03/11/2011)

    @MJNABrasil


    - Juiz aos jurados: cabe a vocês e só a vocês decidirem o que aconteceu neste caso. Não acesse sites de Internet, incluindo motores de busca e mídias sociais.
    - O juiz Pastor diz aos jurados que não podem usar um dicionário, Bíblia ou qualquer outro livro de referência durante as deliberações.
    - Juiz aos jurados: você pode usar suas notas durante a deliberação. Tenha em mente que elas podem ser imprecisas ou incompletas.
    - O réu é presumido inocente, a acusação deve provar o réu é culpado além da dúvida razoável.
    - Pastor: Você deve usar apenas as provas mostradas nesta sala de tribunal. Perguntas de advogados e observações não são provas, apenas as respostas de uma testemunha. Use seu bom senso e experiência para considerar um depoimento como verdadeiro ou falso. Não rejeite automaticamente um testemunho por causa de inconsistências. Duas pessoas podem ver o mesmo evento de maneiras diferentes.
    - O depoimento de uma testemunha não deve ser desconsiderado sem uma razão ou por causa de preconceito contra a testemunha.
    - Os jurados devem decidir o significado e a importância de cada opinião que foi expressa, incluindo opiniões de especialistas. Os jurados devem ignorar as opiniões que não são razoáveis ou não apoiadas por provas.
    - Se os especialistas discordam, os jurados devem pesar cada opinião e comparar a sua experiência e qualificações. Você deve decidir se a acusação provou o caso além de uma dúvida razoável, a fim de achar o réu culpado.
    - O réu tem o direito constitucional absoluto de não testemunhar. Você não deve usar isso contra ele.
    - Se o réu fez um comentário antes do julgamento que era falso, e ele sabia que era falso, pode ser prova de conhecimentos de culpa. Se os jurados percebem que o réu tentou ocultar provas ou provas escondidas, mas em si não pode provar a culpa.
    - Juiz aos jurados: promotoria não necessita provar que houve um motivo.
    - O juiz explica que um médico tem o dever legal de cuidar e tratar os seus pacientes.
    - A acusação deve provar que a morte foi consequência de uma falha e não teria acontecido sem a falha de um dever legal.
    - Negligência Criminal: Envolve mais que descuido comum, desatenção ou erro de julgamento.
    - Se a falha para executar esse dever legal é um fator substancial que contribuiu para a morte - ele é culpado.
    - Se você tiver uma dúvida razoável, você deve achar o réu inocente.
    - Todos os jurados devem concordar que a promotoria provou uma falha de um dever legal - deve ser uma decisão unânime.
    - Promotoria alega 4 atos: dever legal para MJ, falha na execução do dever legal, réu agiu c/ negligência criminosa e causou a morte de J.
    - Juiz para o júri: a unanimidade é exigida entre o júri em pelo menos um ou mais atos/falha de dever legal.

    -O juiz terminou ás instruções para os jurados. Eles vão agora dar uma pausa de 15 minutos antes de começar ás alegações finais.

    - A corte retornou

    - O promotor David Walgren vai começar sua argumentação.
    - Walgren estende seus agradecimentos a todos os membros do júri por seus esforços e paciência.
    - Walgren: a evidência, neste caso, é esmagadora.
    - Murray deixou Prince, Paris e Blanket, sem seu pai. Neste caso vai durar para sempre para eles, porque eles não têm um pai.
    - Walgren: "Um médico tem o dever para com seu paciente."Se foi feito um pedido para fornecer tratamento médico que possa causar danos, o médico tem que recusar.
    - Walgren: O médico, no final do dia é aquele que toma as decisões
    - Walgren: a relação de confiança foi grosseiramente corrompida pelas ações de Conrad Murray.
    - "Michael Jackson confiou a Conrad Murray sua vida. Confiou-o com sua própria vida individual, e para a vida futura de seus filhos." Walgren. "Michael Jackson pagou com sua vida"
    - Em 24 de junho, Michael ensaiou no Staples e fez uma grande performance. Ele estava otimista, fazendo o que amava fazer.MJ confiou em Murray que ele despertaria e compartilharia uma refeição com seus filhos.
    - Walgren: Ele estava preocupado com essa turnê?Absolutamente.Quem não ficaria ansioso?Ele queria satisfazer seus fãs,era um perfeccionista.
    - Walgren: Michael Jackson estava fazendo planos a longo prazo para si e para seus filhos, para o qual ele foi tão dedicado.
    - Ele deixou mensagens nas letras em suas canções, ele queria compartilhar esta mensagem nessa turnê.
    - Ele queria fazê-lo para seus fãs e mais importante para seus filhos porque eles nunca o viram se apresentar.
    - Walgren: "Seus filhos eram de suma importância para ele. Sabíamos sobre seus planos futuros, ele queria fazer filmes. Ele tinha planos, esperanças, sonhos"
    - Sem sonhos, sem esperanças, sem aspirações. Porque, em 25 de junho Michael Jackson foi declarado morto.
    - "Nós sabemos e vamos discutir como Paris entrou e descobriu seu pai e gritava:" Papai ", como ela rompeu em lágrimas."
    - Walgren: Como médico, a lei reconhece que existe o dever legal de cuidado. Se um médico não agir, ele é criminalmente negligente
    - Walgren: Você já ouviu a teoria da defesa de que Michael Jackson injetou-se propofol, causando sua morte.
    - Walgren agora falando sobre como júri devem ver a teoria de defesa que Jackson injetou-se com dose fatal de propofol.
    - Se você pegar a teoria de Murray como verdadeira, Murray em suas próprias palavras disse que era uma consequência previsível, e que ele é culpado de causar a morte.
    - Murray não disse os paramédicos, que ele estava dando Propofol durante 2 meses, Dr. White .disse que foi esquecimento: isso é uma afirmação falsa e enganosa.
    - Ele também mentiu para o pessoal da UCLA, ele só mencionou Lorazepam. Murray tinha plena consciência que ele tinha a obrigação de compartilhar informações, mas ele não fez.
    - Walgren: Murray foi tão imprudente com a vida de Michael Jackson que equivale a indiferença para com a vida de Michael Jackson.

    @MJNAbrasil parou de narrar (aprox. 16:00), mas o Promotor continua fazendo suas declarações.
    avatar
    Tay
    Administrador
    Administrador

    Mensagens : 520
    Data de inscrição : 31/01/2013
    Idade : 30
    Localização : Rio Grande do Sul

    Re: Resumo da 6ª semana de Julgamento

    Mensagem por Tay em Qua Fev 06, 2013 7:04 pm

    @MJNABrasil volta c/ a narração ( aprox. 17:10)

    - Walgren: Dr. White disse que não iria administrar Propofol na casa de alguém e penso que Murray deveria ter chamado 911 mais cedo.
    - Walgren: White também admitiu que um oxímetro de pulso sem alarme não tem qualquer valor se você estiver fora da sala.
    - Walgren: White afirmou que ele não iria sair do quarto se ele tivesse um paciente que se auto administrava drogas.
    - Walgren: White disse que só teve uma conversa com ele e não revisou os dados. Ele disse que não é um especialista em modelos.
    - Walgren está falando sobre como o Dr. With e Dr. Ornelas mudaram os tempos assim que a teoria também mudou.
    - Walgren: Mas então, Shafer revelou que teria de ser tomado pelo menos quatro horas antes do meio dia, assim que a defesa mudou sua teoria. White concordou que um tubo IV seria facilmente compactado e colocado no bolso, mas não estava confortável em admiti-lo.
    - Walgren: White mais tarde tirou uma linha IV em um pacote do bolso.
    - Shafer encontrou um artigo de 2002 - medição de 0,004%. 2000mg resultou em 70,71 Propofol inalterado. Michael tinha 82,5 Propofol. Isto exclui a teoria da defesa de auto-administração.
    - Michael confiou sua vida a Murray, ele pagou com sua vida. Murray em várias instâncias enganou, mentiu, agiu com negligência criminal. Mesmo se vocês aceitarem a versão dos fatos da defesa, Murray é criminalmente culpado de homicídio involuntário. Peço-lhe para vir com um veredicto de culpado, porque ele causou a morte de Michael, o abandonou e deu-lhe Propofol.
    - "A justiça exige um veredicto de culpado" - David Walgren

    - A corte entra em recesso até aproximadamente ás 18h40min (horário de Brasília)

    - A corte retornou do recesso


    - Chernoff diz que idendente do que Walgren disse, os jurados têm de se concentrar nas provas para dar um veredicto.
    - Chernoff: Walgren diz que não tem que provar o seu caso, isso é preocupante porque é isso que ele tem de fazer. Walgren esqueceu de dizer que a promotoria não conseguiu mostrar-lhe um crime. Walgren falou sobre registros telefônicos e o que estava acontecendo,sem evidência.Murray encontrou Michael sem respirar,em perigo, ao meio-dia. Murray imediatamente tentou reanimar Michael. Em 11:51 Anding Sade recebeu um telefonema de Murray.
    - De 11:18 ao meio-dia - Murray estava ao telefone. Se ele tivesse encontrado Michael antes, Murray teria parado de falar no telefone.
    - Propofol é uma droga de 10 minutos - injeção. A única maneira de manter o propofol trabalhando é de gota em gota. Ele pode ser administrada via IV por gotejamento ou injeção
    - Chernoff: Se antes da 11:18, o Dr. Murray deu uma injeção que ele disse à polícia, no momento em que ele saiu, não havia absolutamente nenhum perigo.
    - Chernoff: Alvarez, chorando, disse que era tão difícil para ele. Ele teve problemas para conseguir um emprego, com certeza. Mas você sabe que a ele foi oferecido dinheiro por sua história. Quando Alvarez primeiro falou com a LAPD (polícia) ele disse que só ligou para o 911.
    - Chernoff: Você realmente acredita que Alvarez não vai ganhar dinheiro?
    - Chernoff para os jurados: Você realmente acha que ele não iria tentar ganhar dinheiro com esta história? Ele está fora do trabalho.
    - Chernoff: Alberto Alvarez impressões digitais não foram encontradas no saco IV.
    - Chernoff: Olhando para os registros telefônicos de Alvarez e Michael Amir Williams os registros telefônicos mostram algo diferente.
    - Chernoff diz que Alvarez afirmou ter feito muitas coisas em apenas 44 segundos, de acordo com registros de seu telefone. Alvarez não disse a verdade, mas promotoria não se importa porque é sua base do frasco dentro da bolsa IV
    - Chernoff: investigadores da LAPD fizeram um excelente trabalho,tomaram notas sobre tudo.Det. Smith disse que não viu uma garrafa em um saco. Detetive Smith observou metodicamente tudo o que foi levado para fora do saco e ele não notou uma garrafa em um saco IV.
    - Chernoff: Não importa se você saiu da sala, ou foi jogar basquete, Murray não matou Michael Jackson
    - Chernoff: Quando Walgren adulterou provas e levantou o guia, o que você acha Shafer teria feito se não houvesse uma estipulação.
    - Chernoff: Por que você cortou um saco quando tudo que você tinha que fazer era levantar um guia para pendurar o frasco?
    - Chernoff: Não há nenhuma maneira de obter um gotejamento em uma tubulação longa - que não tinha nada nele. Shafer disse que não havia outra tubulação.
    - Chernoff: a promotoria em vez de começar com policiais ou investigadores, eles tiveram outros 13 especialistas, mas escolheu Shafer
    - Chernoff: Shafer disse que não tinha uma agenda. Mas ele não disse isso é uma possibilidade, ele disse: "Isto é o que aconteceu."
    - Eu quero defender o Dr. White. A razão pela qual você tem especialistas é dar-lhe as ferramentas para entender o caso.
    - Dr. White sabe mais sobre o propofol do que o Dr. Shafer nunca vai saber.Dr. Shafer fez simulações, mas eles não tinham nada a ver com o caso, exceto a última que lhe pediu para fazer.
    - Chernoff: Ele fez simulações sobre cenários ninguém jamais mencionou.
    - Chernoff: Nós tivemos que pedir a Shafer para fazer uma simulação sobre uma dose de 25 mg lenta. Ele mostra que não havia perigo e MJ não podia morrer disso.
    - Shafer fez uma simulação de 10 doses de 4mg cada um de Lorazepam. Única razão pela qual ele fez isso: havia um frasco vazio de Lorazepam.
    - Um dia depois, Shafer vem com um diagrama de dosagem de 9, porque Michael não estava em casa ás 0:00
    - Ministério não pôde provar um crime, e eles precisavam provar um crime.
    - A promotoria não pôde provar um crime, e eles precisavam provar um crime.
    - Dr. Shafer não fez qualquer simulação sobre Lorazepam oral porque Shafer sabia que não iria ajudar o caso.
    - White nunca te disse o que aconteceu porque ele não é um policial. Ele fez simulações sobre Lorazepam oral.
    - White explicou como você poderia chegar aos mesmos resultados com Lorazepam oral. Mas Shafer não se incomodou, porque não se encaixava.
    - O que é mais razoável para você? Murray dando Lorazepam para um MJ já em coma ou MJ vai no banheiro e toma Lorazepam? Alguém tem que dizer a verdade: se fosse qualquer outra pessoa e não Michael Jackson, estaria o médico aqui hoje?
    - De acordo com as instruções do júri, você teria que acreditar que havia desrespeito pela vida humana ou a indiferença.
    - Encorajo-os a ouvir a entrevista inteira de Murray.Por favor.Ouça como ele diz as coisas, como ele se sente sobre Michael Jackson.
    - Se Conrad Murray estava escondendo as coisas, por que ele disse a polícia de Los Angeles, ele estava dando Propofol durante 60 dias, através de uma infusão? Se estivéssemos enganando a polícia, você não acha que teria vindo com uma história melhor?
    - Promotoria tem que responder: 1) Será que Murray cometeu ação/omissão /negligência criminosa? 2) É a causa direta da morte de Michael?
    - Chernoff para os jurados: Esta é a sua chance para decidir se a ação do Dr. Murray foi a causa direta da morte de MJ. Walgren vai ter que lhe dizer que talvez essa teoria por gotejamento era falsa.
    - É fácil sentar-se e apontar o dedo para o seu colega e dizer o que a promotoria disse para você ver.
    - Esses médicos nunca estiveram no lugar de Murray, eles não sabem o que é ter um paciente e amigo como Michael Jackson. Você pode julgar Murray pelo que fez, mas não questiona seus motivos
    - É desrespeito pela vida humana quando você tenta reanimar seu paciente?
    - A promotoria disse que era estranho o que Murray fez sobre ás chamadas ao 911.
    - Murray administrou flumazenil, não funcionou. Vai para a cozinha e diz Kai Chase "chame a segurança, chame Prince".
    - Murray não disse "chame Prince", mas é o que diz Kai. Murray esperava que Chase fosse ao trailer de segurança.Ninguém iria abrir o portão para uma ambulância sem subir para verificar. Mas Walgren disse que era "bizarro".
    - Com a segurança em torno do perímetro da casa de MJ, ninguém fica dentro. Sem ambulância, sem polícia, sem família
    - ventilações não têm nada a ver com se o paciente estava na cama ou não. CM tinha uma mão nas costas, uma mão no peito
    - Porque é que cada coisa que Murray fez tem que ser um desvio de padrão de atendimento?
    - Houve uma bolsa de respiração. Murray disse que não foi ventilação suficiente.Será que fazer boca-a-boca é mostrar desrespeito para a vida humana?
    - a promotoria chamou algumas testemunhas, não por causa de registros telefônicos,mas para mostrar-lhes imagens de partir o coração das crianças
    - Eles só tinham um desejo enorme de pintar Murray como o vilão perfeito e MJ como a vítima perfeita
    - Disseram que Murray queria deixar o hospital. Mas depois descobrimos que ele só estava indo para a ala oeste. Quando Murray poderia ter deixado o hospital? Murray foi o único homem sem transporte, porque ele foi com a ambulância.
    - Em 19 de junho, Frank Dileo disse que "precisamos descobrir o que (MJ) está fazendo" Não é o que ele está fazendo, é o que está sendo feito para ele.
    - Michael estava sob pressão. Dar Propofol em uma casa é uma coisa inadequada para fazer
    - Murray forneceu uma droga - não controlada - para tratar um problema, não para alimentar um vício.
    - Steinberg disse MJ era como um bebê em uma bancada. Foi o comentário mais insultuoso para MJ.É como dizer que MJ não é um adulto totalmente formado capaz de tomar suas próprias decisões.
    - Em que ponto você tira a responsabilidade entre Conrad Murray e Michael Jackson?
    - Tome este caso para longe dele. Este não é um reality show, isso é vida real. Esqueça que este caso envolve Michael Jackson.
    - Chernoff: "Espero que você faça a coisa certa e constate que o Dr. Murray não é culpado. Obrigado."

    Ed. Chernoff termina sua argumentação e a corte entra em recesso por 15 minutos.
    - A corte retorna do recesso. O promotor walgren vai apresentar seus argumentos de refutação.

    - Estamos aqui por uma razão: por causa das ações de Murray.
    - Não se deixe enganar por afirmações da defesa de que este caso surgiu apenas por causa do nome Micahel Jackson.
    - O que Murray fez nunca foi feito antes. É por isso que estamos aqui.
    - Eu acredito que as testemunhas personagens receberam bons cuidados de Murray, mas isso não é o tratamento que MJ teve.
    - (ironico) Eles culpam a todos, mas Conrad Murray. Pobre Murray. Michael Jackson é culpado, Elissa Fleak está mentindo, Alberto Alvarez está mentindo, Kai Chase é culpada.
    - Estou certo de Murray estava de luto ... ele é responsável pela grave negligência neste caso.
    - Esperar 20 minutos para ligar para 911, isso é bizarro. Dar propofol para dormir durante dois meses, isso é bizarro
    - Murray mentiu para os paramédicos, aos médicos sobre dar propofol, isso é bizarro
    - Nenhuma das ações de Murray era consistente com um médico, treinado e competente, com preocupação para o paciente.
    - Michael queria Propofol, não há dúvida sobre isso. Muitos Drs. disseram que não, mas Murray disse que sim. Pobre Conrad Murray
    - Shafer testemunhou pro-bono, de forma gratuita. As simulações que Chernoff estava falando, foram rejeitadas por Shafer!
    - Murray tinha o dever legal de cuidar para monitorar e garantir a segurança de seu paciente.
    - Murray administrou. Se Murray não tivesse abandonado o paciente, ou monitorado o paciente, isso não teria acontecido
    - Se você administrar Propofol em um quarto, a causa natural é a morte
    - É totalmente previsível e previsível. White disse que não deixaria seu paciente sozinho naquela situação.
    - Alvarez não tem nenhuma posição neste caso, um pesadelo para ele. Ele disse a verdade, o que ele encontrou e viu.
    - Mesmo com Fleak e o Det. Smith. Ele não viu o saco removido, ele estava em outra sala.
    - Isto não é uma conspiração maciça entre Elissa Fleak e Alberto Alvarez
    - Dr. Shafer deu ao júri a ciência e disse a verdade
    - Impressões digitais de Alvarez ou Michael não foram encontradas.
    - impressões digitais de Alvarez não estavam no saco IV, nem de Michael Jackson na seringa. Você nem sempre deixa impressões digitais
    - Murray disse a todos Michael Jackson estava com a saúde ótima, nenhuma menção de qualquer coisa que estava acontecendo por trás de portas fechadas.
    - Houve uma impressão digital. No frasco de 100mL de Propofol. Conrad Murray.
    - Murray mentiu porque havia a consciência de culpa, e ele estava olhando para si mesmo.
    - Quando Katherine perguntou o que aconteceu, Murray respondeu 'não sei'
    - pobre Conrad Murray. A lei é muito clara e teoria da defesa de auto-administração não é uma situação imprevisível.
    - a promotoria não pode provar exatamente o que aconteceu por trás dessas portas. Michael poderia dar respostas, mas ele está morto.
    - Se Murray sentiu tão profundamente por MJ ... ações falam mais alto que palavras.
    - MJ confiou sua vida nas mãos de Murray
    - Conrad Murray trouxe propofol para a casa, administrou, o abandonou, não ligou para o 911.
    - Murray é responsável, não porque ele é Michael Jackson, mas porque Murray agiu com negligência criminosa.
    - Peço-lhe que apliquem a lei, trabalhem juntos como jurados e passem pelas provas. Eu prometo que você vai achar que Murray é culpado, não é tão difícil de ver.
    - A única verdade e que o veredicto é culpado de homicídio involuntário. Obrigado.

    - O juiz está dando instrução aos jurados.

    - O juiz liberou os jurados, que iniciarão a deliberação somente amanhã de manhã.

    A partir do momento que os jurados se encontrarem para deliberar o veredicto pode demorar algumas horas assim como semanas.

    Conteúdo patrocinado

    Re: Resumo da 6ª semana de Julgamento

    Mensagem por Conteúdo patrocinado


      Data/hora atual: Dom Set 24, 2017 5:13 pm