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    Resumo: 1ª Semana de Julgamento

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    Tay
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    Resumo: 1ª Semana de Julgamento

    Mensagem por Tay em Dom Mar 17, 2013 5:53 pm

    1ª Semana de Julgamento
    Postado por Lynn
    PRIMEIRO DIA - DECLARAÇÕES DE ABERTURA (27/09/2011)


    Posted by MJNewsBrasil in Justiça para Michael |

    Julgamento de Murray: Declarações de abertura da promotoria

    * O promotor David Walgren fez sua declaração de abertura, usando um foto do que parece ser o corpo de Michael Jackson em uma maca.

    * Michael Jackson confiou sua vida nas as habilidades médicas do Dr. Murray e foi uma “confiança equivocada “

    * A causa da morte foi uma overdose de Propofol, administrado pelo Dr. Murray

    * Vamos provar que Conrad Murray repetidamente agiu com negligência grosseira e incompetência

    * Walgren explicou que Murray obteria US $ 150.000 por mês, não os cinco milhões que Murray exigiu para a duração do “This is It” tour.

    * Murray fez arranjos com uma farmácia para comprar grandes quantidades de Propofol em irregularmente.

    * Murray mentiu para o farmacêutico, dizendo que ele tinha uma clínica em Santa Monica, quando ele não tinha.

    * Em 10 de maio de 2009, Murray fez uma gravação de voz em seu iPhone … a gravação documentou MJ altamente sob a influência de “agentes desconhecidos” com Murray sentado lá. Ele mostra que Murray sabia do estado de Michael e o que ele estava fazendo com o cantor.

    * Nas semanas que antecederam a morte de MJ, ele estava frio, tremia, divagava, mas Murray continuou dando-lhe Propofol, e Kenny Ortega irá testemunhar que MJ claramente não estava bem.

    * Uma reunião foi realizada na casa de Michael em 20 de maio de 2009,com Kenny Ortega, Murray, MJ e outros. Murray repreendeu Ortega por expressar preocupações sobre sua saúde, dizendo que ele era o médico, acrescentando: “Michael está fisicamente e emocionalmente bem. Eu sou o médico “.

    * No dia que MJ morreu, a 01:00pm, MJ chegou em casa do ensaio e Murray passou a noite na casa – como fazia todas as noites nos 2 meses e meio – com a finalidade de colocá-lo para dormir com Propofol.

    * Walgren disse que Michael morreu em sua cama – que ele estava clinicamente morto quando os paramédicos chegaram.

    * Murray enviou mensagens de texto e fez chamadas telefônicas, enquanto ele sentou-se ao MJ. Ele fez oito telefonemas, o último às 11:51 para uma namorada, e foi quando Murray percebeu que havia uma emergência.

    * Murray chama o guarda-costas Alberto Alvarez e diz que Michael Jackson tinha uma “reação negativa”.

    * Murray instrui Alvarez essencialmente para esconder as provas dentro de um saco azul … colocando, entre outras coisas, a garrafa de Propofol que estava pendurada no suporte IV – Walgren é o que implica que é a garrafa que tinha a dose fatal.

    * 911 foi chamado às 12h20. E, Walgren diz, quando os paramédicos chegaram, MJ estava morto

    * Murray nunca disse aos paramédicos que ele deu a MJ Propofol, mesmo quando perguntaram qual drogas Murray havia administrado.

    * Os paramédicos pronunciaram MJ morto, mas Murray insistiu em ser transportado para UCLA.

    * Médicos da UCLA perguntaram a Murray que drogas ele tinha dado MJ, mas Murray nunca mencionou Propofol.

    * Dois dias depois da morte de MJ, Murray encontrou-se com detectives da polícia de Los Angeles, e disse que ele estava dando doses noturno de Propofol a MJ todos os dias por mais de dois meses para colocá-lo para dormir. Esta é a primeira vez que Murray confessou.

    * MJ disse a Murray em torno de cinco horas que ele precisava dormir e eles concordaram que Propofol era a resposta. Murray disse que deu a MJ 25 miligramas de Propofol, mas isso só iria colocá-lo para dormir por alguns minutos. Os promotores dizem que muito mais Propofol foi administrado.

    * Murray explicou à polícia, ele foi ao banheiro para urinar, voltou dois minutos mais tarde para descobrir que MJ não estava respirando. O Promotor diz que é chamado de “abandono”, deixando um paciente sozinho é abandono médico.

    * O promotor diz que Murray estava ao telefone durante 45 minutos depois de dar Propofol a MJ.

    * Conrad Murray agiu com negligência grosseira e não estava agindo no melhor interesse de MJ … ele estava trabalhando para $ 150.000 por mês.
    Posted by MJNewsBrasil in Justiça para Michael |

    Julgamento de Murray: Declaração de abertura da defesa


    * Chernoff diz que irá prova que MJ engoliu 8, 2mg de comprimidos de Lorazepam.

    * E Chernoff diz que MJ se auto-injetou uma dose de Propofol, e que criou uma “tempestade perfeita” que o matou.

    * Não houve maneira de salvar MJ. Ele morreu na hora.

    * Chernoff disse ao júri que o TMZ relatou no ano passado – que a peça central do caso de defesa na morte de Michael é Michael – e não o Dr. Murray.

    * Chernoff também disse MJ “tinha um problema” que nenhuma quantidade de determinação podia vencer, mesmo com seu talento, e sem ajuda, ele não poderia fazer a “This Is It” tour – uma turnê que lhe daria mais dinheiro do queuma turnê já tinha feito antes.

    * Dr. Murray não é um “médico das celebridades” – ele é um cardiologista que salva vidas.

    * A defesa vai colocar alguns dos pacientes do Dr. Murray no tribunal para mostrar o seu nível de cuidados. Ele iria comprar receitas para pessoas que não podiam pagá-lo e, em geral, vão bem acima do padrão de atendimento esperado de um médico – o que contradiz os promotores que chamá-lo de ganancioso e irresponsável. Murray parecia se rasgar enquanto ouvia Chernoff.

    * Murray tratada MJ para diversos problemas, incluindo fungos no pé e um pé quebrado.

    * Chernoff disse Murray não tinha idéia no momento que MJ tinha um problema muito mais profundo.

    * MJ não tem insônia – ele tinha “uma incapacidade absoluta, total e completa para dormir.”

    * Quando Murray encontrou-se com detetives dois dias depois da morte de MJ, ele respondeu bem a todas as perguntas. Foi sem rodeios e sem esconder nada. Chernoff disse que Murray disse aos policiais: “Eu não sei o que matou Michael Jackson. Quero saber também.”

    * Michael Jackson disse a Murray que a única maneira que ele pudia dormir era com Propofol e ele sempre teve Propofol. MJ disse a Murray exatamente como era para ser administrado. Ele até tinha um apelido para a droga – de leite. MJ sabia que lidocaína era essencial na administração de Propofol para evitar uma sensação de queimação.

    * MJ disse a Murray que ele iria usar Propofol com ou sem Murray, então Murray concordou em providenciar Propofol.

    * Dr. Murray deu Propofol por 2 meses para o MJ, e durante esse tempo o cantor dormiu, acordou, e viveu sua vida – sugerindo que não houve negligência da administração do fármaco.

    * A prova vai mostrar é que Michael Jackson morreu quando Dr. Murray parou. Murray disse aos policiais que ele acreditava que seu papel era o de encontrar uma maneira para ajudar a MJ dormir normalmente, instando-o a sair Propofol.

    * Em outras palavras, Murray estava tentando tirar Propofol de MJ e dar-lhe outros sedativos mais tradicionais. E, em 22 de junho, três dias antes que MJ morreu, Michael concordou comMurray em deixar que ele dominuísse o Propofol. E nesse dia Murray deu a MJ meia Propofol que ele tinha sido dando a ele. E funcionou. MJ dormia.

    * Em 23 de junho, Murray não deu MJ Propofol em tudo, dando-lhe outras drogas em seu lugar. E, no dia que MJ morreu, o plano era não dar Propofol. Era para ir para outros sedativos. É por isso que na gravação, MJ implora pelo Propofol. É por isso que Murray deu-lhe outras drogas.

    * Chernoff diz que MJ tinha certos “traços de personalidade.” Ele manteve várias pessoas na vida separados uns dos outros.

    * Chernoff apresentará um especialista em dependência, que irá testemunhar que Dr. Arnold Klein viciou Michael Jackson em Demerol.

    * As coisas eram tão graves cinco dias antes de Michael Jackson morreu, que representantes da AEG e outros tinham uma reunião na casa de MJ e falou sobre “puxar o plugue” da turnê. E, posteriormente, MJ deixou claro para Murray – que ele precisava dormir ou a turnê não iria acontecer.

    * Chernoff insiste que Murray só deu a MJ 25 miligramas de Propofol pouco antes de MJ morrer – e isso não é suficiente para matá-lo.
    Chernoff diz que MJ foi dormir, e Murray checou seu pulso – que era bom.

    * Murray, em seguida, sentou, observou e deixou o quarto “somente quando eu me sentia confortável.” Esta pode ser a chave para o caso – fez abandonar Murray a MJ, deixando o quarto?

    * Chernoff diz quando Murray saiu da sala “tinha zero de Propofol em seu sistema [Michael].” Naturalmente, o que Chernoff está argumentando é que Michael se matou em seguida, com a dose fatal.
    Voz de Jackson ecoa através do tribunal de Los Angeles

    Por LINDA DEUTSCH e McCARTNEY ANTHONY, 27 de setembro de 2011

    Traduzido por Tay.

    LOS ANGELES (AP) - Primeiro, os promotores mostraram uma foto do corpo pálido e sem vida de Michael Jackson, deitado em uma maca. Então, eles tocaram uma gravação de sua voz, apenas algumas semanas antes de sua morte.

    Lenta e arrastada, suas palavras ecoaram nesta terça-feira no tribunal de Los Angeles no início do julgamento do médico acusado por sua morte. Como uma audiência em todo o mundo assistia pela TV e a família Jackson olhava de dentro da sala de audiências, um Jackson dopado disse:

    "Temos de ser fenomenais. Quando as pessoas saírem desse show, quando as pessoas saírem do meu show, eu quero que eles digam, 'Eu nunca vi nada parecido em minha vida. Vai. Vai. Nunca vi nada como esta . Vai. É incrível. Ele é o maior artista do mundo'."

    O Ministério Público mostrou o áudio pela primeira vez durante a abertura das declarações onde eles retrataram Dr. Conrad Murray, 58 anos, como um médico incompetente que usou um anestésico perigoso sem salvaguardas adequadas e cuja negligência deixou o superstar abandonado quando estava para morrer.

    Advogados de defesa rebateram que Jackson causou sua própria morte, tomando uma dose da droga, incluindo propofol, após Murray sair da sala.

    Nada o cardiologista poderia ter feito para ter salvo o Rei do Pop, disse o advogado de defesa Ed Chernoff aos jurados, porque Jackson estava desesperado para reconquistar sua fama e precisava descansar para se preparar para uma série de shows crucial.

    Um número de membros da família Jackson estava no tribunal, incluindo o seu pai Joseph, mãe Katherine , irmãs LaToya e Janet, e irmãos Jermaine, Randy e Tito. LaToya Jackson carregava um girassol, flor favorita de seu irmão.

    Murray, que chegou ao tribunal segurando a mão de sua mãe, é acusado de homicídio involuntário. Se condenado, ele pode pegar até quatro anos de prisão e a perda de sua licença médica.

    Falando por mais de uma hora, o promotor David Walgren contou com fotos e gravações de áudio para pintar Murray como um zelador inepto e irresponsável.

    Walgren mostrou uma foto de um Jackson sem vida em uma maca do hospital. Ele compara a imagem com as de Jackson performando. Walgren também mostrou a gravação de Jackson falando com Murray, enquanto, disse o promotor, o cantor estava sob a influência de uma substância desconhecida aproximadamente seis semanas antes de sua morte.

    Jackson confiou em Murray como seu médico, e que a "equivocada confiança em Conrad Murray custou a Michael Jackson sua vida", disse Walgren.

    O tema recorrente foi a busca incessante de Jackson para dormir e o propofol, a poção que ele chamava de seu "leite" e que ele acreditava ser a resposta. Os jurados foram informado de que era um poderoso anestésico e não um sonífero, e o promotor disse que Murray abusou severamente dele.

    O promotor disse que, enquanto trabalhava para Jackson, foi enviado ao médico mais de quatro litros do anestésico, que é normalmente administrado em ambientes hospitalares.

    Chernoff, o advogado de defesa, afirmou que o cantor engoliu vários comprimidos do sedativo lorazepam na manhã de sua morte e que seria o suficiente para colocar seis pessoas para dormir. Depois de tomar propofol, Jackson não teria sequer uma chance de fechar os olhos, disse Chernoff.

    Chernoff, que há muito deu a entender que a defesa iria culpar Jackson por sua própria morte, acrescentou uma surpresa. Ele afirmou que Jackson não morreu porque o médico continuou a dar-lhe a droga, mas porque ele parou, obrigando Jackson a tomar medidas extremas.

    "O que vamos ouvir é que o Dr. Murray forneceu propofol por dois meses para Michael Jackson dormir", disse Chernoff. "É importante que todos saibam que ele realmente queria isso", escreveu ele. "Seria como despedaçar ele, quebrar o seu coração se cancelarmos. Ele está terrivelmente assustado que tudo vá embora."

    Em resposta ao e-mail, Ortega disse, que foi convocada uma reunião na casa de Jackson, onde Ortega entrou em confronto com Murray, que lhe disse para parar de jogar como psiquiatra amador e médico.

    "Ele disse: 'Michael estava fisica e emocionalmente capaz de lidar com todas as suas responsabilidades para o show'", disse Ortega, "Eu fiquei chocado. Michael não parecia estar fisicamente ou emocionalmente estável."

    Dentro de alguns dias, disse ele, Jackson tinha recuperado a sua energia e estava cheio de entusiasmo para o show.

    fonte: Associated Press
    Juiz suspende júri de médico e orienta jurados a evitar Twitter e Facebook

    Médico Conrad Murray é julgado nos EUA pela morte de Michael Jackson.Julgamento será retomado nesta quarta (28) e pode durar semanas.

    27/09/2011

    O primeiro dia do julgamento do médico Conrad Murray foi encerrado por volta das 20h15 (horário de Brasília) desta terça-feira (27), no Tribunal Superior de Los Angeles, nos Estados Unidos. Ao suspender a corte, o juiz Michael Pastor marcou o retorno da sessão para as 8h45 desta quarta-feira (28), no horário local (12h45, no horário de Brasília), e orientou os jurados a não dar entrevistas, não conversar sobre o julgamento e evitar o Facebook e o Twitter, além de não usar a internet, não visitar qualquer site nem usar o Google.

    O julgamento começou por volta das 13h (9h, no horário local) desta terça-feira e pode se estender até o fim de outubro. O médico Conrad Murray é acusado de homicídio culposo, sem intenção de matar. Michael Jackson morreu aos 50 anos após uma parada cardíaca há cerca de dois anos. Antes de morrer, ele ingeriu uma grande quantidade de analgésicos.

    O promotor David Walgren abriu este primeiro dia de julgamento mostrando aos jurados uma série de imagens de Michael Jackson, entre elas, uma em que o astro está no hospital, já morto. "O que aconteceu durante esse período foi que os atos e omissões do médico pessoal de Jackson causaram diretamente sua morte prematura", disse o promotor. "A confiança em Murray custou ao cantor sua própria vida", completou.

    O advogado Ed Chernoff, que defende o médico, diz que Michael Jackson causou a sua própria morte "ao tomar o remédio enquanto o médico estava fora do quarto". Segundo Chernoff, "ele [Jackson] fez algo sem o conhecimento do seu médico, sem a permissão do médico, contra as suas ordens. Ele fez um movimento que causou sua própria morte".

    Acusação e defesa fizeram suas considerações neste primeiro dia de julgamento. Antes de começar a ouvir as testemunhas, o juiz Michael Pastor afirmou que nenhuma das duas explanações - de defesa


    Testemunhos
    O coreógrafo e diretor da turnê "This is It", Kenny Ortega, foi a primeira testemunha a depor.

    Kenny disse que no início da produção da turnê ele se encontrava com Michael cerca de três a quatro vezes por semana. O promotor perguntou se os filhos do cantor iam aos ensaios: "Não. Ele pretendia levá-los aos shows em Londres e queria que eles se concentrassem nos estudos", explicou Kenny.

    O promotor demonstrou preocupação com a carga horária dos ensaios e perguntou quantas horas de ensaio por dia o cantor costumava fazer: "De sete a oito horas envolvendo ensaio físico e discussão de detalhes da produção", respondeu o coreógrafo.

    Durante o testemunho, Kenny revelou que no fim do mês de junho de 2009, Michael começou a faltar alguns ensaios e que no dia 19 de junho apareceu doente. "Ele não estava bem, parecia perdido e estava incoerente". Ainda segundo Ortega, ele se sentou com Michael para observar o ensaio e o cobriu com uma manta. "Trouxe comida e massagiei seus pés. Neste dia, ele deixou o ensaio mais cedo."

    Em email enviado ao CEO da AEG, empresa responsável pela turnê, Ortega demonstrou sua preocupação com o estado de saúde do cantor. No documento, Ortega diz achar necessário que Michael tivesse acompanhamento de um terapeuta e que os figurinistas repararam que o cantor tinha perdido peso. Além disso, Conrad Murray é mencionado: "Tentei entrar em contato com o médico dele, mas não consegui."

    Assista ao vídeo da leitura do email

    Murray confrontou Ortega durante uma reunião na casa de Michael Jackson dizendo que ele não deveria agir como um médico e que Michael estava física e emocionalmente capaz de lidar com as responsabilidades do show: "Eu discordei", declarou Ortega.

    Nos dias 23 e 24 de junho de 2009, Jackson apareceu nos ensaios: "Era um Michael diferente. Ele estava disposto e cheio de energia", declarou o coreógrafo. No dia 25 de junho, o Ortega recebeu uma ligação do produtor Paul Gongaware dizendo que o cantor havia sido levado para o hospital de ambulância. Momentos depois, o produtor retornou a ligação. "Nós o perdemos", disse ele a Ortega.

    A segunda testemunha chamada para depor foi o produtor Paul Gongaware. Segundo ele, os ingressos para os dez primeiros shows foram vendidos em poucos minutos, e Michael queria adicionar mais 21, somando um total de 31 apresentações. Paul disse ainda que Michael queria que Murray fosse seu médico durante a turnê e que chegou a oferecer US$1,5 milhão para que Murray fechasse o contrato e viajasse com ele.


    Argumento da defesa: Michael provocou a própria morte

    Segundo o advogado Ed Chernoff, o próprio popstar tomou pílulas de Lorazepam e autoinjetou uma enorme dose do anestésico propofol, causando a overdose e, consequentemente, a morte.

    "Michael Jackson estava frustado porque seu médico não lhe deu o remédio que ele queria. Ele agiu de maneira que causou sua própria morte. Nossas provas mostrarão isso. Michael tomou 8mg de lorazepan. Os especialistas mostrarão que isso é o suficiente para colocar seis de vocês para dormir."

    E prosseguiu:

    "Michael administrou uma dose de propofol sozinho quando Murray deixou o quarto. Somado ao lorazepan, isso criou uma tempestade que causou sua morte. Quando Murray voltou, não adiantava fazer CPR. Ele morreu tão rapidamente que seus olhos ainda estavam abertos.


    Conrad Murray chora durante o julgamento

    Ainda segundo a defesa do médico, Murray estava tentando fazer com que Michael parasse de usar propofol para dormir usando outros sedativos e por isso na noite anterior à morte do cantor o anestésico não foi administrado. Segundo Chernoff, a situação do cantor era tão grave cinco dias antes de sua morte que representante da AEG, empresa responsável pela turnê "This is It", fizeram uma reunião na casa do cantor e consideraram cancelarem os shows. Depois dessa reunião, Jackson teria deixado claro para Murray que precisava do remédio para dormir ou a turnê não aconteceria. O médico chorou em determinado momento do discurso de seu advogado.



    O advogado de Murray continuou seu discurso dizendo aos jurados que a ciência ajudará a explicar o caso e que na verdade a grande questão desse julgamento é "Como Michael Jackson conseguiu mais doses do remédio?", já que o propofol tem alta absorção e em dois minutos, tempo que o cantor ficou sozinho, as 25 mg do remédio já não estariam mais no sistema de Jackson.

    "Este é um caso emocional. Todos nós temos interesse em saber o que aconteceu com Michael Jackson. As provas mostrarão que Michael administrou uma dose extra de propofol, e isso o matou. Nós acreditamos que o Dr. Murray é inocente", finalizou.

    Argumentos da promotoria: 'Incompetência e negligência' de Murray na overdose por propofol

    A sessão desta terça foi aberta com os argumentos do promotor David Walgren. Na tese da promotoria, Michael Jackson morreu por uma overdose de propofol, um forte anestésico, ministrado pelo Doutor Conrad Murray em 25 de junho de 2009. A promotoria quer provar que Murray agiu com "incompetência e negligência" no caso.

    Para provar que Murray queria deixar Michael constantemente dopado, o promotor acusou o médico de comprar regularmente grandes quantidades de propofol, inclusive mentindo ao farmacêutico que tinha uma clínica em Santa Mônica para ter acesso a tais drogas.



    Transcrição da gravação que mostra a voz de Michael fraca e desorientada


    Ainda no intuito de demonstrar a fragilidade de Michael, a promotoria exibiu uma gravação até então inédita, feita pelo próprio celular de Murray, da voz de Michael Jackson falando sobre a turnê "This is it" sob "efeito de substâncias desconhecidas", mas audivelmente desorientado. "Nós temos que ser fenomenais. Quando as pessoas deixarem este show, queremos que eles digam: 'Nunca vi nada como isso. Ele é o maior artista do mundo'", dizia Michael, com uma voz fraca e confusa, na gravação.

    Após a gravação que prova o estado crítico de Michael, a promotoria argumenta: "Era assim que Conrad Murray o observava em 2009. E o que ele fez com essa conhecimento e informação? Em maio de 2009, ele pediu mais uma leva de propofol". Murray teria comprado 40 frascos de 100 ml do anestésico na data.

    Escute a voz de Michael Jackson desorientada e 'sob efeito de 'substâncias desconhecidas'

    O promotor acusou Murray de abandono, já que o médico deixou Jackson sem supervisão durante alguns minutos, e disse ainda que os dois não mantinham uma relação médico-paciente e sim de empregado-empregador: "O dr. Murray agiu de maneira muito negligente e não trabalhava pensando no que era melhor para Michael Jackson. Ele trabalhava por US$150 mil por mês.” Além disso, a promotoria declarou que Murray não teria dito aos médicos da emergência que tinha administrado propofol no cantor.



    Família de Michael Jackson chega para o julgamento


    O julgamento
    O julgamento de Conrad Murray pela morte de Michael Jackson teve início no começo da tarde (8h30 no horário local) desta terça, 27, em Los Angeles. O médico de 58 anos é acusado de homicídio culposo - quando não há intenção de matar - pela promotoria. Ele pode enfrentar uma pena de até quatro anos de prisão.

    O médico que ministrou as drogas que levaram o cantor à morte em junho de 2009 chegou ao tribunal por volta de 12h30, dentro de um carro. No mesmo horário, mas a pé, caminhando em meio aos fotógrafos, chegou a família Jackson. Entre eles, a matriarca Katherine e o pai, Joe Jackson, além dos irmãos Jermaine, Janet, Tito, Randy e LaToya.


    fonte: G1

    Postado por DaneBJ
    O e-mail de Kenny. Não traduzi ao pé da letra porque algumas partes me pareceram sem sentido.




    Randy

    Eu farei qualquer coisa que eu possa para ser útil nessa situação. Se você precisa de mim para vir a casa, apenas faça-me uma ligação pela manhã. Minha preocupação é agora que nós temos trazido o médico para o grupo e temos jogado o duro amor, agora ou nunca a situação é que o artista pode não estar em condições devido à questões emocionais . Ele pareceu muito fraco e cansado esta noite. Ele teve um caso terrível de calafrios, tremia, estava sem nexo e obsessivo. Tudo em mim diz que ele deveria ser psicologicamente avaliado. Se nós temos alguma chance para trazê-lo de volta à luz .Encontraríamos um sério terapeuta para ajudá-lo em tudo isso, assim como imediata nutrição física. O coreógrafo me disse que durante a prova de figurino com o designer dele esta noite, eles notaram que ele perdeu mais peso. Pelo que posso dizer, não há ninguém que assuma a responsabilidade de cuidado (cuidar dele) em uma base diária. Onde estava o assitente dele essa noite? Essa noite eu o alimentei, cobri-o com um cobertor para aquecer os calafrios dele, massageei os pés dele para acalmá-lo e liguei para o médico. Havia quatro seguranças do lado de fora da porta, mas ninguém para oferecer a ele uma xícara de chá quente. Finalmente é importante que todos saibam, eu acredito que ele relamente quer isso. Isso o despedaçaria, quebraria o coração dele, se nós tirássemos a cahnce.Ele está terrivelmente assustado que tudo se vá. Ele me perguntou repetidamente esta noite se eu o abandoraia. Ele estava praticamente implorando por minha confiança. Isso partiu meu coração. Ele estava como um garoto perdido. Ainda pode haver uma chance para ele estar em condições, se dermos a ele a ajuda que ele precisa.



    Sinceramente,

    Kenny

    Postado por JoaoNetoMJ
    SEGUNDO DIA DE JULGAMENTO (28/09/2011)


    Assistente de Michael Jackson garante que médico quis ocultar provas

    O assistente pessoal de Michael Jackson, Michael Amir Williams, afirmou nesta quarta-feira, no segunda dia do julgamento pela morte do cantor, que o acusado, o médico Conrad Murray, quis ocultar provas do incidente. Williams garantiu que pouco depois que Jackson foi declarado morto no hospital UCLA de Los Angeles, no dia 25 de junho de 2009, Murray pediu para ser levado de volta à mansão do artista para se ocupar de uma substância cuja existência não deveria ser divulgada.

    "Há um creme no quarto de Michael que ele não gostaria que o mundo soubesse de sua existência", disse a testemunha parafraseando Murray.

    Williams confessou que a solicitação do médico o surpreendeu porque "era a última coisa na qual que teria pensado, com tudo que estava acontecendo" e lhe pareceu tão estranha que decidiu mentir para negar esse pedido.

    "Disse que não podíamos levá-lo porque a Polícia tinha as chaves dos automóveis, mas não era verdade", comentou Williams, que logo depois entrou em contato com o pessoal de segurança que estava na mansão para impedir que alguém entrasse ou saísse.

    Williams se tornou assistente pessoal de Jackson em junho de 2007 e declarou que o artista se mudou para o imóvel na região de Bel Air em dezembro de 2008, onde morava com seus três filhos, Prince Michael, Paris e Blanket, apesar de Murray passar as noites ali durante os meses que precederam sua morte.

    O assistente informou que era frequente a existência de tanques de oxigênio na casa e que o artista era tão preocupado com sua intimidade que o pessoal que estava a seu serviço podia subir ao apartamento superior do imóvel, onde estava o dormitório de Jackson, apenas quando o "rei do pop" autorizava.

    Durante esse testemunho foram exibidas imagens da última casa de Jackson e uma mensagem de voz deixada por Murray no telefone de Williams horas antes da morte do cantor, na qual pedia fosse à mansão "imediatamente".

    Quando Williams chegou à mansão, já estava ali a ambulância e as equipes de emergência que levaram o corpo de Jackson em uma maca.

    Os advogados do médico questionaram a credibilidade de Williams ao indicar que o empregado de Jackson não mencionou a conversa sobre o "creme" à Polícia até agosto de 2009, após ler as notícias que falavam de Murray como suposto responsável pela morte de Jackson por uma overdose de remédios.

    Perguntado pelo estado físico do cantor na noite do dia 24, após o ensaio para a série de shows batizada de "This Is It", Williams disse que Jackson se encontrava "animado", uma percepção que coincidiu com a do promotor da empresa AEG que organizava a turnê, Paul Gongaware, primeira pessoa a testemunhar nesta quarta-feira.

    Gongaware comentou que o cantor "estava forte" nas atividades dos dias 23 e 24 de junho e explicou que foi o próprio Jackson que solicitou que Murray fosse seu médico pessoal durante os shows que aconteceriam entre julho de 2009 e março de 2010 em Londres.

    O médico está sendo acusado de homicídio involuntário e, caso seja condenado, poderia enfrentar uma pena máxima de quatro anos de prisão.

    A Promotoria considera que Murray cometeu uma "flagrante negligência" e o apontam como responsável por dar ao artista uma dose letal de remédios, especialmente o anestésico propofol, além de abandonar o paciente para atender ligações telefônicas.

    A defesa alegou que Michael Jackson era viciado em propofol e outras substâncias farmacológicas há bastante tempo e que as utilizava para combater a insônia. Os advogados de Murray culpam o próprio artista pela overdose em um momento em que o médico não estava presente.

    Uma gravação realizada em maio de 2009 por Murray e divulgada na terça-feira, na primeira sessão do julgamento, permitiu escutar a voz de um Jackson notavelmente atordoado e supostamente sob os efeitos de alguma substância.

    A previsão é que o julgamento, no qual está presente a família do cantor, se prolongue por cinco semanas.





    http://noticias.terr...m.br/noticias/0,,OI5383188-EI188,00-Assistente+de+Michael+Jackson+garante+que+medico+quis+ocultar+provas.html
    Postado por Mercia
    Segurança diz que Michael Jackson parecia morto antes de o socorro chegar
    Faheem Muhammad contou que os filhos de Michael choraram ao ver o pai. 'Paris estava abalada no chão chorando. Prince estava chocado com lágrimas no rosto'.



    Faheem Muhammad


    Faheem Muhammad, chefe de segurança de Michael Jackson, foi a quarta pessoa a depor nesta quarta-feira, 28, no julgamento do médico Conrad Murray, acusado de ser o responsável pela morte do cantor. Segundo Muhammad, o popstar parecia morto quando ele chegou ao quarto no dia 25 de junho de 2009. "Olhos estavam abertos e a boca estava aberta", disse ele.

    Ao chegar ao quarto, o segurança disse que viu o corpo de Michael na cama e o doutor Conrad Murray tentando ressuscitá-lo. "Murray estava fazendo uma massagem cardíaca", contou.

    Os filhos mais velhos de Jackson, Prince e Paris, estavam próximos do quarto chorando enquanto o pai era atendido. "Paris estava abalada no chão chorando. Prince estava chocado com lágrimas no rosto."

    A primeira providência de Faheem tomou foi perguntar se já tinham ligado para o socorro. "Primeira pergunta que eu fiz foi se tinha ligado para o 911 (telefone de emergência nos EUA). E Alberto (Alvarez, outro segurança) disse que sim."
    Depois, segundo seu depoimento, ele tirou as crianças de perto do corpo. "Peguei os dois, peguei a babá e descemos com eles pra um outro lugar."

    O chefe de segurança diz ter acompanhado toda a movimentação no quarto onde Michael estava, tendo se ausentado apenas duas vezes, uma para colocar as crianças no carro e ir para o hospital e outra para conter os paparazzi que naquele momento já se acumulavam na frente da mansão de Michael Jackson.
    Muhammad confirmou a história contada no tribunal por Michael Amir Williams, assistente pessoal do cantor, de que Murray tentou voltar à mansão para buscar um creme que Michael supostamente não queria viesse a publico. "Disse queu ele não iria entrar na casa naquelas circunstâncias. Aí William (o assistente) veio com a historia de que a policia estava com as nossas chaves."

    A promotoria apresentou fotos do quarto e da casa de Michael Jackson, tiradas no dia da morte do cantor, em 2009.




    Fonte: Ego Noticias

    Joao NetoMJ
    Testemunhas reconstituem últimos momentos de Michael Jackson

    Neste segundo dia de julgamento do médico Conrad Murray, acusado de homicídio culposo pela morte de Michael Jackson, quatro testemunhas foram ouvidas pela promotoria e pela defesa.


    Conrad Murray no julgamento



    São elas: Paul Gongrave, produtor da turnê "This is it" (a que o popstar ensaiava quando morreu), Kathy Jorrie, a advogada da AEG responsável pelo contrato de serviço feito entre Michael e Conrad Murray, e dois funcionários bem próximos ao popstar: Michael Amir Williams, assistente pessoal do popstar, Faheem Muhammad, chefe de segurança de Michael Jackson. Veja um resumo com os principais momentos do segundo dia de julgamento:

    Promotoria mostrou fotos do quarto onde Michael morreu



    - Michael parecia morto, diz chefe de segurança
    Faheem Muhammad, chefe de segurança de Michael Jackson, disse que o popstar parecia morto quando ele chegou ao quarto no dia 25 de junho de 2009. "Olhos estavam abertos e a boca estava aberta", disse ele.

    Ao chegar ao quarto, o segurança disse que viu o corpo de Michael na cama e o doutor Conrad Murray tentando ressuscitá-lo. "Murray estava fazendo uma massagem cardíaca", contou.

    A primeira providência de Faheem tomou foi perguntar se já tinham ligado para o socorro. "Primeira pergunta que eu fiz foi se tinha ligado para o 911 (telefone de emergência nos EUA). E Alberto (Alvarez, outro segurança) disse que sim."

    Planta do segundo andar da casa de Michael



    - Conrad Murray não ligou para o 911 imediatamente
    Michael Amir Williams, assistente pessoal do popstar, disse em seu testemunho que Murray ligou para ele antes de ligar imediatamente para a emergência (911 nos Estados Unidos). E neste telefonema apenas disso que Michael tinha tido uma reação a um medicamento.

    Segundo Williams, Murray deixou uma mensagem de voz em seu celular. Conrad Murray dizia: "retorne a ligação agora mesmo". O médico parecia estar muito nervoso.

    - Filhos de Michael choraram ao ver o pai sendo reanimado
    Os filhos mais velhos de Jackson, Prince e Paris, estavam próximos do quarto chorando enquanto o pai era atendido. "Paris estava abalada no chão chorando. Prince estava chocado com lágrimas no rosto", disse Faheem Muhammad, chefe de segurança de Michael Jackson.

    Depois, ainda segundo o depoimento do segurança, ele tirou as crianças de perto do corpo. "Peguei os dois, peguei a babá e descemos com eles pra um outro lugar."

    O chefe de segurança diz ter acompanhado toda a movimentação no quarto onde Michael estava, tendo se ausentado apenas duas vezes, uma para colocar as crianças no carro e ir para o hospital e outra para conter os paparazzi que naquele momento já se acumulavam na frente da mansão de Michael Jackson.

    - Pedido para voltar à casa para buscar substância secreta
    Conrad Murray quis voltar à mansão Jackson após a morte do popstar para buscar um "creme" que Michael não gostaria que se tornasse público.

    "Ele disse que tinha algum tipo de creme no quarto de Michael e que ele não iria querer que o mundo soubesse disso. Ele pediu que eu ou alguém desse uma carona pra ele pegar isso para que o mundo não soubesse do creme", declarou Michael Amir Williams, assistente pessoal do popstar.

    Mas o pedido do cardiologista não foi aceito pelo assistente e pelo chefe de segurança de Michael, Faheem Muhammad, que inventaram uma história de que a chave da mansão já estava com a polícia.

    - Murray não recebeu nada por cuidar de Michael Jackson
    De acordo com o testemunho de Kathy Jorrie, advogada da AEG (empresa responsável pela turnê 'This is it'), o contrato de serviço de Murray com Michael Jackson nunca foi assinado por todas as partes e que o réu nunca recebeu nenhum pagamento pelos serviços prestados a Michael. "Nenhum pagamento foi feito a Dr Murray, pelo menos pelo meu cliente (AEG)", disse a advogada ao ser questionada pela defesa do cardiologista.

    Ainda de acordo com Jorrie, Conrad atestou diversas vezes que "Michael estava perfeitamente saudável, para que eu não me preocupasse, que ele estava ótimo". Apesar disso, Murray também pediu uma máquina de ressuscitação para "ter certeza que a máquina não ia faltar". As informações são EGO.




    http://www.google.co...gQocVng&cad=rja

    Pot Tay
    TERCEIRO DIA DE JULGAMENTO (29/09/2011)

    - Alberto Alvarez, segurança, é o primeiro a depor.

    - Ele diz que havia seguranças da propriedade e os pessoais de Michael.

    - Murray frequentava a casa desde Janeiro/2009.

    - Ele conduziu Michael aos Stanples Center em 24/06/09. Ficou nos bastidores e conseguia ver MJ ensaiando. Disse que ele estava muito bem nesse dia.

    - Alvarez: Michael estava feliz e em boas condições".

    - Alvarez: "Depois de certificar que MJ estava no carro, saímos. Cheguei antes de MJ em Carrolwood (casa de Michael). Vi que o veículo de Murray já está lá."

    - Michael deu "boa noite". Esta foi a última vez que Alvarez viu o cantor.

    - Depois, Alvarez foi ao trailer da segurança para passar as últimas instruções. O carro de Michael ainda estava na casa.

    - Alvazres voltou a casa no dia 25/06/09 por volta das 10:15 da manhã.

    - O Promotor fala sobre as ligações feitas entre 12:17 e 12:20. Muitas são de Michael Amir Williams, outro segurança.

    - às 12:17 foi feita a ligação para o 911.

    - O Promotor mostra fotos da casa. Alvarez afirma que viu Murray e Paris chorando nas escadas do segundo andar.

    - Também viu Kai Chanse (cozinheira) no 1º andar da casa.

    - Alvarez diz que viu Murray correr para o quarto de Michael. Prince correu p/ a direção contrária.

    - Blanket não estava junto dos irmãos naquela hora.

    - Alvazres: Quando Murray me viu, disse: "Alberto! Venha, venha rápido." Nesta vez eu tive uma melhor compreensão da gravidade dos acontecimentos.

    - MJ estava deitado na cama, com os braços, boca e olhos abertos.

    - Murray estava usando "uma mão" para fazer a compressão com a palma da mão aberta - Murray disse "depressa Alberto, temos que levá-lo a hospital, consiga uma ambulancia "

    - Quando viu Michael, Paris gritou "papai!" e começou a chorar. A cabeça de MIchael estava virada para a porta, onde as crianças estavam.

    - Murray disse a Alvarez que Michael havia tido um "efeito colateral".

    - Alvarez disse que havia um plástico anexado à genitália de Michael Jackson. (provavelmente uma sonda)

    - Alvarez diz que não viu nenhum tipo de aparelho de monitoramento no quarto ou em Michael. Ele diz que apenas viu uma máscara de oxigênio.

    - O Promotor mostra fotos da casa e pede que a testemunha identifique os locais.

    - Ele diz que viu um IV (acessório para pendurar o soro) ao lado da cama.

    - Murray pediu para que Alvarez pegasse uma bolsa para guardar os frascos. Murray foi quem os guardou.
    - Alvarez descreve onde estava enquanto Murray coletava os frascos e removia o IV, ao pé da cama.

    - Diz que pegou um tipo de plástico de supermercado para Murray colocar os frascos.

    - Alvares diz que ajudou a guardar porque pensou que Murray usaria de melhor forma possível, talvez, levando para o hospital.

    - Alvarez: Havia uma garrafa dentro da bolsa de soro fisiológico.

    - No funda da bolsa, Alvarez diz que viu uma substância branca como leite e que Murray pediu para que retirasse.

    - Promotor mostra fotos da bolsa de soro e da garrafa de propofol.

    (NOTA: isso indica que Michael estaria recebendo propofol na veia sem parar, sem nenhum monitoramento e de forma improvisada).

    - Promotor mostra um frasco de propofol aos jurados e a testemunha.

    - Promotor mostrar uma bolsa de soro e pede para que Alvarez diga qual a posição bolsa quando a viu.

    - Alvarez afirma que a garrafa de propofol estava dentro da bolsa de soro.

    - Advogado de Defesa contesta se isso pode ou não usado como evidência.

    - 14:15: Recesso de 15 minutos
    - Após guardar os frascos na sacola, Murray pediu para Alvarez ligar para a emergência.

    - Reafirma que ele ligou para o 911

    - Reafirma que ele conduziu as crianças para fora da sala, pegou sacola com frascos e seguiu as instruções de Murray de remover a bolsa de soro fisiológico.

    - É mostrado o audio do telefonema para a emergência, feita por Alberto Alvarez.

    - Alvarez descreve como Michael foi colocado no chão: ele segurou as pernas e Murray segurou a parde de cima do corpo.

    - Alvarez reparou um tubo ligado à perna de Michael e à bolsa com propofol. Murray então removeu o tubo.

    - Murray usou um aparelho para medir a pressão e o colocou no dedo de Michael antes de tirá-lo da cama.

    -Alguns dias antes da morte de Michael, Murray perguntou aos seguranças se tinham baterias AAA para o que seria um monitor de batimento cardíaco.

    - Na hora do ocorrido, Murray perguntou se alguém sabia fazer massagem cardíaca. Faheem e Alvarez se entreolharam e Alvarez ajudou Murray, pois sabia fazer massagem por ser nadador.

    - Alvarez fazia massagem c/ as duas mãos e Murray fazia respiração boca a boca.

    - Murray disse que nunca tinha feito respiração boa a boca, mas precisava fazer porque "Michael era seu amigo".

    - Alvarez dia que não havia indicação de que Michael ainda estivesse vivo.

    - Os paramédicos chegaram e removeram o corpo para o pé da cama.

    - Alvarez tentava distrair as crianças para que não vissem Michael na cama da ambulância enquanto estavam no carro.
    - Aos paparazzis, Alvarez pediu "por favor, este é um momento privado". Ele estava no hospital quando foi MJ foi dado como morto.

    - na hora, Alvarez não suspeitou que Murray pudesse ter feito algo de errado.

    - Alvarez diz ter visto Murray no corredor do hospital dizendo "quero que ele sobreviva".

    - Alvarez e demais seguranças voltaram para a casa de Michael, a policia já estava la e permitiu a entrada na propriedade, mas não na casa.

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    Já na presença de Jareed Muhammad, Alvarez disse que Dr. Murray perguntou se alguém sabia fazer massagens cardiácas. Alvarez respondeu que sim e começou a fazer no corpo do cantor, enquanto o médico fazia respiração boca a boca

    Quando os paramédicos chegaram, Alvarez disse que se retirou e foi olhar como as crianças estavam. "Eu começei conversar com elas no carro para não verem o corpo de Michael Jackson sendo retirado", diz

    O segurança conta sobre a chegada no UCLA hospital, em Los Angeles. "Havia muito paparazzis e disse para eles que eram um momento de privacidade", diz Alvarez

    "Dr. Murray me disse 'obrigado pela ajuda'. Eu respondi 'nós fizemos nosso melhor'", conta o segurança no momento no qual foi anunciado a morte do cantor

    De volta à mansão do cantor, Alvarez tomou ordens de levar o labrador da família para a casa da família Jackson

    De volta à mansão do cantor, Alvarez tomou ordens de levar o labrador da família para a casa da família Jackson

    O segurança contou que lhe ofereceram US$ 500 mil dólares para uma entrevista

    O advogado entrega para o segurança seu primeiro relato, feito à polícia de Los Angeles, para relembrar o que ele disse

    O segurança diz que ainda não tinha ligado para o resgate depois de ter tirado as crianças do quarto de Michael Jackson

    O advogado Ed Chernoff revisa com AlbertoAlvarez os momentos que ajudou Dr. Murray reanimar Michael Jackson

    "Não cause muito alarme, vá para a frente da casa e suba para o quarto de Michael Jackson", disse William para o Alvarez, segundo o relato do segurança

    Para quem chegou agora: advogado de defesa, Ed Chernoff, interroga Alberto Alvarez, segurança que ajudou Dr. Murray a reanimar Michael Jackson

    O advogado de defesa começa risar com Alvarez todos os passos do segurança no momento em ele que chegou ao quarto do cantor."Foi chocante ver aquela situação", disse

    "A primeira coisa que Dr. Murray me disse foi 'nós precisamos levá-lo para o hospital. Chame um ambulância'", conta o segurança

    No momento seguinte, os filhos do cantor chegaram ao quarto de Michael e Dr. Murray pediu para o segurança retirá-los de lá. "Não os deixe ver o pai deles assim". Alvarez levou Prince e Paris para fora do quarto e disse que tudo ficaria bem

    Dr. Murray disse para o segurança que Michael teve uma "má reação"

    O advogado ~entrega parao segurança seu primeiro relato, feita à polícia de Los Angeles, para relembrar o que ele disse

    O segurança diz que ainda não tinha ligado para o resgate depois de ter tirado as crianças do quarto de Michael Jackson

    O segurança diz que ainda não tinha ligado para o resgate depois de ter tirado as crianças do quarto de Michael Jackson

    O advogado Ed Chernoff revisa com AlbertoAlvarez os momentos que ajudou Dr. Murray reanimar Michael Jackson

    15h53 O juiz pede recesso para o almoço e o advogado de defesa acata. O recesso será de 1h30, voltando às 17h30, horário de Brasília

    17h35 O julgamento é retomado na Corte de Los Angeles, ainda com o testemunho do segurança Alberto Alvarez

    O segurança fala sobre os frascos que encontrou no quarto de Michael Jackson e escondeu, antes de ligar para a emergência

    Alvarez confirma que Dr.Murray pediu que ele transferisse os frascos de um saco plástico para uma bolsa marrom

    O advogado de defesa mostra uma bolsa de soro e pede que o segurança diga se é igual a que estava no quarto do cantor

    O advogado revisa os momentos em que Alberto Alvarez ajudou o Dr. Murray

    O advogado pede que ele leia a transcrição da ligação para o 911 e encontre a parte em que o operador pede que ele colocasse o rei do pop no chão

    O segurança conta que os operadores da emergência pediram que ele colocasse Michael Jackson no chão. "Você foi gentil com ele", pergunta Ed Chernoff. "É claro que fui", responde Alvarez

    O advogado revisa os momentos em que Alberto Alvarez ajudou o Dr. Murray

    A defesa mostra a primeira ligação do segurança para a emergência

    "Você não falou para o Dr.Murray que precisava colocá-lo no chão?", pergunta o advogado. O segurança conta que fez gestos com as mãos e os dois colocaram MJ no chão

    Advogado de defesa acusa Alvarez de esconder evidências junto com Murray.

    Chernoff encerra maois uma vez o interrogatório. Promotor Walgren assume a palavra

    O promotor repassa toda a ação de Alvarez no quarto de Michael Jackson. O advogado de defesa reassume o interrogatório

    "Eu sempre me preocupei com as crianças e eles foram muito respeitosos comigo quando pedi para saírem do quarto", disse Alvarez

    O interrogatório de Alvaro Alvarez é finalizado e uma nova testemunha será chamada a depor

    Kai Chase, chef de cozinha de Michael Jackson, responde as primeira perguntas sobre sua carreira à promotoria

    A chef preparava as refeições do astro pop e seus filhos.Ela preparava café da manhã, almoço e janta seis vezes por semana

    Para quem chegou agora: promotoria interroga Kai CHase, chef particular de Michael Jackson

    Sorridente, Kai Chase diz que gostava de trabalhar para a família Jackson

    Ela relata suas funções como chef na mansão do astro

    Ela diz que a alimentação era parte fundamental para a família Jackson

    Ela diz que Michael Jackson estava sempre feliz ao lado dos filhos

    18h44 O juiz interrompe o interrogatório da promotoria e o julgamento entra em recesso de 15 minutos
    19h02 O juiz retoma o julgamento, que neste momento escuta o depoimento de Kai Chase, chef de cozinha da mansão

    A chef conta que depois de preparar o café da manhã das crianças, começava a fazer um suco de frutas para o patrão

    A promotoria pergunta se ela viu o Dr. Conrad Murray na cozinha no dia 24 de junho, um dia antes da morte de Michael Jackson. Kai afirma que sim

    "Ele disse que Michael Jackson já iria descer e gostaria de almoçar com os filhos", relata a chef

    A promotoria mostra uma foto da cozinha e pede para que ela mostre de onde o Dr. Murray surgiu

    A promotora pede que Kai Chase fale sobre o encontro com Michael Jackson durante o almoço. "Ele estava feliz porque ele gostava de passar tempo com a família", afirmou

    A cozinheira conta que, mais tarde naquele dia, preparou uma sopa de feijões brancos para o patrão comer no jantar

    No dia 25 de junho, dia da morte de MJ, a chef diz que chegou à mansão por volta das 8h30

    Ela conta que preparou o café da manhã, mas ele ainda não estava pronto para comer. Por volta das 9h45, ela saiu para fazer compras
    e voltou aproximadamente ás 10h45.

    Kai Chase conta que Michael Jackson gostava de almoçar pontualmente às 12h30

    Chase diz que a sopa de feijão do jantar do dia 24 estava na geladeira ainda na manhã de 25.

    "Por volta de 12h10, Dr. Murray apareceu em pânico na cozinha. Eu tinha certeza disso porque tinha olhado meu celular, para ter certeza que eu estava na hora", disse Kai Chase

    Segundo a chef, Dr. Murray estava muito nervoso e gritou: "chame ajuda! Chame a segurança! Chame Prince"

    A chef conta que foi procurar o filho mais velho do astro. Ao encontrá-lo, disse: "Dr. Murray precisa de você. Aconteceu alguma coisa com seu pai"

    Kai Chase afirma que o médico não pediu que ela chamasse a emergência

    Ela conta que depois que chamou Prince, voltou ao seu posto, mas logo viu funcionários chorando

    Ao observar o choro dos funcionários, Kai Chase teria questionado o que tinha acontecido. "Eles disseram que o Sr. Jackson estava com algum problema, talvez estivesse doente", afirmou

    Ela conta que as crianças estavam chorando e gritando. A chef afirmou que as abraçou e rezou com eles

    Kai Chase afirma que estava na casa quando os paramédicos chegaram ao local

    "Meu coração ainda está quebrado. Foi um dia devastador", afirma Kai Chase

    A chef conta que eu entrevistas após a morte do cantor, mas que nunca recebeu dinheiro por elas

    A defesa começa a fazer as perguntas para Kai Chase

    Ela conta que trabalhava todos os dias e folgava aos domingos. Além disso, afirma que ele descia para tomar café da manhã periodicamente

    Ela conta ao advogado Ed Chernoff sobre a rotina da casa

    Kai Chase afirmou que a reação de Dr. Murray ao procurá-la na cozinha, no dia da morte do cantor, foi como a de um amigo preocupado, porque "ele estava em pânico, seus olhos estavam arregalados"

    A chef repete os acontecimento do dia 25 de junho

    O juiz dispensa a testemunha e pede que promotoria e defesa se aproximem

    20:03 O julgamento é encerrado. Amanhã, às 8h45 (horário local), a Corte de Los Angeles retoma os trabalhos.

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    QUARTO DIA DE JULGAMENTO (30/09/2011)

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    12h50 Começa, nesta sexta-feira (30), o quarto dia do julgamento do Dr. Conrad Murray, acusado de matar Michael Jackson com uma dose letal de propofol

    A promotoria chama Bob Johnson, especialista em aparelhos médicos, para depor

    O juiz pede que a promotoria e a defesa se aproximem

    O promotor mostra uma foto que mede a pulsação e pede que Johnson o identifique

    A promotoria segue mostrando diferentes modelos de aparelhos que medem a pulsação

    A defesa começa a interrogar a testemunha

    "Se o paciente muda de um minuto para o outro, o aparelho de pulsação responderia rapidamente?", pergunta Ed Chernoff. A testemunha afirma que sim

    Johnson afirma que o modelo usado por Conrad Murray não é indicado para o monitoramento contínuo

    O juiz dispensa a testemunha

    A promotoria chama Robert Russell, gerente de vendas e paciente de Conrad Murray

    Russell conheceu Murray na emergência do hospital de Spring Valley, quando sofreu um ataque cardíaco e precisou de uma cirurgia

    Dr. Murray fez a cirurgia. O paciente relembra que queria ir embora, mas o médico não permitiu

    "Você foi tratado muito bem nas consultas pós-operatórias, certo?", pergunta a promotoria. Russell confirma

    O paciente conta que foi operado uma segunda vez em abril de 2009

    Ele diz que ficou feliz quando Murray contou que era médico de Michael Jackson. Ele teria pedido segredo sobre isso

    Russell diz que o Dr. Conrad Murray salvou sua vida

    A Promotora Deborah Brazil exibe a carta datada de 15 de junho de despedida de Murray aos pacientes para acompanhar "uma nova oportunidade".

    "Caros pacientes. Por causa de uma oportunidade única, vou precisar me afastar da clínica indefinidamente", diz a carta

    Robert Russell conta que não foi uma surpresa quando recebeu a carta em sua casa, pois já sabia que Murray se dedicaria ao rei do pop

    Em 22 de Junho de 2009, havia uma consulta marcada com Murray, que ele cancelou - negligência.
    Russell ligou ao consultório pedindo respostas de Murray por ele tê-lo abandonado no meio do tratamento.

    Russell afirma que ficou um pouco frustrado, pois estava preocupada com sua saúde

    A promotoria apresenta uma gravação telefônica entre Murray e Russell, Murray avisa que os exames estão um pouco alterados

    Russell disse que ficou agradecido ao ouvir a mensagem de Murray, porque ele teve tempo de esclarecer suas dúvidas

    O paciente conta que ao longo do tempo, mudou sua opinião sobre o tratamento de Murray, que até então estava excelente. Russell diz que se sentiu "abandonado"

    A defesa começa a fazer as perguntas

    A defesa pergunta como está a saúde da testemunha atualmente. Ele diz que está bem e que seu novo cardiologista afirmou que as válvulas em seu coração foram instaladas corretamente, que estavam "aguentando bem"

    Robert Russell é dispensado pelo juiz

    A promotoria chama Richard Seneff, paramédico que atendeu Michael Jackson no dia de sua morte. Senneff foi o primeiro paramédico a chegar no quarto de Michael Jackson.

    Seneff relembra sua carreira como bombeiro e paramédico

    A promotoria mostra no telão a chamada de resgate para a casa de Michael Jackson

    14h15 A Corte entra em recesso por 15 minutos
    14h41 Sessão aos poucos vai voltando

    Seneff explica que entrou pelo portão principal da mansão de MichaelJackson, com a ambulância atrás do caminhão de bombeiros

    O paramédico diz que chegou a mansão às 12h26 e foi levado ao quarto do cantor por um segurança

    Quando chegou ao quarto, ele diz que viu Michael Jackson, Dr. Murray e um segurança

    Quando chegou ao quarto, ele diz que viu Michael Jackson, Dr. Murray e um segurança

    Ele conta que Dr.Murray estava transferindo o cantor da cama para o chão do quarto

    "O comportamento de Murray era frenético, em pânico"

    Senneff perguntou se havia um aparelho de ressuscitação no quarto.

    Senneff perguntou se havia um aparelho de ressuscitação no quarto.

    Seneff diz que havia uma suporte para soro e uma bolsa presa no suporte

    O paramédico perguntou qual era a condição anterior do paciente e Dr. Murray respondeu que não havia nada

    No momento do resgate. Seneff perguntou quanto tempo Michael Jackson estava desacordado e Dr. Murray respondeu que ligou imediantamente quando ele desmaiou

    Seneff diz que além dele havia mais três paramédicos tentando ressucitar o cantor. O paramédico conta que até aquele momento não havia reconhecido Michael Jackson

    O paramédico disse que usaram um eletrocardiograma para ver a pulsação do cantor estava sem batimentos caridíacos

    Seneff disse que aplicou duas drogas para tentar ressucitar o cantor

    O procedimento não funcionou. Senneff perguntou à Dr.Murray se ele havia medicado Michael Jackson. O médico disse que não tinha dado nada. Na segunda vez, ele disse que deu Lorazepam, remédio para dormir

    O médico disse que ele estava desidratado

    Jackson recebeu uma rodada de drogas, junto ao eletrocardiograma e foi intubado com um tubo colocado diretamente em seus pulmões.

    O paramédico disse que monitorou os batimentos cardíacos de Michael Jackson por todo momento do resgate

    O paramédico disse que monitorou os batimentos cardíacos de Michael Jackson por todo momento do resgate

    Senneff diz que o estado de Michael Jackson era: corpo gelado, olhos muito abertos e secos. Pupilas dilatadas.


    O paramédico disse que havia informações inconsistentes vindo de Dr. Murray

    O paramédico mediu a pulsação do cantos pela veia do pescoço. Um outro paramédico tentou achar uma veia no braço de Michael Jackson e não consegui achá-la para colocar uma sonda

    Senneff diz que é mais difícil achar a veia de um paciente que não tem circulação por alguns minutos

    Ao ligar para o hospital, os médicos perguntaram se ele queria continuar o procedimento de reanimação de Michael Jackson. O paramédico disse 'sim'

    As condições de Michael Jackson não mudaram, ele continuava desacordado e sem pulsação

    O paramédico afirma que ele estava morto


    Momentos antes, Dr. Murray disse que Michael Jackson tinha pulso. Ele mediu o pulso na virilha do cantor. Ele pediu para Jackson não ser declarado morto na ambulância.

    O paramédico disse que havia uma linha constante no eletrocardiograma, refutando o que o médico falou. Seneff pediu, então, para sua equipe parar o procedimento de reanimação

    Promotoria mostra pedido de resgate de Michael Jackson ao corpo de bombeiros de Los Angeles no telão

    Promotoria e Senoff analisam o papel de rascunho usado pelo paramédico para anotar os procedimentos feitos no momento do resgate de Michael Jackson

    Segundo o paramédico, Dr.Murray disse que deu ao cantor Lorazepam e não Propofol

    Ás 12h57 o UCLA hospital pediu para o paramédico confirmar a morte do cantor

    Uma gravação da ligação entre Senoff e UCLA hospital é executada

    Dr. Murray pediu aos paramédicos colocarem uma sonda no pescoço até o coração do cantor e ministrar magnésio

    A promotoria apresenta o prontuário de Michael Jackson feito por Senoff no dia 25 de junho de 2009 em resposta ao resgate na casa do cantor

    O paramédico explica o procedimento de retirada do corpo de Michael Jackson da mansão

    Na volta ao quarto, para pegar os equipamentos do resgate, Senoff diz que viu Dr. Murray com uma bolsa na mão recolhendo itens do chão

    Senoff conta que ao voltar para a ambulância, com seus equipamentos, Dr. Murray continuava no quarto de Michael Jackson

    O paramédico conta que Dr. Murray estava na ambulância no caminho para o hospital com o corpo de Michael Jackson.O cantor não tinha pulso

    No caminho, Michael Jackson estava sendo medicado com drogas para tentar reanimá-lo. Dr. Murray usava o telefone

    Michael Jackson estava morto na ambulância conta Senoff

    O paramédico diz que não viu nenhum equipamento de monitoramento cardíaco no quarto de Michael Jackson

    A promotoria encerra seu interrogatório e a defesa começa suas perguntas às Senoff

    Senoff diz que Michael Jackson estava muito magro, sendo capaz de ver suas costelas. Ele afirma que o cantor tinha aparência de estar muito doente

    Ele conta que o corpo de Michael Jackson estava sendo removido da cama para o chão e havia uma sonda em sua perna

    O paramédico disse que Dr. Murray contou que havia medicado o cantor com Lorazepam

    "Muita coisa acontecia nesse momento. Dr. Murray estava muito ocupado". diz Senoff

    O juiz perde pausa e convoca promotoria e defesa para conversar

    16h02 O juiz anuncia recesso de 1h30 para almoço. O julgamento volta às 17h30, horário de Brasília
    17h40 Dentro de instante o julgamento de Dr.Conrad Murray, médico de Michael Jackson, volta do recesso para almoço

    Richard Seneff, paramédico que ajudou no resgate de Michael Jackson, é interrogado pela defesa

    O paramédico diz que não achou suspeito sobre a alegação de Dr. Murray ter achado pulsação na virilha de Michael Jackson no dia 25 de junho de 2009

    O paramédico diz que não achou suspeito sobre a alegação de Dr. Murray ter achado pulsação na virilha de Michael Jackson no dia 25 de junho de 2009

    Ele comenta sobre a ligação de Dr.Murray na ambulância. "Não sei que era e não lembro sobre o que ele falou", disse

    Respondendo as questões da defesa, o paramédico disse que não viu as costelas do cantor quebrar quando recebia massagem cardíaca

    O paramédico disse que não é familiar com Propofol. Fim do interrogatório da defesa. Promotoria volta a entrevistar Richard Seneff

    Paramédico diz que Dr. Murray ficou surpreso com a chegada do resgate

    Defesa volta a interrogar Richard Seneff, paramédico que ajudou no resgate de Michael Jackson

    Poucas perguntas são feitas. Palavra vai para a promotoria e volta para a defesa

    O paramédico diz que mesmo surpreso, Dr. Murray não interrompeu de tentar reanimar Michael Jackson. Fim do depoimente de Richard Seneff

    Martin Blunt, outro pamaédico presente no resgate de Michael Jackson, é chamado a depor

    Ele dirigia a ambulãncia chamada para o resgate do astro pop

    Blunt diz que chegou ao quarto e viu um "senhor" deitado na cama sendo socorrido por Dr. Murray

    "Dr.Murray estava suando muito e agitado e pediu para ajudar Michael Jackson", diz o paramédico

    O paramédico diz que reconheceu imediatamente o paciente como sendo Michael Jackson

    Blunt cometa que ao chegar começou a reanimar Michael Jackson como o reanimar manual, levando ar para os pulmões de Michael Jackson

    "Michael Jackson não estava respirando nem se mexendo", diz o paramédico Blunt. "Michael Jackson não estava respirando nem se mexendo", diz o paramédico Blunt

    Ele diz que viu um tanque de oxigênio ligado com uma sonda no nariz de Michael Jackson

    Ele também conta que viu um suporte para soro com uma bolsa presa no objeto

    Blunt conta que ouviu Dr. Murray negar que tenha dado qualquer medicamento à Michael Jackson

    Ele disse que ouviu Dr.Murray falar que Michael Jackson ensaiou por 16 horas e que estava desidratado. Murray disse que Michael não usava drogas

    Respondendo à promotoria, Blunt diz que viu outro paramédico tentar achar a veia dos braços do cantor para medicá-lo com reanimadores

    Localizar uma veia no braço direito e esquerdo de MJ foram infrutíferas. A veia jugular no pescoço de MJ foi encontrado por Senneff.

    Um alarme de emergência no tribunal é acionado e o juiz tentar acalmar os presentes. Ele conta que o alarme foi acionado acidentalmente por uma criança em outro andar

    O julgamento prossegue com a promotoria mostrando uma foto do quarto de Michael Jackson

    O paramédico diz que viu três frascos de um remédio do chão do quarto (lidocaína). Os paramédicos não administraram lidocaína em Michael.

    Blunt diz que não viu Dr. Murray indicando que deu remédios à Michael Jackson, principalmente Propofol

    Blunt conta que não viu nenhum sinal de vida em Michael Jackson

    O paramédico conta que depois de anunciar a morte do cantor ele viu Dr. Murray recolhendo os frascos de remédio e outros objetos do chão e colocando em uma bolsa

    Ele relembra, vagamente, que na ambulância Dr.Murray falava no telefone: "Michael Jackson" e "ele não està bem", foi as palavras que o paramédico lembra

    No relato do quarto, o paramédico disse que Dr.Murray contou que Michael Jackson estava desacordado por apenas um minuto

    O paramédico disse que acredita que Michael Jackson estava desacordado por mais tempo do que um minuto

    18h43 Juiz Michael Pastor anuncia recesso de 15 minutos
    19h17 Dentro de instantes o julgamento de Dr. Murray será retomado

    A defesa de Dr. Murray interroga Martin Blunt, paramédico que resgatou Michael Jackson no dia de sua morte

    A defesa pergunta sobre os equipamentos médicos ligados ao corpo de Michael Jackson

    Ele afirma que a pele de Michael JAckson estava fria. A pele de Michael estava pálida e ele estava magro.

    Defesa encerra seu interrogatório e promotoria não tem mais perguntas. Próxima testemunha irá depor em insta

    Dra. Richelle Cooper é a próxima a depor. Ela é funcionaria do UCLA hospital. Ela é médica do hospital desde 1998.

    Ela estava de plantão no hospital no dia 25 de junho de 2009, dia da morte de Michael Jackson. Dra. Cooper foi comunicada depois dos paramédicos não conseguirem reanimar o cantor em sua mansão

    Segundo a doutora, a enfermeira no telefone disse à médica que havia na casa do paciente um médico pedindo aos paramédicos para usarem outras drogas

    12h57, Richelle foi chamada quando não havia melhora na condição do paciente. Sem pulso, sem respirar..

    Dr. Cooper testemunhou que os paramédicos chegaram com Michael Jackson na UCLA por volta de 13:13pm

    No hospital, Michael Jackson foi avaliado por ela e quatro residentes

    Dra. Cooper diz que esperava a ambulância com Michael Jackson na porta do hospital

    Murray disse a Drª Cooper que Michael não tinha problemas de saúde e nem histórico de uso de drogas.

    Murray disse a Drª Cooper que Michael não tinha problemas de saúde e nem histórico de uso de drogas.

    "Ele estava clinicamente morto", disse a Dra. Cooper. Ela comenta que usou ultrasom para confirmar a morte do cantor.

    A promotoria mostra a sala médica para onde Michael Jackson foi levado ao chegar no hospital. A Dra. explica os equipamentos que a sala possui

    Murray nunca mencionou a Dr. Cooper que ele administrou Propofol

    20h19 O julgamente entra em recesso até 03 de outubro às 8h45, horário de Los Angeles; 12h45, horário de Brasília


    Créditos: Equipe do Fórum Number Ones

      Data/hora atual: Dom Set 24, 2017 5:14 pm