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    [Jackson x AEG] Acompanhe o julgamento - Discussões gerais e Atualizações Diárias

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    joseph fortunato
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    Re: [Jackson x AEG] Acompanhe o julgamento - Discussões gerais e Atualizações Diárias

    Mensagem por joseph fortunato em Ter Ago 13, 2013 7:32 pm

    Isso foi injusto para michael mesmo não sendo fã dele ele não merecia, principalmente pela sua pessoa sempre ajudando os outros sem esperar nada em troca ''(
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    Tay
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    Re: [Jackson x AEG] Acompanhe o julgamento - Discussões gerais e Atualizações Diárias

    Mensagem por Tay em Qua Ago 14, 2013 1:39 am

    Jackson x AEG - 61º Dia - 1º de agosto de 2013

    Fonte: MJJC
    Tradução: Tay, para o fórum MJ Art

    Katherine estava presente no tribunal.

    Testemunho de Eric Briggs

    Jackson

    Panish perguntou se o avaliador contratado pelo IRS valorizou o catálogo Sony/ATV entre 100 e 300 milhões. Briggs disse que "isso está correto". Panish disse que MJ tinha o seu próprio catálogo de músicas, além de outros ativos. Briggs concordou. O valor era apenas para o catálogo Sony/ATV.

    Panish passou cerca de uma hora em seu interrogatório, desafiando outros aspectos do testemunho do consultor Eric Briggs. Quanto a um slide que Briggs prepou sobre a turnê Dangerous, que mostrou que Jackson perdeu dinheiro, Briggs disse que foi baseado no testemunho de Gongaware. Panish perguntou se Briggs fez qualquer investigação sobre os ganhos da turnê Dangerous. O consultor disse que não. O slide afirma que a turnê HIStory quebrou, Briggs também se baseou no testemunho de Paul Gongaware. Panish perguntou se Briggs olhou para os milhões que Jackson doou para instituições de caridade durante a turnê. Briggs disse que leu as notícias. Briggs disse que viu as manchetes contraditórias sobre para onde as doações foram, e ele não conseguia se lembrar o quant

    "This It It" tour:
    Panish: Havia um plano para fazer shows no O2?
    Briggs: Sim
    P: Houve uma público?
    B: Certamente
    P: Houve financiamento?
    B: Sim
    Panish: Então, todos os fatores foram atendidos para os shows no O2?
    Briggs: Sim

    World Tour:
    Panish: Já houve um plano, por escrito, a partir de Gongaware para turnê mundial?
    Briggs: Se você estiver fazendo referência ao plano em setembro de 2008, sim.

    A proposta reflete 186 espectáculos, disse Briggs.

    Panish: Você se lembra de Mr. Falcão testemunhou que MJ iria receber $400 milhões?
    Briggs: Tentei, sim, é o que ele esperava.

    "Ele descreveu como esperança, e não como  intenção."

    Quanto a Kenny Ortega, Panish perguntou se MJ disse a Ortega que eles estavam indo para uma turnê mundial.
    'Você já foi para a Índia, você deve ir." E MJ continou a dizer a Ortega que, após a conclusão dos shows no O2, ele queria levar o show para ao redor do mundo. "Seja o que for que você está fazendo, você tem que ir para a Índia", MJ disse a Ortega e, em seguida, ele disse:' Você já foi ao Japão?" Ortega declarou que, depois disso, MJ ia pendurar seu chapéu como artista em turnê e queria fazer filmes.

    Panish: Sua interpretação da deposição de Ortega é que ele não está indo em turnê?
    Briggs: Ele afirma aqui muito claramente que ele tinha esperanças.

    "Que alguém espere que algo vá acontecer, não indica que isso vá acontecer", disse Briggs. Panish perguntou se Briggs viu o testemunho de Paris de que 'eles estavam saindo em turnê mundial'. "Eu acredito que considerei seu testemunho, mas seu testemunho não foi uma fundação ou base para a minha opinião", Briggs testemunhou.

    Panish concluiu seu interrogatório


    AEG

    Sabrina Strong fez o questionamento.

    O catálogo Sony/ ATV contém músicas do Eagles e inúmeros outros, Briggs explicou. "Eu realizei a quantidade significativa de trabalho em relação ao catálogo Sony/ATV nos últimos 5 a 10 anos", disse o especialista. Michael Jackson e Sony Corporation são donos de 50% do catalogo cada um.

    Strog: Por que você estava tão desconfortável ao responder às perguntas sobre o catálogo Sony/ ATV?
    Briggs: Porque eu estou sob contrato de confidencialidade com várias empresas em que trabalhei, relacionadas à valorização do catálogo da Sony.

    Briggs disse que tem um acordo de confidencialidade com o Espólio de Michael Jackson e outras empresas para as quais trabalhou. Briggs disse que não pode divulgar qualquer informação sobre o catálogo a menos que dirigido pelo tribunal.

    Strong perguntou quando os advogados do Espólio de MJ o contrataram para avaliar o catálogo. Briggs disse que o trabalho foi feito em 2010. A avaliação foi feita com base na parte que pertence a Michael Jackson, que é de 50%, disse Briggs.

    Briggs disse que o catálogo Sony/ATV tem as músicas dos Beatles, Willie Nelson, e outros. É um investimento, sequer tem as músicas de MJ nele.

    A percepção de que MJ tinha dívidas poderia violar a sua capacidade de, por exemplo, ir ao Citibank, pedir dinheiro para a turnê, disse Briggs.

    Briggs: A percepção infeliz na mídia, que não tinha nada a ver se ele fez aquilo ou não. Strong perguntou sobre  Briggs ter mencionado o julgamento por abuso sexual onde MJ tinha sido absolvido. "Porque nós vivemos em um mundo, infelizmente, em que as manchetes criam uma percepção. E isso causa danos em contratos de patrocínio", disse Briggs.

    Testemunho de Michael LaPerruque





    AEG

    Após o almoço, AEG chamou sua próxima testemunha, Michael LaPerruque.

    Advogado Marvin Putnam fez o questionamento. Ele perguntou se LaPerruque reuniu-se com advogados de defesa e autor antes de testemunho. Ele disse que sim.

    Putnam: Você está torcendo para ambos os lados?
    LaPerruque: Não, eu não estou torcendo para qualquer lado

    LaPerruque: Eu sou um especialista em segurança, em proporcionar segurança para pessoas de alto perfil, celebridades. Eu trabalhei para Michael e Janet Jackson. MJ contratou LaPerruque 5 a 10 vezes no verão de 2001. Ele foi contratado em tempo integral em dezembro de 2001 e estava no emprego até 2004. 

    Putnam perguntou se LaPerruque foi treinado para identificar pessoas intoxicadas. Ele disse que sim, ele participou de cursos de intoxicação medicamentosa.
    No início do verão de 2001, LaPerruque disse que um homem da segurança de MJ pediu ajuda no Universal Hilton. LaPerruque foi ao Universal Hilton, havia um quarto para ele. MJ e as crianças, a babá, a equipe de segurança pessoal estavam lá também. A babá iria chamá-lo, se precisasse de alguma coisa para MJ ou para as crianças. MJ estava filmando um curta-metragem, então LaPerruque foi convidado para dar  segurança algumas vezes.

    Ele foi com MJ para NY para garantir a segurança no "30th anniversary" no Madison Square Garden. Em dezembro de 2001, LaPerruque foi convidado para estar o tempo inteiro e dirigir a segurança de Michael Jackson.


    Putnam: É justo dizer que você saiu do seu trabalho no Departamento do Xerife para trabalhar com Michael Jackson?
    LaPerruque: Eu me aposentei.

    LaPerruque era encarregado da proteção de Michael Jackson e da proteção dos seus filhos. Ele consultou a respeito de segurança Neverland. LaPerruque: Sempre que MJ saia do imóvel por um longo período, indo para Los Angeles ou ao redor do mundo, eu o acompanhava. LaPerruque nunca morou no rancho Neverland.

    LaPerruque: Ele teria um médico presente, também, quando saia e estavam hospedados em algum lugar , ele me pedia para chamar um médico.

    Ele disse que MJ se queixou de dores nas costas. "Tornou-se comum ter um médico em pronto na chegada a hotéis", disse LaPerruque. Se o médico viesse, seria alguém que o Sr. Jackson conhecia e teria um quarto no hotel. LaPerruque não ajudou a encontrar médicos.

    Putnam: A partir de dezembro 2001 a 2004, você acredita que o Sr. Jackson estava sob a influência de drogas?
    LaPerruque: Sim

    LaPerruque disse que houve três vezes em que ele estava em um hotel e recebeu um telefonema no meio da noite. "Sua fala estava muito arrastada, como resmungar, não o entendia, às vezes," LaPerruque descreveu. "Gostaria de ir para o seu quarto para certificar de que ele estava ok", disse LaPerruque.


    Putnam perguntou o que fez LaPerruque achar que MJ estava sob a influência de drogas.
    LaPerruque: "Eu nunca realizeu todos os testes, mas os sintomas que ele estava exibindo eram consistentes com estar sob influência", LaPerruque testemunhou.

    LaPerruque falou com o Dr. Slavitch, de San Francisco. Ele disse que ficou preocupado com MJ devido a inúmeras vezes que ele viu MJ sob influência. "Eu estava preocupado com a sua saúde", LaPerruque testemunhou. Ele também falou com Grace Rwaramba, a babá dos filhos de MJ na época, sobre as suas preocupações e Dr. Alimorad "Alex" Farshchian em Miami, Florida. Ele era um dos médicos que viajavam com MJ, LaPerruque disse, provavelmente escolhido por MJ. A relação entre o Dr. Farshchian e MJ já estava estabelecida quando LaPerruque começou a trabalhar para o artista.

    Putnam perguntou se LaPerruque falou com membros da família de MJ ou colegas de trabalho. "Eu não acreditava que era meu lugar fazer isso", disse ele.

    LaPerruque: Qualquer tipo de e-mails e telefonemas vinham até mim. Eu retransmitia a mensagem para ele, iria para seu quarto para colocar uma nota debaixo da porta.

    LaPerruque: Sr. Jackson tinha propensão em perder seu celular. Eu acho que eu contei, ele perdeu 27 telefones celulares (o júri riu). Era dado as pessoas o número do celular de LaPerruque e elas deixavam mensagens para Michael. LaPerruque batia na porta do MJ, o escoltava até a sala de reuniões em que aconteceria. Ele esperarva do lado de fora da porta e escoltava MJ de volta para o quarto.

    LaPerruque: Em raras ocasiões, houveram momentos em que ele parecia estar sob a influência de drogas em reuniões, teria que ser levado de volta para seu quarto.

    Putnam: Você gosta do Sr. Jackson?
    LaPerruque: Muito!

    Putnam: Houve um tempo em que você não gostava do Sr. Jackson? LaPerruque disse que tinha algumas questões relacionadas com a carga e horário de trabalho, mas na maior parte era um prazer trabalhar com o Sr. Jackson

    "Ele lutou muito para não ser dependente de medicamentos prescritos", LaPerruque testemunhou.

    Ele disse que sabia que Jackson tinha dores nas costas e dificuldade para dormir. Apesar de ver o artista prejudicado, La Perruque disse que nunca viu Jackson tomar quaisquer drogas ou viu qualquer sinal de medicamentos em torno. Jackson tentou buscar ajuda, disse ele.

    Jackson, porém, manteve os membros de sua família longe, porque ele sabia que estavam tentando encenar uma intervenção, disse ele. Ele disse aos jurados que o irmão mais novo, Randy Jackson, chegou ao rancho Neverland, um dia, em um helicóptero para falar com seu irmão sobre o uso de medicação. La Perruque disse que o afastou. Ele disse que Jackson o chamou no meio da noite, entre 20 e 30 vezes, no início de 2000 e estava muitas vezes murmurando e incoerente.  "Eu acho que ele estava sozinho", disse La Perruque. "Ele queria alguém para conversar." (AP)

    Um dia, LaPerruque disse que MJ lhe falou que estava limpo. "Eu só quero que você saiba que eu vou ficar assim", disse LaPerruque que MJ lhe falou. LaPerruque entendeu que MJ estava trabalhando duro para combater a dependência em medicamentos prescritos. "Ele tinha os médicos para tratá-lo para tirá-lo das drogas mais difíceis", disse LaPerruque. Putnam perguntou como ele sabia e ele disse que teve discussões com os médicos e eles lhe disseram.

    LaPerruque nunca viu MJ usar drogas ou tomar medicação. Ele viu garrafas de vinho abertas em seu quarto. O chefe de segurança disse que nunca viu, em qualquer lugar, medicamentos em quarto de hotel ou em Neverland.

    LaPerruque foi um par de vezes com MJ e seus filhos à Disney World, na Flórida. Houve uma emergência médica, uma vez em 2001 ou 2002. Eles estavam hospedados em um hotel da Disney. LaPerruque não acha que um médico viajava junto. Ele ficou em um quarto diferente do de MJ e os filhos.

    LaPerruque: Eu estava no meu quarto, recebi o telefonema da segurança do hotel de que alguém ligou para o 911 do quarto de MJ. LaPerruque disse que o check-in foi feito com nome falso. O serviço de quarto viria com ele e ele levaria para o quarto de MJ.

    LaPerruque: Peguei as chaves do Sr. Jackson e encontrei Prince e Paris chorando. Eles estavam chorando, dizendo que não conseguiam acordar o pai.

    LaPerruque: Eu encontrei o Sr. Jackson no corredor da suíte, de bruços, inconsciente. Eu tinha que verificar o pulso, virei ele, sacudi, finalmente, estava respirando. Eu o acordei, levoi para o quarto.

    Putnam: Você teve que fazer respiração boca-a-boca?
    LaPerruque: eu fiz
    P: Você viu algum tipo de droga?
    LP: Não
    P: Álcool?
    LP: Não que eu me lembre

    LaPerruque tentou cancelar os paramédicos, mas eles estavam chegando. Disse-lhes que encontrou MJ e os paramédicos disseram que tinham que verificar de qualquer maneira. LaPerruque pediu aos paramédicos que não colocassem em seu relatório o nome de MJ.

    LaPerruque nunca discutiu com MJ sobre esse incidente.

    Putnam: Por que você não falou com o Sr. Jackson a respeito?
    LaPerruque: Porque eu não achava que era o meu lugar.


    Putnam: Alguma vez você pensou deixar os tablóides saberem?
    LaPerruque : Não
    Putnam: Será que você considerou que poderia ter feito muito dinheiro?
    LaPerruque: Não
    Putnam: Por quê?
    LaPerruque : Porque eu tinha um compromisso com Michael Jackson.

    A primeira vez em que LaPerruque contou sobre esse incidente foi em seu depoimento. Hoje no tribunal foi a segunda vez.

    LaPerruque se lembra, em 2001, que a família Jackson tentou uma intervenção. MJ pediu-lhe para ir imediatamente até o rancho.
    LaPerruque: Ele me disse que sua família estaria indo para o rancho falar com ele e me pediu para fazer a interface com seus parentes. "Foi solicitado pelo Sr. Jackson", disse LaPerruque.

    LaPerruque: Eu estava no portão da frente, vi o helicóptero voando muito baixo sobre Neverland. Randy Jackson estava no helicóptero. "Ele pediu para ver Michael", LaPerruque lembrou. "Eu disse a ele que MJ disse que não queria ver nenhum de seus familiares no momento."

    LaPerruque disse que Michael contou que tinha problemas para dormir.
    LaPerruque: Ele estava tentando encontrar algo que pudesse ajudá-lo a dormir. Houve uma ocasião em que eu o levei ao médico e eu pensei que ele estava lá para ver se conseguia encontrar alguma coisa para ajudá-lo a dormir.


    Putnam: Você já teve a impressão de Mr. Jackson estava tentando esconder drogas de você?
    LaPerruque: Não.

    "Eu nunca vi ele engolir uma pílula, nunca o vi tomar injeções", LaPerruque testemunhou.

    LaPerruque disse que houveram duas razões pelas quais parou de trabalhar para MJ.

    LaPerruque: Eu nunca estava em casa, eu perdi muito sobre meus filhos, aniversários, feriados.

    LaPerruque disse que o outro motivo foi a fonte de receita, que estava cada vez mais difícil, e assuntos financeiros foram se tornando um problema. LaPerruque teve outros empregos. Ele também trabalhou em investigações internas, segurança de jornalistas que trabalham em ambiente hostil no Iraque.

    Em 2007, LaPerruque voltou a trabalhar para Michael Jackson. Ele ainda era o chefe de segurança do LA Times. Grace Rwamba chamou LaPerruque e disse que queria conhecê-lo, tinha uma mensagem de Michael Jackson.

    LaPerruque: MJ sempre apreciou a minha lealdade, o melhor segurança que ele já teve, me pediu para voltar a trabalhar para ele. "Eu ligava para o homem."

    LaPerruque: Naquela época, meus filhos tinham crescido, começaram suas próprias coisas, sempre gostei do desafio de trabalhar para MJ.

    Depois de se encontrar com ele e falar com seu empresário na época, LaPerruque deixou o LA Times e foi trabalhar para Michael Jackson. Eles se encontraram cara a cara, a última vez em que se falaram foi no julgamento Arvizo.  LaPerruque disse que Michael apareceu brilhante, claro, enérgico, cheio de energia. Ele queria fazer um monte de coisas. Seu trabalho era o mesmo de antes. Ele falou com Raymone Bain. LaPerruque tinha um acordo por escrito para trabalhar como chefe de segurança de Michael Jackson. Ele trabalhou para ele durante apenas alguns meses em 2007.

    Durante este tempo, LaPerruque levou MJ para Nova York para se reunir com executivos da AEG Live. Acompanhou MJ até a sala, provavelmente 10 ou mais pessoas presentes. "Michael parecia brilhante e alerta nesta reunião. Ele parecia animado", disse LaPerruque. A reunião durou duas horas, LaPerruque disse. Acompanhou MJ para a Penn Station, ele queria pegar algumas rosquinhas para as crianças. LaPerruque disse que ele parecia feliz, não perguntou sobre como foi a reunião.

    O chefe de segurança nunca disse a AEG sobre qualquer uma das preocupações que teve com Michael Jackson. LaPerruque disse que não teve  qualquer preocupação sobre MJ estar sob a influência de drogas em 2007.

    LaPerruque disse que ele parou de trabalhar para MJ devido a dificuldades financeiras. "Eu não estava sendo pago", explicou LaPerruque. O trabalho começou em agosto de 2007, foi pago em setembro e não foi pago mais até 2008. LaPerruque falou com MJ. "Ele disse que estava muito envergonhado de não ser capaz de me pagar, ele disse que ia fazer isso direito, se desculpou." Isso aconteceu em novembro de 2007.

    MJ, em seguida, mudou-se para Las Vegas. Ele falou com Raymone Bain, que disse que MJ tinha se mudado.

    LaPerruque disse que tentou falar com MJ várias vezes sobre ser pago, mas nunca ouvi falar de volta. LaPerruque manteve um advogado para falar com representantes de MJ para fazer cumprir o acordo que eles tinham. "Eu estava louco, mas não bravo com ele", disse LaPerruque.

    LaPerruque disse que nunca pensou em vender a sua história para os tablóides.

    LaPerruque disse que viu MJ cerca de 2 semanas antes de sua morte. Ele estava trabalhando para Janet, ela deu uma festa para os seus pais em um restaurante.

    LaPerruque: MJ me viu e disse 'Mike!' Veio correndo até mim, me deu um grande abraço. Ele perguntou se podia falar, eu o levei para um quarto privado. LaPerruque disse que MJ parecia feliz por estar na festa. Ele não estava incoerente ou com fala arrastada.

    LaPerruque: Eu perguntei, "Mike, você está parecendo mais magro do que já o vi." Você precisa reunir-se em seus ossos. " Ele riu.

    LaPerruque disse MJ disse que ele estava ensaiando muito, por isso o peso. Ele disse que MJ parecia animado em ir para Londres.

    Putnam: Você ficou surpreso quando ele faleceu?
    LaPerruque: Sim. "Isso me pegou de surpresa", LaPerruque explicou.



    Jackson

    Advogado dos Jacksons, Deborah Chang, fez o interrogatório de LaPerruque.

    "Onde quer que fosse, haveriam fãs lá", LaPerruque testemunhou. Ele disse que os fãs queriam conhecer MJ, tirar fotos.

    LaPerruque: Havia sempre uma preocupação por seqüestrá-lo ou a seus filhos. LaPerruque explicou que não só tentava proteger o cliente de fontes externas, mas de passar vergonhas. LaPerruque disse que MJ tinha milhares de fãs em todo o mundo.

    Chang mostrou uma foto de LaPerruque ajudando MJ com um pé esquerdo machucado.


    Sobre o "Living with Michael Jackson", Documentário de Martin Bashir. LaPerruque estava presente, pensou que MJ confiava em Bashir.
    Chang: Ele estava devastado por aquilo que acreditava ser violação dessa confiança?
    LaPerruque: Muito arrasado!

    LaPerruque disse que MJ estava com dor após o lançamento do documentário. Chang queria tocar um trecho do documentário, mas mudou de ideia.


    Chang: Você acreditou que as acusações de Arvizo eram falsas?
    LaPerruque: Correto.

    "Eu saí em pleno apoio dele", LaPerruque lembrou. LaPerruque perguntou como MJ reagiu no que diz respeito às acusações, quando tudo que ele queria fazer era cuidar das crianças.

    LaPerruque: Sim, devastado.
    Chang: Estava ele emocionalmente e fisicamente destruído, com dor?
    LP: Sim
    C: Você o viu chorar?
    LP: Sim

    LaPerruque disse que sabia que MJ tinha vitiligo e precisava de tratamento. Ele disse que MJ queixava-se de dor nas costas.

    LaPerruque nunca vi qualquer medicamento no quarto de MJ, nunca o vi ligado em IntraVenosos. Ele só viu MJ beber vinho uma vez em um avião. LaPerruque disse que sempre teve pleno acesso ao quarto de MJ, tinha as chaves de seu quarto de hotel. O chefe de segurança disse que não seria capaz de dizer que MJ era viciado em Demerol ou analgésicos. Ele sabe que MJ queria estar limpo e foi motivado no pior caminho.

    Chang: E ​​você acreditou?
    LaPerruque: eu acreditei.

    LaPerruque disse que na maioria do tempo em que viajou com MJ, ele não estava sob influência. Chang perguntou se LaPerruque visse MJ fazendo algo que pudesse colocar as crianças em risco, se ele teria chamado o Serviço Para Crianças. Ele disse que absolutamente.

    LaPerruque recebeu telefonemas do presidente Clinton, Elizabeth Taylor, Gregory Peck, Marlon Brando, líderes mundiais procuvam MJ. Chang mostrou um vídeo de Liz Taylor apresentando Michael Jackson. LaPerruque disse que os fãs de MJ eram ensurdecedores, algo que jamais tinha visto.

    Chang: Como você descreveria o MJ naquela noite?
    LaPerruque: Ele estava fantástico
    Shows [30th Anniversary] foram em 07 de setembro e 10 de setembro de 2001, véspera do 11 de setembro [ataque as Torres Gêmeas, em NY]. "Eu nunca tinha experimentado nada parecido com aquilo", LaPerruque testemunhou.

    Chang mostrou um vídeo da música "What More Can I Give", com vários artistas cantando, como Celine Dion, Beyoncé, Gloria Estefan

    Chang: MJ escreveu essa canção em benefício  das vítimas do 11 de setembro?
    LaPerruque: Sim

    MJ recebeu em 2002 o  American Music Award de Artista do Século. Chang mostrou o vídeo do anúncio. LaPerruque disse que MJ era muito pé no chão, nunca se gabava de todos os prêmios que recebeu.
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    Re: [Jackson x AEG] Acompanhe o julgamento - Discussões gerais e Atualizações Diárias

    Mensagem por joseph fortunato em Qua Ago 14, 2013 2:44 am

    Parabéns tay dificilmente vejo blog como seu sempre com noticias atualizadas e muito organizado "), hj é depoimento da debbie? incrível como michael ganhou tantos prêmios e quase ninguém sabia, ele não se gabava muito como disse o cara no testemunho, esse michael me surpreende a cada dia, fiquem com deus abraço.
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    Re: [Jackson x AEG] Acompanhe o julgamento - Discussões gerais e Atualizações Diárias

    Mensagem por ana claudia em Qua Ago 14, 2013 9:22 am

    Eu estou em colicas ja pra saber o que a Debbie vai dizer ..
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    Re: [Jackson x AEG] Acompanhe o julgamento - Discussões gerais e Atualizações Diárias

    Mensagem por Vall em Qua Ago 14, 2013 11:08 am

    joseph fortunato escreveu:Parabéns tay dificilmente vejo blog como seu sempre com noticias atualizadas e muito organizado "), hj é depoimento da debbie? incrível como michael ganhou tantos prêmios e quase ninguém sabia, ele não se gabava muito como disse o cara no testemunho, esse michael me surpreende a cada dia, fiquem com deus abraço.
     também agradeço a Tay por essa organização e dedicação! kissed 
    sempre dando o seu melhor.. obrigada sua linda!





    Eu estou em colicas ja pra saber o que a Debbie vai dizer ..
    eu estou ansiosa Ana.. espero que Debbie seja verdadeira e autêntica como sempre foi.. espero sinceramente não me desapontar com ela..
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    Re: [Jackson x AEG] Acompanhe o julgamento - Discussões gerais e Atualizações Diárias

    Mensagem por ana claudia em Qua Ago 14, 2013 5:52 pm

    Vall escreveu:
    joseph fortunato escreveu:Parabéns tay dificilmente vejo blog como seu sempre com noticias atualizadas e muito organizado "), hj é depoimento da debbie? incrível como michael ganhou tantos prêmios e quase ninguém sabia, ele não se gabava muito como disse o cara no testemunho, esse michael me surpreende a cada dia, fiquem com deus abraço.
     também agradeço a Tay por essa organização e dedicação! kissed 
    sempre dando o seu melhor.. obrigada sua linda!





    Eu estou em colicas ja pra saber o que a Debbie vai dizer ..
    eu estou ansiosa Ana.. espero que Debbie seja verdadeira e autêntica como sempre foi.. espero sinceramente não me desapontar com ela..
     Assim espero. Será mto duro se ela fizer o contrario .;
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    Re: [Jackson x AEG] Acompanhe o julgamento - Discussões gerais e Atualizações Diárias

    Mensagem por joseph fortunato em Qua Ago 14, 2013 6:37 pm

    debbie tava a favor da aeg?? que cara que filhos da puta esses médicos o michael era o que ? o cobaia de laboratório, cara mano o que dinheiro não faz, esses médicos tinha que ter os registros cassado.....
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    Re: [Jackson x AEG] Acompanhe o julgamento - Discussões gerais e Atualizações Diárias

    Mensagem por Vall em Qua Ago 14, 2013 8:36 pm

    joseph fortunato escreveu:debbie tava a favor da aeg?? que cara que filhos da puta esses médicos o michael era o que ? o cobaia de laboratório, cara mano o que dinheiro não faz, esses médicos tinha que ter os registros cassado.....
     ela foi intimada pela AEG .. fui confirmar isso agora.. também fiquei em dúvida.
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    Re: [Jackson x AEG] Acompanhe o julgamento - Discussões gerais e Atualizações Diárias

    Mensagem por joseph fortunato em Qua Ago 14, 2013 8:48 pm

    Já deram uma olhada no depoimento dela??
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    Re: [Jackson x AEG] Acompanhe o julgamento - Discussões gerais e Atualizações Diárias

    Mensagem por Vall em Qua Ago 14, 2013 8:53 pm

    joseph fortunato escreveu:Já deram uma olhada no depoimento dela??
     estamos acompanhando, em breve postaremos aqui.. até o momento está emocionante, ela chorou bastante.. disse que MJ fez ela voltar pra faculdade, de como MJ era inocente em relação aos médicos... vamos esperar terminar... e postaremos na íntegra.

    HIlário: perguntaram para a Debbie como ela se preparou para o julgamento e ela respondeu...

    "Eu tomei banho!"  kkkkkkk... adoro a Debbie  kkk
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    Re: [Jackson x AEG] Acompanhe o julgamento - Discussões gerais e Atualizações Diárias

    Mensagem por joseph fortunato em Qua Ago 14, 2013 10:09 pm

    Ela então beneficiou os 2 lados então né? interessante Surprised
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    Tay
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    Re: [Jackson x AEG] Acompanhe o julgamento - Discussões gerais e Atualizações Diárias

    Mensagem por Tay em Qua Ago 14, 2013 11:58 pm

    Jackson x AEG - 62º Dia - 05 de agosto de 2013

    Fonte: MJJC
    Tradução: Tay, para o fórum MJ Art

    Katherine Jackson e Trent estavam no tribunal.


    Testemunho de Michael LaPerruque

    Jackson

    Deborah Chang fez o interrogatório.

    LaPerruque disse que 2001-2004 foram anos muito difíceis para Michael Jackson. Eles também foram anos muito ocupados. MJ estava gravando o single de "You Rock My World" e filmando um curta-metragem no Universal Studios. Chang mostrou o clipe de "You Rock My World", com Marlon Brando, Chris Tucker e MJ. O single se tornou parte do álbum "Invincible". LaPerruque estava presente durante a gravação.

    Em 2002, LaPerruque disse que Blanket nasceu. MJ estava muito animado sobre ser pai novamente. LaPerruque foi para Nova York com MJ para estar no Teatro Apolo com o presidente Bill Clinton. Chang mostrou o clipe do presidente Clinton introduzindo MJ para a multidão. Ela também mostrou o vídeo do American Bandstand 50th anniversary 2003 em Pasadena e a participação especial do MJ no filme "Homens de Preto 2" em 2002. (ABC7)


    Chang: MJ tinha um bom senso de humor, inclusive sobre si mesmo?
    LaPerruque: Sim (ABC7)

    Chang perguntou sobre o desmaio de MJ na Flórida, e seus filhos ligando para o 911. LaPerruque disse que não sabe o que o levou a ficar  inconsciente. LaPerruque disse que os paramédicos são mais preparados do que ele para avaliar um paciente. LaPerruque nunca viu o relatório dos paramédicos. Chang perguntou se havia uma menção de baixa de açúcar no sangue, no relatório. O advogado do réu contestou com base em boatos e a juíza sustentou. LaPerruque disse que estava quente e úmido naquele dia em Orlando e ele não sabe quando tina sido a última vez que MJ havia comido e bebido algo. (ABC7)


    O chefe de segurança nunca vi drogas no quarto de MJ. Ele disse que só levava MJ para o escritório do médico e esperava do lado de fora. (ABC7)

    Chang perguntou se La Perruque já ouviu falar de Conrad Murray, quando ele voltou a trabalhar com Jackson em 2007 e início de 2008. Ele disse que não. (AP)

    Chang: Seria justo dizer que, ao longo dos anos em que trabalhou para o MJ, você nunca viu uma overdose?
    LaPerruque: Sim (ABC7)


    Chang: Você tentou proteger o Sr. Jackson, certo?
    LaPerruque: Sim

    Chang: Você já o viu numa perda de peso alarmante?
    LaPerruque: Não


    Chang: Você já viu MJ perdido, paranoico?
    LaPerruque: Não

    Chang perguntou se LaPerruque visse esses sintomas, o que ele teria feito. "Eu teria ficado muito preocupado e se eu achasse que era um risco de vida, eu teria levado ele para o hospital", disse LaPerruque. (ABC7)

    Randy Jackson estava sozinho quando chegou em Neverland de helicóptero. Ele tinha um piloto, porém, LaPerruque esclareceu.

    La Perruque disse que nem Michael nem Randy Jackson usara o termo intervenção para descrever a visita. Randy não levou um médico, ele disse. (AP)

    O guarda-costas disse que quando voltou a trabalhar para Jackson, em 2007 e início de 2008, o cantor parecia ter um caminho claro do que  queria fazer. La Perruque reiterou que não viu quaisquer sinais de que  Jackson estivesse lutando com medicamentos de prescrição em 2007 ou início de 2008. (AP)

    Chang: Você tem alguma idéia de quem estava no comando das finanças do MJ em 2007?
    LaPerruque: Raymone Bain (ABC7)

    O chefe de segurança disse que soube que Bain tornou-se gerente de MJ em 2006. Ela era presidente da MJJ Productions. Ela assinou seu contrato. LaPerruque disse que não estava ciente do valor da dívida de MJ nesse ponto. Ele recebeu um telefonema de Bain dizendo que MJ não estaria precisaria mais de segurança. (ABC7)

    LaPerruque disse que Janet Jackson contratou ele e outros funcionários para trabalhar em 14 de maio, em um evento de 2009, que era o aniversário de casamento dos seus pais. Essa foi a última vez que LaPerruque viu  MJ, um mês antes de sua morte. Chang mostrou uma foto de 19 de junho, de Michael Jackson, na qual ele aparece extremamente magro. Ela perguntou se ele parecia assim em maio.  Ele disse que não era assim que Jackson parecia em maio de 2009. O guarda-costas acrescentou que, se ele tinha visto Jackson como na foto, ele teria se alarmado. (AP)

    Chang: Ele era uma pessoa gentil e suave?
    LaPerruque: Sim

    O fato de que MJ era um dos artistas mais famosos do mundo não mudou sua maneira humilde de ser, LaPerruque disse.

    Chang perguntou se LaPerruque sabia que MJ doou milhares de dólares para United Way. Ele disse que sim. LaPerruque disse ao júri que houve um momento em que MJ pediu-lhe para ir à Toys R Us para comprar tantos presentes quanto pudesse. Ele disse que MJ queria doar os brinquedos para as crianças no Women Shelter em Hollywood, Florida.  "Nós fomos e doamos os brinquedos", disse LaPerruque. (ABC7) O cantor também parava seu carro e dava dinheiro para as pessoas nas ruas, uma prática que aprendeu com sua mãe, La Perruque disse. (AP)

    Chang: Com base em suas observações e as coisas que ele disse, ele amava sua mãe? LaPerruque: Sim
    Chang: Será que ela o ama? LaPerruque: Sim

    LaPerruque descreveu a relação de MJ com seus filhos como excelente. "Era uma relação muito amorosa", disse ele. LaPerruque: Eles queriam estar com seu pai, acho que MJ era mais feliz quando estava com seus filhos. MJ restringia seus filhos a um presente e um presente somente, quando iam a uma loja de brinquedos, LaPerruque testemunhou. A intenção de MJ era que as crianças realmente quisessem alguma coisa e apreciassem o que tinham, LaPerruque explicou. "Ele queria ser o melhor pai do mundo", LaPerruque testemunhou. Uma das coisas que LaPerruque lembra mais sobre Michael Jackson é o fato de que ele era sempre amável e gentil com seus filhos. (ABC7)

    Chang: "Será que ele queria ser lembrado como o maior artista do mundo ou o maior pai?"
    "Eu diria que como o maior pai." (AP)



    AEG

    Questionamento de Chang foi concluído, e Putnam apenas fez algumas perguntas. Ele perguntou se as chamadas de Jackson tarde da noite vieram durante o mesmo período de tempo. As chamadas ocorreram ao longo de um período de tempo amplo, de 2001 a 2004. (AP)

    LaPerruque foi dispensado.
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    Re: [Jackson x AEG] Acompanhe o julgamento - Discussões gerais e Atualizações Diárias

    Mensagem por ana claudia em Qui Ago 15, 2013 9:13 am


    Chang: Com base em suas observações e as coisas que ele disse, ele amava sua mãe? LaPerruque: Sim 
    Chang: Será que ela o ama? LaPerruque: Sim
    OLha que perguntinha intrigante ai ...
    Eu ja não responderia da mesma maneira .
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    Re: [Jackson x AEG] Acompanhe o julgamento - Discussões gerais e Atualizações Diárias

    Mensagem por joseph fortunato em Qui Ago 15, 2013 12:49 pm

    Nego me xinga nos outros blog falando que eu fico feliz com as noticias do michael ferrando seu nome, repito novamente essa família paga de vítima não sendo uma, michael era um dependente de remédio mas longe de ser um viciado, eu uso remédio e muita gente usa então somos dependente também correto? isso foi mais forte que michael e levou a sua queda infelizmente, por isso a paris e nem seus irmão precisam entrar em filmes e seriados, michael jamais aprovaria isso, façam um faculdade fiquem no anonimato, agora que os costumes do michael de mascaras que muitos chamavam de bizarrice fazem sentido, fiquem com deus galera.
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    Re: [Jackson x AEG] Acompanhe o julgamento - Discussões gerais e Atualizações Diárias

    Mensagem por Tay em Qui Ago 15, 2013 8:48 pm

    Continuação do 62º Dia...

    Testemunho de Eric Briggs

    AEG

    A advogado de defesa Sabrina Strong questionou Briggs primeiro, questionando-o sobre as áreas onde a sua opinião tinha sido atacada. Briggs afirmou que qualquer projeção de lucros futuros de Jackson seria especulativa e ele não tentou estimar um número.  (AP)

    Briggs disse que a primeira vez em que viu as projeções de Erk foi durante o depoimento de Erk, em março. Ele depôs um par de dias mais tarde. Briggs disse que depois de seu depoimento, ele fez uma pesquisa adicional. Ele procurou pelo histórico de turnês de MJ nos EUA e no exterior. Ele também analisou a história de todos os artistas que vendem todos os shows. Briggs disse que a projeção foi feita com base em um artista solo, assim ele não analisou MJ como parte do grupo Jacksons 5. (ABC7)

    Strong mostrou slides criados por Panish (advogado de Jackson).  Strong perguntou se as barras verdes [no gráfico] são "tours imaginárias" resultantes de problema de matemática. "São tours que nunca aconteceram", disse Briggs.

    Briggs explicou a matemática de Panish: público médio de MJ multiplicado pelo número de shows de outros artistas, multiplicado por 108 dólares do preço do ingresso. Briggs disse que Panish usou três estatísticas diferentes e multiplicou todos. "É apenas um problema de matemática", ele disse.


    Briggs: " Adicionar shows não significa que o público vai continuar a aparecer para preencher a arena" O atendimento global para duas turnês anteriores de Michael Jackson, "Bad" e "Dangerous" foi cerca de 4,5 milhões, Briggs disse. As projeções de Erk mais do que duplicaram este número, as quais Briggs disse que não estavam apoiadas pelo histórico de turnês de Jackson. (AP)

    Briggs disse que viu algumas manchetes sobre MJ doando de turnê para a caridade. Ele disse que não sabe se isso aconteceu. Briggs disse que contou com o testemunho de Gongaware de que as turnes de MJ perderam dinheiro, já que o valor real é normalmente confidential.

    Strong: Se ele não ganhou dinheiro com as turnês, ele iria doar o dinheiro?
    Briggs: Se ele não fez nenhum dinheiro, não haveria lucro para doar. (ABC7)



    * Fora a presença do júri, Putnam disse a juíza Yvette Palazuelos que Panish ameaçou Briggs durante o intervalo. Putnam disse que Panish teria dito a  Briggs "Você tem sorte de estarmos no tribunal."

    "Eu não posso ter minha testemunha ameaçada, você honra", disse Putnam.

    Panish disse que os eventos não aconteceram bem assim. Ele disse a juiza que Briggs o atropelou. A juiza riu e disse:" Eu ficaria surpresa se alguém pudesse lhe atropelar, Sr. Panish. "Panish disse que ele não tocou ou bater.
    Juiz:.. Sr. Panish, não fale com qualquer testemunha, a menos que você esteja falando sobre este caso
    Panish:. eu não ameacei, ele não tem medo, ele saberia se eu ameaçasse. (ABC7)


    Jackson


    Quando Panish assumiu, ele perguntou Briggs se era justo dizer que seus honorários neste caso era mais de US$ 700mil. Briggs disse que era justo.
    Panish,então, disse que por US $ 700mil, sua opinião era a de que Jackson não teria ganho dinheiro para seus filhos. Briggs disse que qualquer projeção é especulativa e ele não estava lá para especular. (AP)

    Panish: Na sua opinião, é especulativo que MJ ganharia dinheiro trabalhando, correto? Briggs: Sim.
    Panish: Você determina o que é relevante neste tribunal, certo? "No que diz respeito a minha opinião, eu determino o que é relevante", disse Briggs. (ABC7)

    Panish perguntou sobre interação c/ o advogado de Espólio de MJ. "Eu disse que não havia uma renúncia por escrito com o Espólio", explicou Briggs.

    Ele disse que seu entendimento é de que seu parceiro ligou para o advogado do Espólio, Jeryll Cohen, informando que ele iria testemunhar neste caso.

    Panish disse que Briggs testemunhou que pediu permissão ao espólio para ser contratado pela AEG e testemunhar neste caso. "Agora eu entendo a essência da ligação não era de uma autorização, mas uma chamada de notificação", explicou Briggs.

    Panish: Você está preocupado em dar falso testemunho sob juramento?
    Briggs: Claro que eu estou preocupado em dar falso testemunho sob juramento!

    "Não havia nenhuma autorização solicitada, houve uma notificação ao Espólio", disse Briggs.


    Panish perguntou quantos projetos MJ fez após a turnê "Dangerous". Briggs disse que dependia de como o trabalho era classificado. Panish nomeou vários projetos em que MJ trabalhou, como com  Luciano Pavarotti em Benefício das crianças, "United We Stand". Ele também se apresentou em NY com Bill Clinton, participou dos filmes "Homens de Preto 2" e "Miss Castaway," relançou o álbum "Thriller 25". Briggs sabia sobre alguns dos projetos, não todos. Ele disse que "Thriller 25" foi extremamente bem-sucedido. (ABC7)

    Panish: Você sabe que ele gravou 100 canções novas entre 2001 e 2008 para a nova versão?
    Briggs: Eu não sabia disso. "Só para ficar claro, eu estou dando uma opinião sobre futuros ganhos, não sobre seus álbuns", disse Briggs.

    "O contrato contemplava a possibilidade de uma turnê mundial," Briggs opinou. "Território é um termo definido no contrato", disse Briggs. "Território está definido como mundial."

    Panish: Esta  é a evidência de que uma turnê mundial foi contemplada por MJ e AEG Live?
    Briggs: Sim, esta é uma evidência de que uma turnê mundial foi contemplada (ABC7).

    Panish mostrou o e-mail que Kathy Jorrie [advogado que redigiu o acordo de Conrad Murray] escreveu: No entanto, eu recomendo que uma verificação de antecedentes ser realizada através de um investigador particular e / ou, no mínimo, que alguém a AEG Live encontro com Michael Jackson para se certificar de que ele entende que estamos entrando em um acordo de turnê com ele que vai exigir que ele fizesse uma turnê mundial ... (ABC7)

    Panish perguntou sobre uma linha em um e-mail de Kathy Jorrie, advogada  que redigiu o acordo de Conrad Murray, onde ela mencionou uma turnê mundial. Briggs confirmou que Jorrie escreveu que seria necessário que Jackson realizasse uma turnê mundial.

    E-mail: "No entanto, eu recomendo que uma verificação de antecedentes seja realizada através de um investigador particular e / ou, no mínimo, que alguém da AEG Live encontre com Michael Jackson para se certificar de que ele entende que estamos entrando em um acordo de turnê com ele que vai exigir que faça uma turnê mundial ... (ABC7)"

    Panish também mostrou a Briggs um email de Randy Phillips, de março de 2009, que disse que a empresa tinha um plano de quatro anos de shows para MJ. Briggs disse que apenas porque havia demanda para os concertos de Jackson, não altera os fatores de risco de que MJ não seria capaz de fazer a turnê. (AP)


    Panish dirigiu-se a juíza: Vossa Excelência, peço que o Sr. Putnam pare de fazer comentários.
    Juíza: Eu já disse que não vou cuidar de vocês dois.
    O Júri não riu dessa vez. (ABC7)


    Vídeo do depoimento de Timm  Wooley


    Os advogados da AEG apresentaram o vídeo da deposição de Timm Wooley, um consultor financeiro que trabalhou em "This Is It". Ele é conselheiro há 20 anos. (ABC7)

    Woolley falou com Murray sobre os termos de seu contrato. Woolley depôs na Flórida, em junho de 2012. Ele disse que nunca leu minutas dos contratos de Murray e negou que tenha negociado com o médico. De acordo com Woolley, Murray ligou para trabalhar os detalhes do que ele precisava para trabalhar em "This Is It" e detalhes para um contrato. Woolley disse que foi instruído pela pelo executivo da AEG Live, Paul Gongaware, para lidar com Murray. Eles se falaram no início de maio. (AP)

    Kevin Boyle, advogado de Jackson, fez o questionamento.

    Boyle perguntou se ele pensava que era estranho que MJ quisesse um médico na turnê. "Era sua escolha, se era o habitual ou não habitual, não era meu cargo decidir", Wooley respondeu. (ABC7)

    Wooley disse que Prince tinha feito alguns shows no O2 Arena, ele atuou como consultor financeiro. Gongaware contatou Wooley para trabalhar na turne "This It It". Wooley recebeu um email no início de 2009.

    Ele disse que Gongaware queria que ele trabalhasse nas projeções, contas a pagar, folha de pagamento, dinheiro em caixa.  Wooley disse não faz as negociações com o Dr. Murray. Ele disse que negociações é um termo amplo, ele pode ter feito algum trabalho. Wooley disse que Gongaware falou que MJ queria contratar Conrad Murray, quem ele, mais tarde, descobriu que era o médico pessoal de MJ.

    Murray não veio com o que precisava para tratar Jackson, assim Woolley disse que sugeriu que ele tivesse duas máquinas de RCP para usar em Londres. Woolley disse que não tinha nenhuma razão específica para pensar que Jackson precisava de uma máquina de CPR, mas sugeriu como medida de precaução. (AP)

    "Eu estava reunindo informações para compor projeções e orçamentos", declarou Wooley.

    Boyle: Vocês discutiram sobre Dr. Murray dar injeção de Propofol para MJ?
    Wooley: Não.

    Wooley nunca discutiu a necessidade de linhas IV e agulhas. Ele disse que o médico lhe falou que poderia precisar de um assistente. Wooley disse que eles não discutiram a necessidade de enfermeiro ou médico. "Nós não falamos sobre os seus serviços", disse Wooley. (ABC7)

    E-mail de Murray, em 15 de maio de 2009: Quanto à boa-fé com o meu cliente ... Tenho certeza que você está ciente que meus serviços já estão totalmente engajados com MJ.

    Wooley não se lembra do e-mail e não sabe o que "os meus serviços já estão totalmente engajados" significava.

    Ele disse que não estava ciente de que Dr. Murray estava tratando MJ em nome da AEG.

    Nunca houve um acordo concluído entre o Dr. Murray e AEG. Ele disse que nunca leu o contrato. Wooley testemunhou que teria dito que Dr. Murray não seria pago até que o contrato fosse concluído. Wooley disse que não se lembra especificamente de receber um email de Dr. Murray com seu banco de informações e pedido de pagamento de $150mil . Wooley disse que não se lembra se ele pediu a Dr. Murray seu número de conta bancária. O assessor disse que estava reunindo as informações com o Dr. Murray para serem colocadas em um contrato. (ABC7)

    Woolley disse que era auto-empregado, mas pago pela AEG. Ele disse que recebia ordens de Gongaware, mas não recebia ordens de Jackson. Woolley escreveu a Murray que o tipo de contrato que ele precisava para trabalhar em "This Is It" tour era raro e precisava ser especialmente elaborado. Eles trocaram inúmeros e-mails em maio e junho de 2009, com Murray tentando que AEG pagasse sua taxa de US$ 150mil ao mês. (AP)

    Wooley testemunhou que ele transmitiu ao Dr. Murray o contrato que Kathy Jorrie enviou. Ele disse que não leu.
    Boyle mostrou a Wooley uma corrente de e-mails entre ele e Kathy Jorrie. Ele disse que não se lembrava especificamente. Em um e-mail, Wooley pediu desculpas pelo atraso na obtenção do contrato de Murray, disse que uma vez que contrato fosse executado, a AEG poderia pagar o salário de Maio / Junho. "Não haveria qualquer pagamento até que um acordo total", disse Wooley. (ABC7)

    Woolley também tentou obter os registros médicos de Murray. Os prontuários eram necessários para um segundo exame que as seguradoras pediram a  Jackson, a fim de obter o seguro adicional da turnê. Woolley disse que não se lembrava se Murray forneceu os registros médicos para a AEG. (AP)

    Wooley disse que ele se lembra de Dr. Murray tinha o registro médico de MJ de 2006 a 2009. Era necessário, para fins de fixação seguro. (ABC7)

    Wooley expressou que nunca discutiu com Dr. Murray que tipo de tratamento ele estaria dando a MJ. (ABC7)

    Wooley testemunhou que nunca viu qualquer um dos rascunhos do contrato entre o Dr. Murray e AEG, apenas transmitiu. Wooley não foi solicitado para executar uma verificação de antecedentes sobre Dr. Murray e não sabe se foi solicitado a qualquer pessoa. (ABC7)

    Wooley disse o Dr. Murray pediu uma "locum", um termo médico britânico para uma pessoa que será colocada no lugar de um médico. (ABC7)
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    Re: [Jackson x AEG] Acompanhe o julgamento - Discussões gerais e Atualizações Diárias

    Mensagem por Tay em Sex Ago 16, 2013 12:06 am

    Jackson x AEG - 63º Dia - 06 de agosto de 2013

    Fonte: MJJC
    Tradução: Tay, para o fórum MJ Art

    Katherine e Trent Jackson estavam no tribunal.

    Testemunho de Kathleen Ann Jorrie

    AEG

    Advogada Jessica Stebbins Bina fez o exame.

    Jorrie disse que está no ramo há 20 anos. Jorrie é sócia em um escritório de advocacia e trabalha em Los Angeles. Sua empresa é uma empresa internacional com cerca de 80 advogados.O foco de seus clientes tem sido o negócio do entretenimento. (ABC7)

    Jorrie disse que trabalha com a AEG Live  em seus negócios de entretenimento. Ela trabalha com Shawn Trell (que testemunhou anteriormente.) Ela disse que trabalhou em mais de 75 acordos de turnês, com artistas de destaque como Rolling Stones, Bon Jovi, Britney Spears, Kanye West. Ao longo dos anos, Jorrie disse que Trell pediu-lhe para ajudar a negociar acordos com os fornecedores. Ela disse que normalmente trabalha em grandes acordos. (ABC7)

    Jorrie trabalhou em acordos com terceiros para "This Is It". Ela trabalhou com a Bravado para o merchandising. Jorrie também fez o contrato do Dr. Conrad Murray, que Michael Jackson solicitou. "Eu redigi a versão que foi enviada ao Sr. Wooley, forneci o meu projeto de acordo com o Dr. Murray", explicou Jorrie. Ela disse que, em sua melhor lembrança, recebeu um telefonema de Timm Wooley para ajudar a preparar um acordo para Dr. Murray no final de maio de 2009. A advogada nunca tinha falado com Murray antes de desenhar o primeiro rascunho.

    Jorrie: Ele [Wooley] me disse que MJ tinha concordado em pagar US $ 150.000 por mês para o Dr. Murray, que Dr. Murray era além de um médico pessoal de MJ para prestação de cuidados médicos, Dr. Murray estaria de plantão para emergências, Jorrie explicou. Jorrie disse que uma enfermeira seria fornecida selecionada pelo Dr. Murray e paga pela AEG Live. Além disso, seria fornecido ao médico e a família, uma habitação em Londres. O pagamento começaria a partir de 01 de maio de 2009. Ela colocou todos os termos no primeiro projeto de acordo, mas a maioria dos detalhes foram perdidos.
    Jorrie disse que incluiu outros termos importantes: - Data final no O2 Arena em setembro de 2009 - Ações de Rescisão - Indenização. Jorrie disse que enviou a proposta para Wooley e se ele estivesse feliz, enviaria para o Dr. Murray. (ABC7)

    Jorrie disse que havia mais dois rascunhos após o primeiro. A pedido de Wooley, ela incluiu que Dr. Murray era o médico pessoal de MJ e tinha estava sendo há algum tempo. Jorrie acrescentou que "os serviços a serem prestados por Dr. Murray, administrar tais serviços de forma profissional e com maior grau de cuidado esperado."
    A advogada disse que Wooley disse-lhe que Michael Jackson tinha pedido que Dr. Murray saísse em turnê com ele e que MJ pagaria por isso. Jorrie disse que incluiu no contrato "Consentimento do Artista", dizendo que o contrato não era obrigatório, a menos e até que MJ assinasse o acordo. Disse que adicionou uma linha para a assinatura de MJ no final do documento. Jorrie disse que esta disposição foi incluída no primeiro rascunho. Ela disse que Murray não fez nenhum comentário sobre as primeiras duas cláusulas do contrato. Jorrie disse que a redação acima da assinatura de MJ, explica que Dr. Murray foi contratado em nome de Michael Jackson. (ABC7)

    Jorrie explicou a Rescisão que permitia que a AEG rescindisse o contrato com Dr. Murray.
    Rescisão: 1 - em caso de houver um padrão de acordo com o médico
    Rescisão: 2 - em caso de eventos de concertos adiados ou cancelados.
    Rescisão: 3 - se o artista decidir que já não quer ou precisa de Murray
    Rescisão: 4 - não conseguir manter todas as licenças e aprovações para praticar a medicina.
    Rescisão: 5 - não apresentar prova escrita de que está legalmente autorizado a praticar medicina nos EUA.
    Terminação: 6 - o mais tardar até 03 de julho, provas de que foi autorizado a praticar medicina no Reino Unido. (ABC7)

    Ela testemunhou que nunca recebeu qualquer documento do Dr. Murray.

    Jorrie: As mudanças que ele mencionou para mim durante uma ligação, ele queria que sua empresa GCA Holdings fosse a parte contratante em vez dele. Dr. Murray também queria mudar a disposição, quando Jorrie referiu a enfermeira. Jorrie explicou que Dr. Murray disse que queria a flexibilidade de ter um "assistente médico pessoal qualificado", que poderia ser um outro médico. (ABC7)


    Dr. Murray queria modificar a seção 7.7, sobre rescisão porque MJ decidisse que não queria mais ele ou se o concerto fosse cancelado. Como resultado, ele não gostaria de estar em uma posição que teria que devolver qualquer parte de seu pagamento. O pagamento era devido a ele no dia 15 do mês. Se fosse encerrado no dia 20, ele queria manter o pagamento integral.

    Jorrie: Minha resposta: Dr. Murray, $150.000 por mês é muito dinheiro!

    Jorrie disse o Dr. Murray disse-lhe que tinha quatro consultórios médicos que faziam um milhão de dólares por mês, e não era justo ter que devolver o dinheiro.


    O médico forneceu a Wooley uma lista de equipamentos que precisava, que por sua vez enviou para Jorrie.

    Jorrie: Eu perguntei ao Dr. Murray, por que precisava de uma máquina RCP? Ele disse que precisava de uma em Londres, MJ se colocaria em um desempenho vigoroso.

     Jorrie perguntou se no O2 Arena não tinha um. Ele disse que não queria correr riscos, queria um na mão. Ele também disse a ela que é habitual.

    "Dada a idade de Michael, dada a sua idade, e que se colocará em um desempenho vigoroso, ele só não queria ter uma chance", afirmou Jorrie. Jorrie lembrou que haviam outros equipamentos na lista, normalmente para fins de desidratação, como soro fisiológico e cateter.

    O contrato dizia que " a produtora fornece equipamentos médicos portáteis de RCP, soro fisiológico, cateter, agulhas, maca e outros equipamentos mutuamente aprovados."  (AP)

    Jorrie  disse que ela foi para a Secretária do Estado de Nevada para verificar se GCA Holdings era de fato uma empresa válida. Jorrie disse que verificou os conselhos médicos que Dr. Murray disse-lhe que eram licenças e pesquisou o médico.

    Jorrie testemunhou GCA era própria empresa e Dr. Murray era o gerente dela. Jorrie disse que foi muito fácil verificar as licenças médicas. Ela passou os sites da junta médica e verificou suas licenças em todos. "Não houve nenhuma ação disciplinar contra o Dr. Murray", disse Jorrie.

    Ela verificou na Califórnia, Nevada, Texas e Havaí. Jorrie testemunhou que fez a verificação de licença médica em 18 de junho de 2009. (ABC7) O médico era licenciado para praticar a medicina em quatro estados e ela procurou seu nome no Google. (AP)


    Jorrie disse que foi solicitado pelo conselho geral para ver se poderia pedir a Dr. Murray o histórico médico para fins de seguro.

    Bina: Você enviou este e-mail porque acreditou que o Dr. Murray era médico de MJ?
    Jorrie: sim.

    A advogada disse que Dr. Murray disse a ela que iria ajudar. (ABC7)

    continua...
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    Re: [Jackson x AEG] Acompanhe o julgamento - Discussões gerais e Atualizações Diárias

    Mensagem por ana claudia em Sex Ago 16, 2013 4:26 pm


    Meu deus ..não aguento mais .
    Falta mto ainda pra acabar ??
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    Re: [Jackson x AEG] Acompanhe o julgamento - Discussões gerais e Atualizações Diárias

    Mensagem por joseph fortunato em Sex Ago 16, 2013 9:10 pm

    Esse depoimento da debbie ajudou ou prejudicou aeg?

     
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    Re: [Jackson x AEG] Acompanhe o julgamento - Discussões gerais e Atualizações Diárias

    Mensagem por Vall em Sex Ago 16, 2013 9:29 pm

    joseph fortunato escreveu:Esse depoimento da debbie ajudou ou prejudicou aeg?

     
    Sinceramente, não sei avaliar isso, mesmo porque eu ainda não li o depoimento dela de hoje.. acho que poderemos tirar uma conclusão quando postarmos tudo na íntegra.. eu só li algumas partes.. vamos aguardar!..  a única coisa que posso dizer é que Debbie foi muito sincera.. e chorou muito quando mencionou Paris, dizendo que "quase perdeu sua filha! que Paris não tem uma vida!" .. foi muito triste.. e comentou sobre os médicos ficarem disputando pra ver quem dava medicamento melhor pra MJ... afff..
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    Re: [Jackson x AEG] Acompanhe o julgamento - Discussões gerais e Atualizações Diárias

    Mensagem por joseph fortunato em Sab Ago 17, 2013 4:10 pm

    Avaliei um parte também creio que ela deu que aeg tanto queria provar que michael já utilizava esses remédios antes de fechar com aeg, ao mesmo tempo mostrou o que a gente sabia, que ele era um pai maravilhoso.
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    Re: [Jackson x AEG] Acompanhe o julgamento - Discussões gerais e Atualizações Diárias

    Mensagem por Tay em Sab Ago 17, 2013 5:55 pm

    Continuação do 63º dia...

    Jorrie explicou que tinha três rascunhos do acordo do Dr. Murray. Os US $ 150 mil seriam pagos não com o Dr. Murray, mas a GCA Holdings 9empresa de Murray). Jorrie disse que Dr. Murray a chamou novamente em 23 de junho de 2009 p/ pedir mais algumas alterações. (ABC7)

    Jorrie conversou com Randy Phillips em 19 de junho de 2009.. Era uma conversa por telefone, ela retransmitiu que Dr. Murray estava licenciado para a prática médica em quatro estados. "Eu confirmei que ele estava licenciado para a prática em quatro estados." (ABC7)  Jorrie disse que também contou ao executivo que o ex-cardiologista Conrad Murray contou que seus consultórios médicos ganhavam mais de US$ 1 milhão por mês. (AP)

    Escopo dos Serviços - tinha descrito dizendo executar serviços razoavelmente solicitados pels "Produtora".
    Jorrie: Murray disse que precisávamos mudar isso para "Artista", o artista que é o paciente. Eu disse que estava absolutamente certo, o artista é seu paciente.

    Jorrie disse que não lembrava que a linguagem aparecia lá duas vezes.  (ABC7)
    Jorrie também disse aos jurados que ela erroneamente deixou no contrato o pedido para executar os serviços "razoavelmente solicitados" pela AEG Live. (AP)

    Bina perguntou se em 23 de junho, Jorrie discutiu com o Dr. Murray sobre obter o histórico médico de MJ. Ela disse que sim. Jorrie revisou o acordo, enviou por email para Dr. Murray em 23/6/09: ".

    Ela não enviou a MJ ou seus representantes, não estava em comunicação com MJ sobre isso. Jorrie explicou que nunca foi de seu entendimento que os registros médicos de MJ teriam sido enviados a ela, mas ao subscritor de seguros.

    Jorrie: Tarde da noite em 24 de junho, recebi um fax com um documento assinado pelo Dr. Murray. Eu enviei uma cópia para Mr. Trell.

    Jorrie disse que nem Michael Jackson nem a AEG assinaram o contrato. (ABC7)

    O advogado disse que negociou com fornecedores terceirizados antes sem apresentar os projetos para o artista.
    Juiza: Como você sabe o que o artista de quer no acordo se você não falar com o artista? "Às vezes entramos em acordos com artistas que nunca vemos", Jorrie disse ao tribunal. Jorrie disse que este é o primeiro contrato de terceiros do qual estava envolvida com um médico. (ABC7)

    Jorrie disse que não falou com Murray sobre o tratamento específico que ele estava dando para MJ. "Ele não me disse nada do que ele estava fazendo para tratar MJ".

    Bina: Dr. Murray nunca lhe perguntou sobre o pagamento? Nunca. (ABC7)

    Jorrie explicou parágrafo 4º do contrato, que detalhou as responsabilidades da GCA / Dr. Murray. Jorrie testemunhou que discutiu com o Dr. Murray sobre a exigência de licença médica no Reino Unido em 18 de junho ou 23. Jorrie disse que 3 de julho de 2009 era a data que Dr. Murray estava planejando ir a Londres com Michael Jackson.

    Bina mostrou a última página de acordo de Dr. Murray. De acordo com as assinaturas, é datado de 24 de junho de 2009. Jorrie disse que colocou essa data porque pensou que as partes já teriam assinado o contrato naquele dia. "Eu não sei se Michael Jackson teria assinado o acordo", Jorrie testemunhou. Quanto à referência de que a AEG contrataria o médico a pedido do MJ, Jorrie disse que ela nunca fez isso em qualquer outro acordo em nome da AEG. "Porque nós estamos falando sobre o médico de Michael Jackson", explicou Jorrie. (ABC7)

    A aprovação de Jackson foi exigida no contrato, mas ele morreu antes de assiná-lo (AP)

    [Em resumo]

    Jorrie disse que falou primeiro com Murray ao telefone em 18 de junho, depois que ele analisou um projeto inicial do contrato. Ele pediu que o nome de sua empresa fosse adicionada ao contrato e que, uma disposição que lhe permitia contratar uma enfermeira como assistente, fosse alterada para um "assistente médico pessoal qualificado." "Eu perguntei a ele: 'Por que você precisa de outro médico, em oposição a uma enfermeira?", Jorrie testemunhou. "E ele me disse que, no caso em que não estivesse disponível, ou estivesse cansado" . Murray pediu que ele fosse o responsável pela contratação do médico adicional, mas não forneceu um nome, Jorrie disse. A advogada declarou que, finalmente, concordou com a mudança. Murray também solicitou que o contrato devia ser antecipado, ele não ser obrigado a restituir seus 150 mil dólares por mês de pagamento. Jorrie disse que Murray lhe falou que suas práticas médicas traziam "um milhão de dólares por mês", e estava deixando essas práticas pela turnê ", "seria justa e adequado" que ele mantivesse o pagamento integral. Jorrie disse que também conversou com Murray sobre o seu pedido de equipamentos médicos. Woolley havia fornecido a ela uma lista de itens que o médico podia pedir, e ela queria saber por que uma "máquina de RCP" estava na lista. "Ele disse que precisava disto em Londres, durante a performance, Michael Jackson estaria em um desempenho vigoroso", disse ela. "Se algo desse errado, caso houvesse uma emergência, etc, queria ter isso."

    Depois de falar com o médico, Jorrie disse que pesquisou online para confirmar alguns dos seus antecedentes. Ela verificou  que sua empresa era baseada em Nevada, e que ele tinha licenças médicas em quatro estados. Ela também pesquisou no Google. Jorrie disse que tentou enviar e-mail sobre o contrato revisado para Murray, mas o e-mail voltou. Ela, então, enviou para Woolley, que transmitiu ao médico. Murray ligou e, 23 de junho, com as mudanças adicionais que envolveram quando seus pagamentos começariam e a prolongação do tempo de seus serviços a partir de setembro de 2009 a março de 2010. Murray lhe disse que Jackson concordou em pagar o seu salário mensal pelo período de tempo prolongado, disse ela. Jorrie disse que Murray enviou um outro projeto com base nas alterações.

    No dia seguinte, ela testemunhou, recebeu uma cópia do contrato via fax que havia sido assinado por Murray. A advogada declarou que nunca diretamente se comunicou com Jackson ou enviou ao cantor ou seus representantes todas as versões do contrato, embora houvesse um espaço reservado para a assinatura do astro pop. A linha vazia no contrato mostrado aos jurados na terça-feira era de 24 de junho, que a data que Jorie disse que esperava que as partes envolvidas já tivessem assinado o acordo final. Jackson morreu no dia seguinte. (Los Angeles Times)

    Jackson

    Em interrogatório, Panish perguntou se Jorrie é uma testemunha independente. Jorrie: Eu não entendi a pergunta, Sr. Panish.
    Panish: Você está sendo paga pelo trabalho que tem feito neste caso? Jorrie: Eu não estou sendo paga enquanto me sento aqui hoje. (ABC7)

    Panish perguntou se sua empresa recebeu milhões e milhões de dólares da AEG. Ela disse que, desde 2000, sim. Panish perguntou se Jorrie é amiga de Randy Phillips e Paul Gongaware. "Eu gostaria de pensar que todos os meus clientes são meus amigos, Sr. Panish", explicou Jorrie. "Eles são amigos de negócios."

    Panish: Quanto você faturado da AEG relacionado ao projeto de "This Is It"? Jolie: O trabalho começou em outubro de 2008.
    Jorrie: De todos os assuntos relacionados a This Is It? Panish: Sim. Mais de 20 milhões?
    Jorrie: Claro que não
    Panish: 10 milhões? Jorrie: Não
    Panish: 5000000? Jorrie: Não.
    Jorrie disse que ela pode ter montado uma planilha com tudo o que ela tem cobrado da AEG. (ABC7)

    Panish disse que Paul Gongaware e John Meglen foram processados ​​por roubar o nome de Concerts West.
    Bina se opôs, dizendo que a ação foi julgada improcedente e Panish estava tentando manchar a reputação de Gongaware e Meglen.
    Juiza: o caso foi arquivado? Panish: Sim.
    Juiza: Então não estavam roubando. Por favor, abstenha-se de usar essa palavra. (ABC7)

    Panish: Quantos multi-milhões de dólares já foram pagos a sua empresa? Jorrie: Pode ser mais de US$ 5 milhões pelo período de tempo (desde 2000). (ABC7)

    Panish: Você disse ao departamento de polícia que Dr. Murray arrecadou US $ 12 milhões por ano? "Eu disse que ele me contou que seus quatro consultórios médicos trouxeram mais de um milhão de dólares", Jorrie disse. Panish: Você disse um milhão de dólares por mês? Jorrie: Dr. Murray teve quatro práticas, eu disse um milhão de dólares e eles somaram 12 milhões. (ABC7)
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    Re: [Jackson x AEG] Acompanhe o julgamento - Discussões gerais e Atualizações Diárias

    Mensagem por Tay em Sab Ago 17, 2013 7:12 pm

    Jackson x AEG - 64º Dia - 07 de agosto de 2013

    Fonte: MJJC
    Tradução: Tay, para o fórum MJ Art

    Testemunho de Kathy Jorrie

    Jackson

    Brian Panish, advogado dos Jacksons, fazendo o questionamento.

    Jorrie trouxe a cópia do contrato ela usou como modelo para o Acordo do projeto de Dr. Conrad Murray. Ela também reuniu uma estimativa do que a AEG pagou ao escritório de advocacia desde 2000, abrangendo 14 anos de trabalho. Panish perguntou se era superior a US $ 7,2 milhões. Jorrie: É minha estimativa que a minha empresa recebeu um pouco mais de $ 7 milhões desde 2000, que é cerca de 500.000 dólares / ano para os serviços da AEG Live.


    Em relação à conversa c/ a polícia de LA, Panish perguntou se ela foi representada por Marvin Putnam nessa reunião.  Jorrie conversou c/ a policia de LA duas vezes em seu escritório. Detetive Smith questionou ela, Putnam e Deborah Brasil, promotora de acusação no julgamento de  Murray, estavam presentes.

    Panish: Você se lembra de me dizer ontem que você nunca disse a polícia de Los Angeles que MJ foi contratado para fazer uma turnê mundial?
    Jorrie: Sim
    Panish: Você se lembra de negar que fez ao departamento de polícia essa afirmação?
    Jorrie: Sim


    Jorrie explicou que, se as partes concordassem, em seguida, a turnê poderia ir além de Londres. Jorrie disse que Dr. Tohme era gerente de Michael Jackson durante o tempo em que negociou a turnê e continuou até a hora da morte. O contrato de Michael Jackson com a AEG foi assinado em 26 de janeiro de 2009.


    Panish: E você recomendou que uma verificação de antecedentes fosse feita sobre Tohme, certo?
    Jorrie: Como uma alternativa, sim.


    Os jurados viram cartas e e-mails que Jackson escreveu dizendo que Tohme não era o seu representante, embora a promotora de concertos e produtora AEG Live tenha agido como se fosse.

    Em um e-mail para executivos da AEG, Jorrie perguntou "se ele é ou não o real McCoy* ... No entanto, eu recomendo que uma verificação de antecedentes seja realizada através de um investigador particular e / ou, no mínimo, que alguém a AEG Live encontre com Michael Jackson p/ ter certeza de que ele entende que estamos entrando em um acordo de turnê com ele que vai lhe exigir uma turnê mundial. "Nenhum investigador particular foi contratado. Uma cópia do e-mail foi enviado para Peter Lopez, um dos advogados de Jackson.

    Em 22 de abril de 2009, Jackson escreveu a Phillips, "Esta carta deve servir para confirmar que eu não estou usando Dr. Tohme para serviços de gerenciamento de produção de turne e que não pretendo usar Dr. Tohme no futuro para serviços de gestão da produção de turne ou a respeito de outros assuntos relacionados a eventos. "Portanto, você não está autorizado a pagar Dr. Tohme ou qualquer de suas empresas afiliadas para quaisquer serviços relacionados com a minha próxima turnê ou qualquer turne futura ou outros eventos ..." Jorrie testemunhou que ela não viu a carta antes de Jackson morrer em 25 de junho de 2009. (Los Angeles Times)

    Jorrie explicou que promotores e produtores podem fazer e negociar acordo terceiro como parte do negócio. A advogada disse que ela estava muito envolvida na elaboração do contrato de Michael Jackson com a AEG.


    Dennis Hawk, Tohme Tohme e a companhia de Michael Jackson receberam uma cópia do contrato de MJ com a AEG, de acordo com o depoimento de Jorrie.


    Panish mostra o contrato de Michael Jackson com a AEG. O contrato diz que os shows não eram superiores a 1 por dia e 3,5 shows em 7 dias. Panish perguntou, se nos termos do contrato, Michael Jackson foi proibido de excursionar, exceto se for feito com a AEG. Jorrie não estava autorizada a responder, pois chama a interpretação do contrato. Jorrie disse que enviou o contrato para os representantes de Michael Jackson.

    Em 28 de junho de 2009, houve uma reunião no escritório de John Branca com todos os superiores da AEG e representantes de MJ. Jorrie estava envolvida na elaboração de um termo de consentimento para Tohme assinar.

    Panish: Naquele dia você questionou se o Dr. Tohme era um oficial da companhia de Michael Jackson?
    Jorrie: eu fiz.


    Jorrie disse acreditar que o Dr. Tohme era um oficial da companhia de MJ até de 28 de junho de 2009. Paul Gongaware pode ter sido o único a dizer a ela. Durante a reunião, em 28 de junho, Jorrie disse que Tohme disse a ela, pessoalmente, que ele era um oficial da Michael Jackson Company, LLC.


    No entanto, em 28 de junho de 2009, três dias depois de Jackson morrer, foi dado a Tohme um documento para aprovar o pagamento de 34 milhões de dólares que a AEG tinha adiantado ao cantor. Jorrie testemunhou que o documento foi elaborado por ela e Shawn Trell, conselheiro geral da AEG Live. O documento, assinado por Tohme, dizia que ele era um oficial da Michael Jackson Co. LLP e tinha autoridade para agir em nome da empresa. Em 14 de janeiro de 2009, e-mail do advogado de Jackson, Dennis Hawk, para Jorrie disse que o cantor era "o único oficial" da empresa "e será o signatário do contrato em nome da entidade." Jorrie disse que Paul Gongaware, um réu no processo, pode ter dito a ela que Tohme era um oficial da companhia do Jackson. incluído no documento haviam 35 páginas de despesas que Jackson supostamente devia a AEG. Jorrie testemunhou que o documento nunca foi enviado para advogados de Jackson, apesar de ter sido entregue a Tohme no escritório de um deles. (Los Angeles Times)


    Panish: Você nunca falou com Michael Jackson, não é?
    Jorrie: Nenhuma vez.

    Panish mostrou Jorrie uma carta de Michael Jackson para Randy Phillips em 22 de abril de 2009. O documento, assinado por Michael Jackson, terminada a representação do Dr. Tohme como seu gerente. Jorrie disse que não se lembra de vê-lo.

    Panish perguntou se Jorrie perguntou a John Branca, advogado de MJ, se Tohme estava autorizado a assinar em nome da Michael Jackson Company, LLC. "Eu não fiz a ele essa pergunta", disse Jorrie.

    Fora a presença do júri:
    Juiza Yvette Palazuelos para Panish: Você continua invadindo o privilégio de advogado-cliente. Quanto ao orçamento - ela continua dizendo que ela não o reviu. Qualquer pergunta sobre o orçamento é sem fundamento. Eu não quero perder tempo com isso, mais e mais. Eu sei que você entende a decisão, eu suponho que você não tenha nada melhor para perguntar. "Se você não passar eu vou encerrar o exame", disse a juiza Palazuelos a Panish.

    Panish: Dr. Murray estava a realizar atos que foram enunciadas no contrato?
    Jorrie: Foi-me dito que ele era o médico pessoal há 3 anos.

    Jorrie colocou Conrad Murray e os nomes de suas duas clínicas no Google.
    Panish: Ele estava fazendo um milhão de dólares com duas clínicas?
    Jorrie: Ele disse que tinha quatro consultórios médicos, mas eu só encontrei duas clínicas.

    Panish: E você determinou que Dr. Murray era bem sucedido com base em duas clínicas?
    Jorrie: Não, foi baseado em minha conversa com ele e a verificação do fato de que ele estava licenciado para praticar medicina em quatro estados.

    Panish concluiu interrogatório.

    AEG

    Jessica Stebbins Bina fez a interrogatorio de Jorrie.

    Jorrie disse que os nomes dos arquivos incluí todos os signatários do contrato.

    Jorrie disse que valoriza a relação com a AEG, mas isso não a impede de testemunhar de uma maneira verdadeira.

    "O acordo da turnê tinha um potencial para ser uma turnê mundial", afirmou Jorrie. "Para que a turne continuasse além de Londres, as partes tinham que concordar." "Michael Jackson poderia ter optado por não aprovar o roteiro", disse Jorrie.

    Bina: Com base nessa disposição, se solicitá-los (os custos), eles são responsáveis ​​por eles?
    Jorrie: Sim

    Jorrie explicou que, com base no contrato, a AEG recuperaria todos os custos incorridos para a produção. O saldo devedor era de responsabilidade de MJ.

    Bina mostrou o documento que Tohme Tohme assinou aprovando os custos de produção. Jorrie disse que John Branca solicitou uma reunião em 28 de junho de 2009, para discutir várias questões, entre as quais a forma de desvendar a turnê. Branca foi nomeado executor do espólio de MJ, sendo aprovado pelo tribunal.
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    Re: [Jackson x AEG] Acompanhe o julgamento - Discussões gerais e Atualizações Diárias

    Mensagem por Tay em Sab Ago 17, 2013 9:31 pm

    Jackson x AEG - 65º Dia - 08 de agosto de 2013

    Fonte: MJJC
    Tradução: Tay, para o fórum MJ Art

    Katherine Jackson estava no tribunal.

    A juiza começou por pedir aos advogados uma estimativa de tempo sobre o caso. Yvette Palazuelos disse que sentiu que precisava dar aos jurados uma atualização sobre quanto tempo eles estariam lá. Os advogados da AEG Live disseram que esperam encerrar com o processo de defesa no início de setembro. Há um grande número de testemunhas que ainda precisam ser chamadas. Há também o fechando das declarações. Quando o júri entrou, a juiza Yvette Palazuelos disse-lhes que sua estimativa havia mudado e ela pensou que ia ficar no caso até o final de setembro "Vocês podem me escrever uma nota se isso apresenta um problema", disse a juiza.  (AP)

    Testemunho de Kenny Ortega

    AEG

    Em seu depoimento, Ortega viu documentos para refrescar sua memória. Putnam mostrou-lhe os mesmos documentos. Ortega olhou para o documento e disse que foi pago em 11 de maio de 2009, depois que ele assinou seu contrato. 
    Ortega disse que se colocou na posição de trabalho antes de assinar um contrato. "É o que eu chamo de trabalho de boa fé." "É mais ou menos comum na indústria", disse Ortega.

    Putnam: Se você não chegar a um acordo, você pode trabalhar e não receber o pagamento? Ortega: Sim. "Eu não me lembro especificamente, mas tenho certeza que nos meus 40 e poucos anos neste negócio, isso ocorreu", declarou Ortega.

    No contrato de Ortega, há uma provisão para bônus em caso de "This Is It" dar a volta ao mundo. "Os shows não eram registrados ou garantidos", disse Ortega. "Isso é o que eu acho que Michael esperava fazer, mas não foi reservado." 


    O contrato de Ortega não tem uma linha de assinatura para Michael Jackson. O contrato de Murray diz que não é válido se MJ não consentir e Putnam perguntou se Ortega tem isso em seu contrato. Ortega olhou todas as páginas de seu contrato e disse: "Eu não vejo isso em qualquer lugar."

    "Ele só disse que me queria", disse Ortega sobre Michael Jackson querer que ele fosse o diretor.

    Putnam: É justo dizer que você era o diretor "TII" por causa do MJ? Ortega: Sim.

    Putnam: Você se lembra qual foi o primeiro contato com você? Ortega: Eu não estou realmente certo.

    Ortega disse que não sabia realmente o que o Dr. Tohme era. Tohme disse que ligou em nome de MJ.

    Ortega declarou que ele nunca realmente compreendeu o papel do Dr. Tohme relacionado a MJ. Ele pensou que era um amigo. Independentemente de quem o contatou pela primeira vez, Ortega disse que foi contratado porque Michael Jackson queria.


    Ortega disse que a AEG Live e MJ eram co-produtores do show. Ortega disse que relatava a Michael Jackson sobre o lado criativo da turnê e sobre o orçamento e assuntos financeiros, ele relatava a Gongaware.
    Putnam: Ele [Gongaware ] lhe disse que você não poderia conseguir alguma coisa? Ortega: Não. "Ele só iria fazer isso acontecer", disse Ortega. Ele não conseguia se lembrar de Gongaware negar algo.

    "A palavra final seria de Michael", disse Ortega.

    Putnam: Por quê? Ortega: Porque ele era brilhante e sabia o que estava fazendo. "No final do dia, de forma criativa, nós confiamos que Michael sabia o que precisávamos", disse Ortega.

    Ortega disse fevereiro, março e abril de MJ estava muito envolvido na criação do show, iria aparecer um monte. "Muitas significa 3-4 vezes por semana", Ortega esclareceu. Ele disse que as coisas mudaram, como eles estavam se movendo para o Fórum, que era final de maio.

    Putnam: Quem você considerava o seu chefe? Ortega: Michael. Eu penso em MJ como meu parceiro, eu não penso nele como meu chefe. Mas MJ sempre teve a palavra final sobre o criativo em todos os anos que trabalhamos.

    Putnam: Você já viu a AEG pressionar Michael sobre alguma forma? Ortega: Não

    Putnam: Você sentiu AEG Live apoiou MJ? Ortega: Sim.

    Ortega: Tudo o que trouxe, em termos de enormes necessidades criativas, AEG foi muito favorável em fazer tudo o que podiam.

    Ortega disse que descobriu com Randy Phillips que Dr. Murray era o responsável por colocar MJ nos ensaios, em 15 de junho de 2009. Ele explicou que não achava que Phillips estava envolvido tanto na programação de MJ, mas estava supervisionando-o. Ortega disse que nunca falou com Timm Wooley sobre agendamentos.

    "Eu olhei para o Sr. Phillips como promotor, promotor de Michael e parceiro de produção", declarou Ortega. 
    Ortega: Eu acho que eles estavam tentando criar uma agenda que levasse em consideração todas as necessidades de Michael (como a família) e ainda pudesse ir para o ensaio.

    "Eu sempre me lembrarei de 19 de junho", disse Ortega. Putnam perguntou se Ortega pensou que MJ tinha realmente um caso grave de gripe. "Eu acho que eu poderia ter sugerido que parecia que sim", disse Ortega. Putnam perguntou se durante toda a noite de 19 de junho, se MJ ficou melhor. Ortega disse que sim.

    Putnam: Ele estava coerente? Ortega: Sim

    Putnam: Aquecido? Ortega: Um pouco

    "Eu me senti um pouco mais calmo quando saímos", disse Ortega. Mas disse que ainda estava preocupado.
    Ortega: Não me parece que eram drogas, pareceu-me que era outra coisa, emocional.

    Putnam: Você nunca viu o Sr. Jackson como isso antes? Ortega: Não.


    Ortega enviou um e-mail depois de ver MJ dessa forma porque pensou que Phillips e Gongaware deveriam saber sobre isso. Houve uma reunião agendada no dia seguinte para resolver os problemas que MJ teve em 19 de junho. Ortega disse que achava que era uma forma responsável de lidar com isso, e muito imediato após o fato. Na reunião, o Dr. Murray disse a Ortega para ficar de fora e deixar a saúde de MJ para que ele. Dr. Murray disse a Ortega para deixar de ser um médico amador e que MJ estava apto fisicamente para os shows.

    Putnam: MJ garantiu que ele estava bem? Ortega: Eu não senti seguro. Ele disse que 'não me deixe, eu vou tomar as rédeas, você vai ver que eu vou mudar isso.' Ele parecia absolutamente comprometido nesse ponto.

    Ortega: Murray iniciou dizendo que eu não tinha o direito de não permitir que Michael ensaiasse naquela noite e que eu não tinha o direito de mandá-lo para casa. Ortega respondeu "Espere um minuto, isso não é nada do que aconteceu."

    Ortega: Eu olhei para Michael e lhe pedi para contar o que tinha acontecido, que eu não proibi Michael de nada. Ortega disse que, em um ponto, MJ disse que ele estava indo para casa. "Eu disse que sim, vá para casa, guarde seus filhos, sinta-se melhor", Ortega descreveu.

    Ortega: Eu gostaria de pensar que Michael não me colocou assim, eu gostaria de pensar que Dr. Murray não compreendeu Michael. Ortega disse que Michael explicou na reunião que o que Dr. Murray disse não era o que tinha ocorrido.

    Putnam: Você falou sobre as drogas nessa reunião?
    Ortega: Não

    Ortega: Eu trabalhei com 10.000 pessoas nas Olimpíadas, como eu posso ser responsável pela saúde de todos? "Os adultos são responsáveis ​​pela sua própria saúde", opinou Ortega.

    Putnam: Você acha que MJ era responsável com sua própria saúde?
    Ortega: Eu não acho que ele estava sendo muito responsável, mas era a sua responsabilidade, na minha opinião.

    (Os jurados estavam escrevendo vigorosamente neste momento. Jurado número 6 olhou para Katherine Jackson)

    Ortega: Eu queria cuidar dele, você quer cuidar de alguém quando algo não está certo, mas você não pode ser responsabilizado.
    Putnam: Você era responsável pela saúde de MJ?
    Ortega: Não.



    Ortega nunca pediu MJ sobre sua passagem reabilitação ou qualquer uso de drogas.

    "Não se esqueça de comer, descansar um pouco", Ortega diria MJ. O cantor sorria e respondia "sim" de uma forma muito carinhosa, Ortega lembrou.

    A primeira vez que Ortega trabalhou com MJ foi na turnê "Dangerous". Foi em 1992-93. Ortega disse que geralmente gosta de ficar em turnê até que tudo esteja funcionando a contento de todos. 

    Ortega foi chamado para ajudar MJ com o especial da HBO.
    Putnam: Ele parecia bem para você?
    Ortega: Infeliz
    Ortega: Ele parecia cansado e infeliz, estressado.
    Putnam: Mas em nenhum momento você pensou que ele estava usando drogas?
    Ortega: Não.

    Ortega esteve presente no Beacon Theater quando MJ entrou em colapso. Ele não viu o artista cair, apesar disso. Ele disse que a segurança respondeu rapidamente, todos ficaram longe p/ dar aos paramédicos espaço para trabalharem. MJ foi transportado para o hospital. Ortega não foi, porque disse que não foi convidado. "Certamente preocupado", porém, explicou.

    Os ensaios de "HIStory" foram feitos em Los Angeles, disse Ortega.

    Putnam: Você teve alguma preocupação com a saúde do MJ?
    Ortega: Eu não me lembro de ter qualquer preocupação
    P: E quanto mentalmente?
    O: Não

    Ortega disse que jantou c/ MJ um par de vezes. MJ levou seus filhos para ver High School Musical.


    O diretor descreveu MJ como muito animado, mesmo sem saber ainda o que "TII" ia ser, mas sentindo-se animado.



    Ortega disse que MJ estava sendo abordado por alguém do American Idol, Randy Phillips também se aproximou dele, queriam fazer algo com ele.


    "Eu acho que sentar em um teatro por 5 anos em Las Vegas não era muito atraente para ele", explicou Ortega. "Michael queria sair na estrada", disse Ortega.

    Ortega: Eu estava feliz por ele, porque ele tinha passado por tanta coisa, eu queria que ele fosse o rei novamente.

    Ortega: Eu acho que a chegada de seus filhos em sua vida trouxe algo que não tinha antes. "Ele parecia alegre, animado, como o Michael que eu sempre conheci", Ortega descreveu.

    Ortega: Era inacreditável! Suas razões para fazer a turnê eram incríveis. Ele estava motivado.

    Em 23 de junho, Ortega declarou que MJ estava de ótimo humor, pronto para trabalhar.

    Putnam: Completamente diferente?
    Ortega: Completamente.

    Ortega: Ele parecia saudável, pronto e feliz, não parecia haver qualquer questões sobre o dia 19.

    Ortega disse que MJ estava sempre c/ um pouco de frio, mas não como no dia 19. O diretor ficou surpreso com a rapidez c/ que MJ ficou ainda melhor. "Foi como metamorfose", disse ele.

    Putnam perguntou se Ortega perguntou a MJ o que tinha acontecido. "Eu não bisbilhotei sua vida pessoal", respondeu ele.

    Putnam: Como foi o ensaio? Ortega: Ótimo. Foi um dos melhores ensaios que tivemos até então. MJ ficou lá por horas, Ortega disse.

    Putnam: Se tinha tomado as rédeas? Ortega: Sim. Ele estava no comando. Não só era capaz de ensaiar, mas falar sobre outros aspectos da produção, como os filmes, os efeitos, figurinos.



     "Estávamos todos muito satisfeitos" Ortega lembrou. "A energia na sala mudou, a esperança voltou"

    Ortega: Todo mundo sentia que havia um Michael diferente na sala.
    Ele parecia um pouco cansado no dia anterior, mas conversamos sobre as coisas para o show. MJ também ensaiou e performou. Ortega disse que estava sentindo que estavam de volta à pista, acreditando que estavam em um novo capítulo. Ortega sentiu-se profundamente grato MJ estar de volta. "Ele parecia descansado, mais forte"

    Jackson


    Panish: Em todos os seus anos no ramo, você já ouviu falar de um produtor envolvido na contratação de um médico para um artista?
    Ortega: Eu não vi.



    Panish perguntou se MJ poderia ter sido demitido pela AEG. "Não, ele era um parceiro", Ortega respondeu. Ele disse que Michael lhe disse isso.

    "Eu suponho que eles poderiam fazer isso, mas eu duvido que iria durar mais de 24 horas."


    Panish: Você já foi envolvido em um show onde a promotora estava comprando máquina de RCP?
    Ortega: Não que eu saiba.
    Panish: Você já foi envolvido em um show onde a promotora estava comprando salinas, cateteres, agulhas para um médico?
    Ortega: Não.



    "Lembrei-me que o Dr. Murray seria responsável pela agenda", disse Ortega.


    Ortega disse que, em um ponto, havia um impasse em relação ao seu contrato. E-mail de Gongaware a Ortega em 25 de março de 2009: Receio que pode não ser capaz de atender às suas necessidades financeiras para um acordo.

    Panish: Você está ciente de qualquer artista no mundo com o poder de atração de Michael Jackson? Ortega: Eu acho que se fosse bem feito,  Michael seria a maior atração do planeta.

    Panish: Você não acha que Celine Dion seria maior? Ortega: Eu acho que os Stones chegam perto, McCartney chega perto. Mas se MJ não era o número um, ele estava muito perto. "Ele vendeu 50 shows", disse Ortega. "Muito impressionante, histórico."

    Ortega disse que não concorda com quem diz que de nenhuma maneira MJ poderia ter feito 50 shows.

    Panish: MJ era perfeccionista?
    Ortega: Isso seria algo pelo qual as pessoas o chamam. A maioria de nós nunca viu alguém trabalhar tão duro para realizar algo quanto MJ.

    Panish: Em junho, ele não apareceu em tudo? Ortega: Isso está correto.
    Panish: Será que você teve preocupações sobre sua condição física em 14 de junho?
    Ortega: Eu diria que sim.


    Panish: Você não acha que o Dr. Murray estava fazendo um bom trabalho?
    Ortega: Não
    Panish: Você acha que MJ era irresponsável?
    Ortega: Pareceu-me que ele estava em apuros.

    Ortega: MJ era muito legal, corajoso, forte em suas idéias e no que ele queria durante todo o início do processo. "Eventualmente ele começou a declinar e desaparecer", Ortega lembrou.

    Panish: Eu quero que você assuma que AEG Live contratou Dr. Murray. Você esperava que eles contratassem um médico apto e competente?
    Ortega: Sim.

    Panish perguntou se Ortega estava fazendo seu trabalho quando enviou e-mail c/ preocupações. "Mais do que apenas fazendo o meu trabalho, olhando para o meu amigo", disse.

    Ortega disse que Dr. Murray não tinha a mesma mentalidade que ele na reunião de 20 de junho. Phillips não fez nada para parar a advertência  de Dr. Murray a Ortega na reunião, Panish disse. Ortega concordou.



    Panish: Alguma vez você soube que Phillips estava agarrando o braço de Dr. Murray? Ortega: Eu nunca ouvi isso.

    Panish perguntou se Ortega sabia quanta pressão a AEG estava colocando em MJ e Dr. Murray. Ele disse que não.


    Ortega disse que nunca disse a Faye que MJ tinha que enfrentar seus medos, usou a palavra 'amor duro', pode ter dito que o show poderia ser cancelado se não estivesse pronto.

    AEG

    Putnam fez o questionamento.

    Putnam: Você viu Michael deteriorar-se ao longo de 8 semanas?
    Ortega: Eu não usaria a palavra deteriorar-se para descrever o que vi.

    A semana de 15 de junho foi quando Ortega ficou preocupado com Michael Jackson. Ortega disse que ninguém veio até ele expressando preocupação nos dias 23 ou 24 sobre MJ. Eles o fizeram no dia 19, mas não depois que MJ voltou no dia 23.

    Putnam: Você já trabalhou em uma turne, onde um artista tinha US $ 400 milhões em dívidas?
    Ortega: Não que eu saiba.
    Putnam: Você já trabalhou em uma turnê em que o artista não podia pagar suas despesas diárias?
    Ortega: Eu não acredito.
    Putnam: Você já trabalhou em uma turne onde a promotora/produtora estava avançando todas as despesas diárias?
    Ortega: É possível, eu não sei.
    Putnam: Você já trabalhou em uma turne onde artista era incapaz de pagar seu médico pessoal?
    Ortega: Eu não penso assim, suposição de minha parte.

    Putnam: Quem o apresentou a  Dr. Murray?
    Ortega: Michael
    P: O que MJ disse?
    O: Este é o meu médico.


    Putnam perguntou se estar em dívida diminui sua capacidade. "Eu não penso assim", Ortega respondeu. Estar em dívida não muda o seu talento, seu dom, a sua capacidade.


    Jackson redirecionar

    Panish em re-re-re-direta: Você tem acesso a um bloco de receitas?
    Ortega: Não

    -----------------------------------------

    Putnam e Panish se revezaram em perguntar dúvidas fora do comum sobre a responsabilidade de Ortega. Os jurados riram em voz alta com o intercâmbio entre os advogados. O diretor manteve a compostura e respondeu a todas as perguntas. Ortega foi dispensado, sujeito a ser chamado novamente no caso.


    Quando o diretor levantou-se, todos os jurados bateram palmas para ele. Ele agradeceu aos jurados, beijou a Sra. Jackson, apertou as mãos de Shawn Trell e saiu.

    [Jackson x AEG] Júri aplaude testemunha no julgamento pela morte de Michael Jackson
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    Re: [Jackson x AEG] Acompanhe o julgamento - Discussões gerais e Atualizações Diárias

    Mensagem por Tay em Sab Ago 17, 2013 11:24 pm

    Jackson x AEG - 66º Dia - 09 de agosto de 2013

    Fonte: MJJC
    Tradução: Tay, para o fórum MJ Art (como a advogada Jorrie já testemunhou outros dias, vou colocar apenas o que for relevante, para não ficarmos repetindo demais. Leiam os testemunhos anteriores.)


    Testemunho de Kathy Jorrie


    AEG

    Kathy Jorrie está de volta ao banco de testemunhas. Jessica Stebbins Bina retomou o exame. Bina mostrou o contrato de MJ.
    Parágrafo 13: Artista declara / garante que não possue quaisquer ferimentos, doença conhecida ou doenças que interfere com o desempenho do artista.

    Bina: Quem assinou isso?
    Jorrie: Michael Jackson.
    Bina: Então MJ representou que ele não tinha qualquer condição de saúde que pudesse interferir no seu desempenho?
    Jorrie: Eu nunca tive qualquer informação de que MJ não estava bem de saúde.
    Bina: Problemas com drogas?
    Jorrie: Absolutamente nenhuma
    Bina: insônia ou problemas de sono?
    Jorrie: Nenhum pouco.

    Jorrie disse que a reunião em 28 de junho de 2009, foi chamada por John Branca e John McClain estava no telefone (ambos são executores do espólio de MJ). Ela disse que Frank DiLeo e várias representantes da AEG também estiveram presentes na reunião. "Dr. Tohme estava lá discutindo os negócios de MJ na frente de todo mundo", Jorrie testemunhou. "Ninguém desafiou Dr. Tohme ou sua presença."

    Jorrie: Estou ciente de que o Espólio reembolsou ​​alguns custos.

    Bina perguntou se Weitzman, advogado de espólio de MJ, disse que Tohme havia sido demitido, mas, no entanto, o Espólio concordou em reembolsar a AEG pelos custos de produção. Jorrie respondeu que estava correto.

    Bina perguntou se Jorrie disse para Dr. Murray parar de tratar MJ até que tivessem um contrato. Ela disse que não. "A razão é que o Dr. Murray era o médico de Michael Jackson e não era minha função dizer-lhe para não prestar seus serviços. Jorrie disse que MJ era paciente [de Murray] há  muitos anos.

    Bina: Será que Dr. Murray precisava de um acordo com a AEG Live para o tratamento de pacientes?
    Jorrie: Não, ele não precisava de um acordo com a AEG Live para realizar serviços para seus pacientes, incluindo Michael Jackson.

    Ela diz que, sem o expresso consentimento de MJ por escrito, o contrato não era válido.

    Jorrie: Este é um acordo contratual independente. 

    Bina: Você não colocou qualquer provisão para Dr. Murray ser supervisionado pelo AEG Live?
    Jorrie: Claro que não.
    Bina: Existem palavras acordo que diz que Murray só poderia usar equipamento médico aprovado, comprado pela AEG?
    Jorrie: Não há tal formulação.

    "Ele [Murray] me disse que estava deixando as práticas para sair em turnê com MJ", explicou Jorrie. Dr. Murray nunca lhe disse que estava fechando suas práticas.

    Jorrie descobriu que havia dois lugares de empresas associadas a Dr. Murray e suas licenças médicas. "Eu verifiquei suas licenças médicas, não haviam ações disciplinares, empresa era legítima, tudo combinando. "Eu não tinha nenhuma razão para duvidar da informação que me foi dada", disse Jorrie. "Não haviam bandeiras vermelhas."

    Jorrie: Eu não acho que era minha função verificar o médico de Michael Jackson, este que ele teve durante muitos anos.


    Jackson

    Panish seguiu.

    Jorrie disse que o orçamento tem que ser aprovado antes de qualquer pagamento. Ela testemunhou que nunca perguntou a Branca se Tohme era funcionário da empresa de MJ.

    Panish: Você viu que sua licença para medicina interna havia acabo em 2008? Jorrie: Não, eu não me lembro de ver.

    Jorrie disse que não é verificou o relatório de crédito de Dr. Murray, dívidas e reivindicações pendentes de apoio à criança. 

    Jorrie disse que o único exame médico que ela está ciente de que Michael Jackson tenha feito foi para a companhia de seguros.


    AEG

    Bina perguntou: Por que você não perguntou a John Branca se Dr. Tohme era funcionário da empresa? Jorrie disse que Branca era um co-executor e ela acreditava que ele não saberia a resposta. Ele tinha voltado a ser advogado de MJ há uma semana. Jorrie pensou que Dr. Tohme seria o mais apropriado p/ perguntar se ele era um funcionário da empresa ou não.

    "Acredito que não houve conflito de interesse contratual" Jorrie disse. Ela explicou que os interesses de MJ e Dr. Murray estavam alinhados, para tratá-lo e mantê-lo saudável durante a turne no Arena O2.

    Jackson

    Panish perguntou se havia alguma coisa impedindo a AEG de preparar o contrato com Dr. Murray e dá-lo a MJ. Ela disse que não.

    AEG

    Bina perguntou se MJ pediu especificamente que a AEG redigisse o contrato de Dr. Murray e fundos para adiantamentos necessários?
    Jorrie: Sim


    Jackson

    Panish rebateu: E a AEG poderia ter recusado, certo?
    Jorrie: Sim

    -------------------------------

    Vídeo do depoimento de Randy Jackson

    O júri ouviu o depoimento gravou de Randy Jackson, que descreveu mais de meia dúzia de intervenções de sua família tentando fazer Michael Jackson parar de tomar os medicamentos prescritos. Randy Jackson, irmão do astro pop, disse que vários de seus irmãos estavam envolvidos nos esforços, e, ocasionalmente, traziam médicos intervencionistas para tentar convencer o irmão a ir para a reabilitação. O astro sempre se recusou e manteve a sua família distante nos anos finais de sua vida, Randy Jackson disse.

    Randy Jackson diz que as intervenções ocorreram em diversos locais, incluindo Nova York, Las Vegas, Rancho Neverland e Taiwan e desde meados dos anos 1990. No entanto, ele disse que não falou muito com seu irmão nos últimos cinco anos antes de sua morte e não podia entrar em sua mansão alugada porque os seguranças bloquearam seu acesso. "Michael não queria ficar muito em torno da família, porque ele não queria que o vissem assim", disse Randy Jackson. "Ele estava se escondendo de mim."

    Ele disse que a maioria das intervenções foram atendidas por suas irmãs Rebbie e Janet e seus irmãos, Tito, Marlon, e seu pai, Joe Jackson. Mas ele disse que sua mãe só foi uma vez ou duas. Ele disse que ela não estava disposta a aceitar que Michael era viciado e que sentia "que estava em negação. Ela só não queria acreditar."

    Randy Jackson disse que seu irmão estava apavorado durante seu julgamento por abuso sexual infantil em 2005. Em um ponto, Randy Jackson disse que teve que levar seu irmão para o hospital porque "ele estava sob a influência de alguma coisa." Ele disse que não tinha ideia de que Jackson estava tomando medicamentos. "Ele estava muito assustado e eu tive que levá-lo ao tribunal", disse Randy Jackson. (AP)

    Ele disse que quase todas as vezes que tentou interceder foram depois de um telefonema da babá que cuidava dos filhos de Michael Jackson e disse-lhe que o cantor estava usando medicamentos prescritos. Ele disse que nunca viu seu irmão tomar medicamentos, mas duas vezes o viu em uma condição em que estava pronunciando sua fala. Ele disse que mais tarde, demitiu a babá depois que a encontrou em uma farmácia pegando receitas para o cantor.

    Randy Jackson disse que nunca ouviu falar da droga Propofol até depois que seu irmão morreu de uma overdose do anestésico.

    Randy Jackson também testemunhou que, em determinado momento, escreveu uma carta a toda sua família, incluindo sua mãe, dizendo que eles precisavam ajudar Michael. "Ele é um viciado e ele não é responsável. A família tem que entrar e fazer algo sobre isso ". Ele também disse que seu irmão se recusou repetidamente a ir para a reabilitação. Eu disse a ele: 'Sim, você é. "E ele dizia:' Não, eu não sou '", declarou Randy. (CBSLA)

    Randy Jackson disse que a babá Rwaramba o chamou em pânico depois que Jackson supostamente tomou muitos remédios de uma receita obtida em seu nome. Ele disse que Jackson estava fora de si e falando com "fala arrastada", enquanto seus filhos e convidados estavam dentro da residência. "Ele estava certamente sob a influência de algo que foi alterando a sua forma normal de funcionamento", Randy Jackson lembrou.

    O irmão disse que confiscou todas as drogas que conseguiu encontrar e estava lá embaixo recebendo algo para comer quando ouviu que Jackson tinha "entrado em colapso." Randy Jackson disse que  pegou o seu irmão do chão, o colocou em uma cama e correu para chamar um médico. Ele disse que o médico deu a Jackson algo para "compensar" os efeitos da overdose e disse-lhe para não sair do lado do ícone pop. "Alguém deve dormir ao lado dele, certifique-se que ele não irá vomitar ou engolir, qualquer coisa assim", disse o médico, de acordo com Randy Jackson.

    Lembrou até 10 tentativas de intervenções com Jackson, que começaram em Taiwan, durante uma das visitas do cantor e também incluiu uma intervenção em um hotel de Nova York em 2000, "quatro ou cinco" viagens surpresa para Neverland e uma tentativa na residência de Las Vegas após o julgamento de 2005.

    Randy Jackson disse que seu irmão não gostou da interferência e se "isolou", especialmente durante o último ano de sua vida. (NYDailyNews)

    O primeiro depoimento foi em 06 de novembro de 2012.

    Randy disse que ele e Michael era muito próximos, uma vez que eles eram próximos na idade. Randy disse que não se lembra quando foi a última vez que falou com MJ. Ele disse que MJ estava viajando.
    - Você ligou para em 2009?
    R: Eu não me lembro
    - Você o viu em 2009?
    R: Eu não me lembro

    Randy disse que Frank Dileo era gerente de MJ. "Pelo que eu entendo,  até que meu irmão falecer", explicou. Houve um tempo em que ele era o gerente, então não gerente mais, então era gerente de novo, Randy disse.

    O irmão de MJ falou sobre uma intervenção em Las Vegas, em seguida, em NY e LA.

    Randy confrontava MJ cada vez Grace ligava. Randy disse que a segurança lhe dizia que MJ não queria vê-lo.

    "Eu disse a ele que eu estava o levando para a reabilitação", disse Randy. "Ele disse que não iria.

    Randy disse que MJ lhe disse: 'Não se preocupe, eu estou bem. Eu não vou. "

    - Será que ele parecia ok?
    R: No momento sim
    - Você saiu pensando que ele tinha um problema?
    R: Sim
    - Quando foi a próxima discussão?
    R: Essa pode ter sido a última vez, talvez. Houveram momentos anteriores. Foi em torno do julgamento de Santa Maria. Foi depois, eu acho.
    - Até o momento de sua morte nunca discuti isso com ele de novo?
    R: Não

    Randy disse que Leonard Rowe falou que MJ poderia ter problemas c/ medicamentos. Ele supôs que era em torno dos shows em Londres que estavam sendo preparados.
    Randy: Não, deixe-me corrigir isso. Inicialmente estávamos apresentando nossa turne, a turnê dos irmãos. Houve uma grande preocupação em seguida.

    Randy disse que contou a um médico que houveram tentativas anteriores de obter ajuda para MJ e eles não foram bem sucedidos, precisavam de ajuda profissional. Randy discutiu com médicos as tentativas de intervenções. Randy não falou com os médicos novamente depois. Além de Michael, apenas o segurança estava presente.

    Randy acredita que a tentativa de NY aconteceu antes de Las Vegas. Ele disse que estava preocupado com MJ, sobre a "prescritos", "abuso de prescritos."  Janet, Rebbie e Tito estavam com Randy em NY. Aconteceu entre início e meados de 2000. Grace ligou, chamou a família, outros membros da família, Rebbie, Tito, Janet. Vocês precisam chegar até aqui, Randy disse que Grace disse a ele. Ela não precisa dizer mais nada. "Por causa do meu irmão", explicou Randy.

    Randy não se lembra dos detalhes da conversa, se MJ admitiu ou não abusar de medicamentos prescritos. MJ não foi para a reabilitação.
    Randy não contou aos seus pais, ele disse que não queria força-los. Randy ligou para Grace. "Ela me disse que ele estava limpo".

    continua...


    Última edição por Tay em Dom Ago 18, 2013 5:20 pm, editado 1 vez(es)
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    Re: [Jackson x AEG] Acompanhe o julgamento - Discussões gerais e Atualizações Diárias

    Mensagem por Tay em Dom Ago 18, 2013 5:18 pm

    Continuação do 66º dia...



    Randy testemunhou que os irmãos apenas disseram para ele. "Basta dizer-lhe que sua família o ama e está preocupada com ele."

    Randy: Ele parou de usar essas coisas, como eu sei, ele parou de usar.

    A intervenção no Rancho ocorreu após NY. Ele recebeu um telefonema de Grace "Você precisa chegar até aqui." Randy contou aos irmãos. Eles tiveram um outro telefone por conferência. Os pais não estavam na ligação.

    Randy: Eu acho que a minha mãe descobriu sobre Grace. Minha família foi comigo, disse ele.

    - Sua mãe foi?
    R: Eu acho que sim. Janet, Rebbie, Marlon não, não tenho certeza sobre LaToya, Jermaine não, talvez Tito, Jackie.

    Um dos irmãos passou sobre a cerca para abrir o portão,
    - Porque a segurança não deixaria vocês entrarem?
    R: Sim. Nós não perguntamos.

    -Acredita seu irmão tinha problema com drogas de prescrição?
    R: Sim
    - MJ negou que tinha um problema com medicamentos?
    R: Sim
    -Ele também se recusou a ir para a reabilitação?
    R: Sim

    Eu não acreditei nele, Randy testemunhou. Apenas saíram de lá e conversaram sobre isso, Randy disse. Outros membros da família não acreditaram nele também. Minha mãe não acreditou nisso, Randy explicou. "Mas essa é minha mãe, ela não queria acreditar."

    Eles ficaram no rancho por 2 ou 3 horas. Randy discutido com MJ a intervenção no rancho depois. "Eu lhe disse que queria que ele fosse para o terapeuta comigo", Randy descrito. Ele disse que isso era para depois do julgamento.

    Randy disse que foi visitar Frank DiLeo no hospital depois que esteve em coma. Ele conhecia DiLeo há 20 ou 30 anos. Randy soube que DiLeo voltou a trabalhar com MJ, enquanto os shows no Arena O2 estavam sendo montados.
    - Ele era um bom gerente?
    R: Sim

    - MJ falou com você sobre o couro cabeludo queimado?
    A: Sim. Ele disse que era doloroso.

    Fui visitá-lo no hospital, Randy disse sobre MJ. Ele nunca discutiu com MJ sobre insônia, problemas de sono.

    Randy não sabia que MJ levava anestesiologistas em turnê. Randy disse que nunca viu MJ tomar medicamentos ou drogas ilícitas. Ele nunca ouviu falar de propofol ou Diprivan até a morte de MJ.
    - Seu irmão nunca discutiu sobre tomar medicação para dormir?
    R: Não

    Eu nunca recebi um telefonema sobre drogas ilegais, Randy explicou.

    A primeira vez foi em Los Angeles, ela [Grace] ligou, disse Randy. Foi por volta do ano de 2000.  "Porque ele estava usando medicamentos prescritos demais."

    Randy não falou com MJ sobre isso neste momento. Ele conversou com Rebbie. "Eu estava investigando sobre ele, conversando com as pessoas ao seu redor."
    Randy: Além disso, se bem me lembro, eu tentei chamar um médico em Las Vegas e um médico na Flórida, mas eles não quiseram falar comigo sobre isso. Randy disse que esqueceu os nomes dos médicos. Ele conversou com amigos médicos que sabiam sobre suas preocupações sobre abuso de medicamentos.

    Q: Ele era viciado?
    A: Eu não sei, eu não tinha certeza, não estava claro sobre isso.

    Randy: Só o uso excessivo, talvez, eu não sei se eu chamaria isso de vício, eu não sou um médico.

    Randy disse que teve uma chamada telefônica com sua mãe, ele iniciou a conversa. Eu disse a ela que precisávamos planejar uma intervenção e que, ela sendo mãe, por isso ela estava lá.

    Randy disse que ele e seu pai tentaram ligar p/ MJ enquanto ele vivia na casa em Carolwood. "Nós não tivemos sucesso", disse ele.
    Randy: Havia um problema c/ drogas. Ele não estava comendo. Todas estas coisas estavam acontecendo ao mesmo tempo. E, você sabe, muita pressão.
    Randy: Leonard Rowe estava muito envolvido nos shows e estava dando relatórios para mim de que ele não parecia muito bem. Randy disse que eles estavam preocupados com o abuso de prescritos todo o tempo em que MJ estava morando na casa de Carolwood. Randy já havia selecionado uma clínica de reabilitação para levar MJ. Era na área da baía, San Francisco.

    Randy disse que seu irmão não bebia. "Eu nunca o vi beber álcool."

    A segunda parte do depoimento foi gravado em 26 de março de 2013.

    Randy disse que Michael gostava de sair em turnê.
    - Por que você diz isso?
    R: Bem, porque nós gostamos de viajar, performar.
    - Você já viu quaisquer sinais que ele estava usando medicamentos prescritos em turnê?
    R: Não.

    Randy disse que  em 2005,na casa em Beverly Hills "Ele estava sob influência de alguma coisa." Randy disse que sua fala estava arrastada. Então, Grace, sua babá, me dizia o tempo todo: "Você precisa vir aqui. Algo não está certo. "Eu fui para ajudá-lo e tirei tudo o que pude, Randy testemunhou.
    Randy:. Nós tínhamos discutido isso antes, então eu meio que sabia o que estava acontecendo.

    - E o que você viu quando você foi lá?
    R: Estava certamente sob a influência de algo que alterarou o seu modo normal de funcionamento. Tentei ajudá-lo de alguma forma.

    "Foi irônico, porque ela [Grace] estava dando remédios para ele, mas reclamando sobre isso." Randy disse que alguns medicamentos estavam em nome de Grace. "Foi perturbador para mim. Eu acho que ela tinha dificuldade em dizer não a ele. "

    - Ele te disse o que ele estava tomando, especificamente?
    R: Não

    Randy: Eles correram as escadas e me disseram que ele tinha caído. E eu fui até lá em cima. Eu peguei ele, coloquei na cama, estava muito tarde.
    Randy: E se bem me lembro, eu liguei para o meu médico que morava literalmente na esquina. Meu médico veio e cuidou dele, disse que ele estaria bem. Randy disse que o médico deu a MJ algo que iria  ajudar a combater tudo o que ele tinha tomado. Bastava deixá-lo descansar.

    Alguém deveria dormir ao lado dele, certificar de que ele não vomitaria ou engoliria, qualquer coisa assim, o médico disse a Randy. Randy instruiu um dos Cascio para dormir ao lado de MJ. Ele passou a noite bem. Na manhã seguinte, Randy disse que MJ estava dormindo muito até tarde. "Eu queria ter certeza de que ele estava bem, então eu deixei". Randy perguntou a MJ no dia seguinte se ele se lembrava do que aconteceu.
    Ele disse que MJ respondeu: "não, não, mas eu ouvi." Ele disse que tomou para ajudá-lo a dormir, e ele disse que foi um erro e que sentia muito por isso, Randy testemunhou.

    Intervenções: NY, Neverland, Las Vegas

    R: Foram mais do que uma em Neverland.

    Houveram algumas lá. Eu não sei, talvez 4 ou 5, Randy respondeu. Foi por volta de 2004, 2005. Ou 2005, 2006. Randy disse que estava gastando muito tempo com ele, então ele meio que ficou próximo para olhar o que estava acontecendo.

    Randy escreveu cartas para a minha família sobre o problema de MJ e que eles tinham que fazer algo para ajudar.
    - Para quem você enviou a carta?
    R: Todo mundo, cópias para todo mundo. Tenho a certeza que todos sabiam disso.

    Randy: Ele é um viciado e, neste ponto, os viciados não são tão responsáveis ​​pelo o que fazem.
    Randy: Então este é a função onde a família precisa intervir e fazer algo sobre isso, porque o seu desejo torna-se físico.
    - Você enviou para sua mãe também?
    R: Todo mundo tem uma cópia.

    Q: Você conseguiu respostas?
    A: Eu acho que todo mundo estava em choque, talvez um pouco em negação. Eu sempre tenho respostas, meu pai, Rebbie e Janet, sempre

    Randy: Não, minha mãe não. Como mãe, eu acho que talvez fosse difícil para ela, você sabe, para uma mãe ver isso.

    - Descreva as intervenções adicionais:
    R: Primeiro em Neverland, não a que KJ estava presente. Janet, eu mesmo, Rebbie. Talvez a minha mãe estivesse naquela. Acho que minha mãe estava lá.
    Katherine foi a uma única intervenção, Randy disse. "Deve ter sido a primeira, em torno de 2002-2003, em Neverland.

    Randy disse que Rebbie e Janet estavam sempre apoiando, sempre com ele. "Meu pai também."

    Depois de Vegas, não houveram mais intervenções, Randy disse.  

    Randy: Michael não queria realmente estar muito em torno de sua família, eu acho, porque ele não queria que a gente o visse dessa forma, especialmente eu.

    Randy: Quando eu estava ajudando com a situação em Santa Maria ,eu fui capaz de fazê-lo parar. Eu despedi Grace, parou o que vinha de dentro.

    Randy disse que MJ realmente gostava de estar com seus filhos. Ele cozinhava para eles. Ele estava em um ótimo lugar, Randy disse. "Então, Grace voltou e começou a usar isso novamente. Fiquei muito chateado com isso.
    Randy: Eu a despedi outra vez, notei que quando ela estava por perto havia um padrão. Sempre que ela estava por perto, ele estava perdido. Então eu despedi novamente.

    Q: Todas as intervenções foram antes do julgamento em Santa Maria?
    R: Houve uma depois, em Las Vegas foi depois.

    Randy: Houve um artigo da revista People falando sobre seu uso de drogas. Grace disse-lhe que eu estava por trás deste artigo.
    Randy: Grace e, na verdade, Raymone Bain, porque eu demiti ambas. Eu as despedi, tanto que provavelmente por isso disseram aquilo, Randy opinou. "Não tinha nada a ver comigo."

    Randy disse que MJ teve pessoas em sua família para assinar uma carta sobre o que estava na Revista People, dizendo que ele nunca usou drogas. "Fiquei muito perturbado com isso." Ele disse que não estava por atrás do artigo, mas não assinou a carta. Janet, Rebbie e seu pai não assinaram também.

    A carta foi ideia de MJ, Randy disse.

    - Você mãe assinou?
    R: Minha mãe, LaToya, todos os meus irmãos.
    Randy: Minha mãe, você sabe, ela nunca quis acreditar. Ela é uma mãe, você sabe. Eu me senti mal por ela.

    Randy disse que MJ estava realmente com medo antes do julgamento em Santa Maria. E de alguma forma Grace era capaz de obeter algo p/ ele.
    Randy: Ele não queria ir ao tribunal. Ele não compareceu ao tribunal. E eu estava pirando porque estava nas notícias.
    Randy: Eu fui para o hospital e MJ disse: "Eu não sei o que você está pensando. Eu não vou entrar naquela sala de audiências, por isso nem sequer pense nisso Randy.

    - Ele foi para o hospital porque teve uma reação ao seu uso de drogas?
    Randy: Não. Ele estava no hospital porque ele não queria ir ao tribunal.

    Randy disse que quando Grace estava perto de MJ, ele ficava sob algum tipo de influência. "Mas tivemos que ir ao tribunal e tinha o médico com ele."
    Randy: Então descobri mais tarde que ela lhe tinha conseguido um patch. Eu estava pálido. Randy não sabe que tipo de patch era.

    "Ele estava realmente com medo de ir para o tribunal.".

    Randy: Ele não sabia em quem confiar, porque as pessoas ao seu redor estavam mentindo para ele, dizendo-lhe coisas apenas para garantir suas posições.
    Foram as duas únicas vezes em que Randy o viu sob influência. "Eu recebi ligações de Grace o tempo todo", disse ele. Randy disse que a última vez que Grace ligou foi há muito tempo atrás.

    - Você sabe se ele dormia bem durante a turnê?
    R: Ele dormia bem
    Randy disse que MJ não tinha problemas para dormir, que ele soubesse.

    Randy: Meu pai e eu tentamos arrumar a casa em Carolwood. Eles não me deixavam passar. Meu irmão não queria que eu o visse daquele jeito.
    - Quem você viu lá?
    R: o guarda de segurança.
    Disseram  a Randy "ele não está aqui, ele não está lá."

    Randy questionou se ele não estava lá, porque tinham o portão fechado. "Abrir, não é grande coisa"
    Depois de ser rejeitado, Randy, então, foi para casa.

    Houve uma outra intervenção em Taiwan.
    Q: Você foi para o Taiwan?
    A: Sim, com Rebbie e alguns membros da família

    MJ estava fazendo shows em Taiwan.
    Randy: Eu não sabia de nada, mas tinha ouvido coisas. É por isso que estávamos lá.
    Randy disse que em Taiwan, eles visitaram, deram-lhe amor de família, queriam fazê-lo sentir-se confortado e por isso ele não iria mais pensar em fazer essas coisas.

    -MJ estava isolando-se?
    R: Sim, ele faria isso.
    - Ele estava fazendo isso nos 5 anos antes de sua morte? Isolado?
    R: Ah, partes, partes disso.
    - Você falava com ele regularmente?
    R: Eu não falo com ninguém da minha família regularmente.

    Às vezes ele se isolava, porque ele não queria que as pessoas ouvissem a sua voz, disse Randy.

    - Porque ele poderia estar usando drogas?
    R: Sim

    Randy: Após MJ falecer, todos ficaram chocados. Eu estava muito descontente com todo o que estava acontecendo no tribunal com Branca, Weitzman.
    Randy: Nós ainda estavamos tentando resolver como lamentar, e essas pessoas estavam no tribunal, e testamento, e essa bobagem. Eu não tinha mesmo enterrado meu irmão, no entanto, Randy disse.

    Randy disse que colocou tudo de lado e se reuniram no memorial por ele e fizeram isso com a AEG, Kenny Ortega e aqueles caras.

    - Você teve uma experiência positiva com a AEG?
    R: Horrível! (Risos) Não, eu estou apenas brincando. Eles foram muito legais. Eles foram muito bem.
    Randy: Eu praticamente dormi lá para colocar o show juntos.

    - Você se recorda de ter ditoa  Randy Phillips que você viu que Michael teve a sorte de ter a AEG envolvida em seu retorno aos palcos?
    R: Eu não lembro de ter dito isso, mas isso não significa que eu não disse. Eu meio que me senti assim na época.

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    Re: [Jackson x AEG] Acompanhe o julgamento - Discussões gerais e Atualizações Diárias

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