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    Resumo: 2ª Semana de Julgamento

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    Tay
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    Resumo: 2ª Semana de Julgamento

    Mensagem por Tay em Dom Mar 17, 2013 5:48 pm

    2ª Semana de Julgamento

    QUINTO DIA DE JULGAMENTO - (03/10/2011)

    12h52 Segunda semana do julgamento de Dr. Conrad Murray começa nesta segunda-feira (3). Dra. Richelle Cooper, médica que recebeu o corpo do canto no UCLA Hospital, é ouvida pela promotoria

    A doutora explica quais procedimento fez para tentar ressuscitar o cantor no hospital

    Ela diz que em uma hora e meia de tentativa de reanimá-lo, ela não sentiu nenhum pulso no corpo do cantor. Haviam 14 pessoas na equipe.

    Ás 14h26 a doutora alegou a morte do cantor no UCLA Hospital

    Ela diz que havia um cateter urinário conectado a Michael Jackson, provavelmente para coletar a urina enquanto estava inconsciente. Dra. Cooper achou isso não comum para um homem de 50 anos considerado saudável

    A médica também conta que não discutiu com Dr. Murray sobre a declaração de morte do cantor, já que MichaelJackson era seu paciente no momento

    Dra. Cooper diz que foi conversar com os filhos de Michael Jackson para colher mais informações. "Eles estavam histéricos e chorando", disse

    Promotoria encerra o interrogatório e defesa assume a palavra

    Ela conta para defesa que foi sua determinação declarar a morte do cantor

    Dra. Cooper diz que usa Propofol para sedar pacientes

    A defesa pergunta à Dra. Cooper se ela conhece níveis toxilógicos no sangue. Ela responde que não

    Dra. Richelle Cooper diz à defesa sobre o efeito de metabolismo e sedação de Propofol no paciente

    Ela diz que 25 mg do medicamento não é suficiente para sedar um paciente de 60 kg

    Dra. Cooper diz que ao interrogar Dr. Murray sobre o histórico médico e o que ele teria dado ao cantor, ela queria saber informações para tratar o cantor

    O advogado de defesa insiste em perguntar por que ela não perguntou que horas Dr. Murray medicou o cantor com Lorazepam

    Ela diz que se quissesse sedar um paciente com Propofol, ela daria 1 mg para cada quilo de massa do paciente

    "Michael Jackson morreu antes de ter sido meu paciente, então não havia nada que eu pudesse ter feito para mudar isso", disse Dra. Cooper

    A defesa pergunta a Dra. Cooper se ela ouviu o discurso do cantor do dia 10 de maio de 2009, mensagem de voz feita para Dr. Murray. O advogado pede para conversar com o juiz

    O advogado pergunta se havia alguma possibilidade de salvar uma pessoa desacordada, com olhos e boca abertas, e sem pulso. Ela diz: 'possivelmente'

    Flanagan: Qual foi a atitude de Murray? Cooper: Eu não estava focando emMurray, eu estava focando em meu paciente, o Sr. Jackson.

    O advogado de defesa olha o depoimento de Dra. Cooper feito na época da morte do cantor

    A médica diz que o protocolo de Los Angeles diz que se em 20 minutos de reanimação o paciente não apresentar mudanças, o médico pode declarar sua morte

    "Eu trabalho com situações críticas, então não prestei atenção ao modo como Dr. Murray se comportava", disse Dra. Cooper

    O advogado pergunta se havia urina na bolsa ligada ao pênis do cantor. Dra. Cooper diz que não havia. Defesa encerra seu interrogatório

    Promotoria pergunta à médica se Dr. Murray parecia estar mentindo para ela. Dra. Cooper diz

    que ele não parecia mentir

    A promotira encerra pergunta e palavra volta para defesa

    O advogado volta a perguntar sobre qual a quantidade de propofol que Dra. Cooper usaria para sedar um paciente. Ela responde que usaria 1 mg por quilo do paciente

    "Se o paciente estivesse acordado e não tivesse tomado outro medicamento essa seria a dose para começar", conta Dra. Cooper

    Advogado e testemunha Dra. Cooper discute sobre medicar um paciente com a droga de uma vez ou aos poucos, de minuto a minuto

    Dra. Cooper diz que não seda um paciente em um lugar que não há monitores

    Promotoria assume o interrogatório

    A promotoria pergunta se Dra. Cooper é capaz de reverter uma overdose se medicamento em um ambiente controlado como o hospital. Ela diz que especialista para fazer isso

    Defesa volta a interrogar. Advogado pergunta como ela sabe medicar o paciente com precisão

    Fim do depoimento de Richelle Cooper. Próxima testemunha será chama em breve

    14h20 Juiz pede recesso de 15 minutos
    14h45 Mr. Dixon, da At and T inicia o depoimento

    Ele fala sobre ligações feitas pelo Dr. Conrad Murray. "Em junho de 2009, a conta de Murray estava ativa", diz Dixon

    Promotoria mostra os registros de celular da AT and T do Dr. Conrad Murray para o executivo da gigante de tecnologia

    O depoimento do executivo, basicamente, esclarece os códigos para compreender os registros de chamadas do cliente Conrad Murray
    Promotora começa a questionar a respeito de ligações do médico feitas em junho de 2009, mês da morte de Jackson. "Você teve a oportunidade de analisar os documentos que mostrei nesta manhã, que contêm ligações feitas e recebidas por Dr. Conrad Murray no dia 25 de junho de 2009 (data da morte do cantor)?". "Sim", responde o executivo, Sr. Dixon

    Conforme descreve a promotora, foram várias ligações feitas em um curto período de tempo pelo Dr. Murray no dia da morte de Jackson. Ela cita os números para os quais o médico ligou e dos quais recebeu ligações, citando a duração dos telefonemas, que variaram de 2 min a 30 min


    Só entre 15h30 e 17h do dia da morte de Michael Jackson, foram quatro ligações feitas pelo Dr. Murray ao mesmo número. A promotora cita todas elas

    Advogado de Conrad Murray começa a questionar o executivo e lhe pergunta se ele pode identificar quem uso o telefone do médico na ocasião. Dixon confirma que, apesar de ser claro de onde partiram as chamadas, é impossível saber quem realmente fez as ligações

    Advogado mostra um documento para o Sr. Dixon. "É possível saber se a ligação foi atendida ou caiu em caixa postal?", pergunta o advogado. "Não por meio desse documento", responde o executivo

    Uma ligação de Bridget Morgan feita às 11h26 para Conrad Murray é destacada pela defesa. "É possível dizer se essa ligação foi respondida", pergunta o advogado. "Eu não saberia dizer", responde

    Agora, ele pede para que o executivo veja os registros da At and T para saber se as ligações foram respondidas ou não

    Edward Dixon afirma não saber se a ligação foi atendida no horário questionado ou se ela caiu na caixa postal. Esta durou 1 min e é tudo o que ele sabe

    Termina o testemunho de Edward Nixon, executivo da AT&T

    Nova testemunha faz o juramento para o depoimento: Jeff Strohn, que trabalha para uma firma de telecomunicações

    Ele afirma ter revisado os registros das chamadas de Conrad Murray

    Strohn confirma o número de telefone que está em discussão como pertencente a Conrad Murray

    Documento mostrado pela promotoria apresenta horários das ligações do Dr. Conrad Murray, para quem ele ligou e o tempo de duração de cada chamada

    Promotoria encerra suas perguntas

    Defesa: "esse número de telefone ligou para o nosso número alvo. Você pode dizer se essa ligação foi atendida?". "Por essas informações, não. É impossivel dizer se a ligação foi atendida ou não", diz o depoente

    Promotoria chama nova testemunha. Começa depoimento de Thao Ntuyen, médica e trabalhava na UCLA - Universidade de Los Angeles. Ela é cardiologista.

    "Eu recebi uma página dizendo que o time de emergência queria assistência para cuidar de um paciente VIP, no caso, Michael Jackson", disse, confirmando Dr. Cooper como o médico que cuidou do cantor

    "Dra. Cooper me apresentou ao Dr. Murray assim que eu entrei na sala", disse. "Meu objetivo para falar com ele era descobrir o que estava acontecento"

    "Ele (MurraY) se apresentou como médico particular de Michael Jackson. "Ele disse que Mr. Jackson estava muito cansado por causa dos shows que faria e que estava lhe dando remédios para dormir". "Perguntei se tinha outros narcóticos ou remédios além daquele que ele havia citado, e ele disse, 'não há outras drogas'"

    "Ele nunca citou o Propofol para você?", pergunta o promotor. "Ele não citou isso para mim", responde a médica

    16h Corte entra em recesso de 1h30
    17h32 Julgamento volta após 1h30 de recesso para almoço. A cardiologista Thao Ntueyen é a depoente neste momento

    A dra afirma ter tentado, ao lado de Dr. Cruise, ressucitar Michael Jackson na emergência, mas não foi possível. "Procuramos preparar o Dr. Murray antes de nossa última tentativa de ressucitá-lo e afirmamos a ele que, se o procedimento seguinte não funcionasse, desistiríamos"

    A defesa falará com a cardiologista Thao Ntueyen

    "Fui para a emergência pouco depois das 13h45, porque me lembro de ter olhado para o meu pager pouco depois de falar com o Dr. Murray"

    "A Dra. Cooper me pediu ajuda com um paciente VIP", disse a cardiologista, "mas falei com o Dr . Murray antes, que me contou que era o Michael Jackson. Ele foi a fonte primária"

    "A primeira pessoa com quem falei sobre o caso foi o Dr.Murray", afirma a cardiologista. "Ele disse que o senhor Jackson estava cansado e que pediu por uma ajuda para dormir, pois o cantor estava cansado devido aos ensaios para seus shows em Londres"

    "Ele (Conrad Murray) respondeu negativamente às minhas questões sobre outros narcóticos dados a Jackson"

    Defesa: "ele deu a impressão de que não estava interessado em falar com você?". Cardiologista: "Não. Eu fiquei preocupada porque o tempo não estava ao meu lado,...". Defesa: "ela não está respondendo às minhas questões"

    Defesa: "a dose recomendada de Addivan para insônia seria de 2 a 4mg?"
    Cardiologista: "sim"
    Defesa: "e quanto tempo demoraria para a pessoa dormir com essa dose?"
    Cardiologista: "depende da dose e da pessoa. Se a pessoa for usuária de drogas, pode demorar mais, mas, normalmente, é bem rápido. Demora de 5 a 7 minutos e a pessoa acaba dormindo por horas"

    Cardiologista: "pessoas com alta tolerância a drogas precisam de doses maiores para o efeito desejado".
    Defesa: "e se der 20mg de Addivan?"
    Cardiologista: "é muito alta essa dose. Eu nunca usei, para falar a verdade. O Addivan faz de você muito sonolento e o paciente pode parar de respirar. É uma dose muito alta e realmente poderia causar isso (a morte)"

    Cardiologista explica que a dose de Adivan é aplicada conforme a resposta do paciente, ou seja, é empírica, baseada no resultado que passa a ele, e não realizada depois de exames

    Ela completa que o Adivan, quando aplicado por meio de injeção, tem efeito bem mais rápido do que seria se fosse via oral

    Cardiologista: "normalmente, depois de tomar o Propofol, o paciente acorda renovado, um fato positivo em relação a outros anestésicos, como o Adivan"

    "Dr. Murray soava desesperado e parecia devastado", diz a cardiologista sobre seu encontro com o acusado quando da internação de Michael Jackson. "Não desista facilmente. Por favor, tente salvar sua vida", ele teria dito a ela, segundo afirma

    "Eu não estava presente quando ele chegou ao hospital, mas desde que o vi, não havia pulso", diz a cardiologista. "Dra. Cooper disse que já não havia pulso quando Jackson havia chegado"

    "Tudo o que eu sei foi que o paciente, quando o vi pela primeira vez, ele estava sem vida e sem pulso", diz a depoente.
    Defesa: "em uma ocasião normal, com um paciente sem pulso, você usaria a bomba que usou em Jackson?"
    Cardiologista: "não. Mas o Dr. Murray disse que ele tinha pulso, então tentamos fazer algo"

    "O Dr. Murray contou ao Dr. Cruise que Jackson tinha pulso. Ele, provavelmente, não questionou quando viu isso. Em horas críticas assim, não falamos de horas, mas de minutos", disse. "Foi ideia do Dr. Cruise fazer o procedimento da bomba porque o Dr. Murray disse ter sentido o pulso e porque ele pediu muito para tentar ressucitá-lo. Se há uma indicação de que há pulso, a bomba de balão é uma opção e fizemos"

    "O acordo (da bomba) teve participação do Dr. Murray para tentarmos trazer Jackson de volta à vida", disse. "O acordo com toda a equipe no Pronto Socorro era que, se a bomba não funcionasse, desistiríamos de salvá-lo"

    "O Dr. Murray concordou com isso. Ele disse, 'sim'", afirma a cardiologista.
    Defesa: "mas a bomba não foi ideia dele?"
    "Não", responde a cardiologista

    "Para reverter o efeito negativo do Adivan, assim que o paciente parar de respirar, é necessário aplicar 0.2mg de Flumazenil o mais rapidamente possível. É uma questão de segundos para salvá-lo. Assim que vemos o paciente caído e se soubermos que a causa é o Adivan, é necessário aplicá-lo na hora", explica a cardiologia. "Temos de segundos a minutos para a aplicação. Dependendo da dose e da pessoa em quem ela foi aplicada".

    A Defesa insiste em saber um número sobre quanto tempo os médicos têm normalmente para salvar um paciente que parou de respirar devido ao uso do Adivan. Ela diz: "de dois a três minutos"

    "Se passar esse tempo e o flumazenil não estiver lá, as chances do paciente diminuem muito"

    "Adivan não deveria causar um colapso no coração, e sim fazer com que a pessoa pare de respirar. Ainda assim, 4mg de Adivan não é uma dose grande, é normal"

    "Adivan pode ser aplicado oralmente e por seringa. Eu não costumo usar narcóticos como esse para insônia, mas o uso para procedimentos cirúrgicos", explica Thao Ntueyen
    A Dra. Ntueyen confirma que usava o Propofol em algumas situações, mas sempre com ao menos três pessoas ao seu lado, como anestesista e enfermeiras. "Eu só o usava em lugares específicos e com equipamentos específicos, porque, caso ultrapassássemos a dose com a droga, ela poderia colapsar o coração e os pulmões devido à sua toxicidade"

    A cardiologista está novamente sendo indagada pela promotoria

    "Quando nós pensamos em usar um sedativo ou um narcótico, precisamos nos preparar para o pior resultado possível, independemente do que possa acontecer. Qual é o pior cenário? Propofol pode causar um colapso severo dos pulmões e do coração. É por isso que tomamos um grande cuidado antes mesmo de aplicá-lo. Até porque não há nada que elimine o seu efeito"

    Promotoria encerra e a defesa volta a fazer o interrogatório

    "Uma das características do Propofol é que ele produz uma sensação de amnésia. Nós não queremos que a pessoa se lembre das dores do processo pelo qual passaram, então esse é um bom efeito"18h27 - Sobre o nível de Propofol necessário

    para a sedação, a doutora diz que depende

    "Eu não uso Propofol em meus pacientes de clínica. Apenas em procedimentos cirúrgicos em hospitais", afirma

    "Não depende apenas do tamanho do paciente a dosagem do Propofol. Outra: ele não é só usado sozinho, pode ser combinado a outros sedativos"

    Defesa: "a Dra Cooper disse que usaria 1mg para cada 1kg da pessoa..."
    Médica: "não discordo dela, apenas afirmei que
    depende. Se você usa com outros medicamentos, não precisa de tanto, e, às vezes, o anestesista faz essa combinação"

    Defesa: "o Propofol é bastante usado fora dos hospitais"
    Médica: "Propofol, pelo que sei, não é usado fora de hospitais. E, mesmo em hospitais, é restrito esse uso. Eu nunca soube sobre o uso do Propofol fora de hospitais.
    Defesa: "você não sabia que dentistas usam Propofol?"

    Médica: "Eu não sabia disso e nem estou interessada. Só quero saber do que usam em mim"
    Defesa: "Gastros também os usam. Você não sabia?"
    Médica: "Também nunca perguntei a eles"

    Defesa encerra suas perguntas e a promotoria, para finalizar o depoimento, pergunta se a Dra. Ntueyen já soube de alguém que tenha feito uso do Propofol em um quarto privado. Ela nega ter conhecimento dessa prática.

    Novo depoimento, Dra Joanne Bednarzposhard, médica baseada no Texas

    "O anestesista é a pessoa que determina se o paciente pode tolerar a anestesia", diz a dra.

    Conheceu o Dr. Murray para perguntar sua opinião sobre o uso do medicamento Plavix em um paciente em particular. Ela disse ter ligado para o consultório do acusado e lhe deram um outro número de telefone

    "É relevante falar com o médico anterior do paciente para conhecer o histórico dele, já que normalmente desconhece esses detalhes", disse a Dra citando o Dr. Murray

    Ela queria saber de Murray se poderia descontinuar o uso do Plavix para fazer o procedimento cirúrgico. "Dr. Murray foi convicto em dizer que o paciente precisava continuar o tratamento e completar seus seis meses nele. O melhor, para ele, seria adiar a cirurgia", disse a médica

    Ela queria saber de Murray se poderia descontinuar o uso do Plavix para fazer o procedimento cirúrgico. "Dr. Murray foi convicto em dizer que o paciente precisava continuar o tratamento e completar seus seis meses nele. O melhor, para ele, seria adiar a cirurgia", disse a médica

    Ela queria saber de Murray se poderia descontinuar o uso do Plavix para fazer o procedimento cirúrgico. "Dr. Murray foi convicto

    Ela queria saber de Murray se poderia descontinuar o uso do Plavix para fazer o procedimento cirúrgico. "Dr. Murray foi convicto em dizer que o paciente precisava continuar o tratamento e completar seus seis meses nele. O melhor, para ele, seria adiar a cirurgia", disse a médica

    "Surpreendeu-me que o Dr. Murray foi muito claro em relação ao paciente. Normalmente, os médicos dizem que não sabem do paciente e pedem um tempo para ligar de volta, mas ele foi conciso na resposta ao dizer para não suspender o tratamento", diz Joanne

    Promotoria mostra registros de chamadas de Poshard a Murray e encerra perguntas

    Defesa começa interrogatório

    Dra: "normalmente, os médicos não lembram desses detalhes, e fiquei impressionada que ele lembrou"

    19h06 Novo recesso
    Antoinette Gill foi chamada ao banco de testemunhas, ela vive em Las Vegas, Nevada, cosmetologista. Conhece Murray a mais de 10 anos.

    Ela recebeu a carta do escritório do Dr.Murray afirmando que ele estava temporariamente deixando sua prática.

    Defesa não tem dúvidas. Antoinette Gill é dispensada.

    Depoimento de Consuelo Ng, que trabalhou no consultório do Dr. Conrad Murray em Las Vegas

    Segundo ela, todas que trabalhavam no local faziam de tudo, desde a parte de secretária até a de enfermagem

    Consuelo afirma que não havia enfermeiras licenciadas no consultório

    Segundo Consuelo, Dr. Murray alternava seus atendimentos entre Las Vegas e Houston, uma semana em cada, mas, mesmo quando ele estava ausente, alguém realizava exames como eletrocardiogramas e passava para as garotas que, como ela, trabalhavam no local

    Consuelo afirma também que checava sozinha o oxigênio dos pacientes, a despeito de não ser habilitada para isso, assim como fazia exames de sangue, entre outros

    Dr. Murray não fazia procedimentos em seu consultório em Las Vegas, e sim em hospitais, garante Consuelo

    Consuelo nega que soubesse que Dr. Murray estava morando em Los Angeles - onde cuidava de Michael Jackson -, mas confirma se lembrar de uma carta recebida no consultório do médico, na qual ele afirmava que se afastaria de suas funções profissionais

    "Ele disse que viajaria em uma turnê à Europa. Ele disse (que estava cuidando de Michael Jackson) antes de a carta nos chegar", diz Consuelo, afirmando que continuaria trabalhando no mesmo consultório, mas com outro médico no lugar de Murray - algo que nunca foi de fato acertado

    Consuelo confirma que estava trabalhando no consultório no dia da morte de Michael Jackson, assim como as outras empregadas do local em Las Vegas

    Consuelo diz que não falou com Murray no dia da morte do cantor, mas que talvez outra empregada tenha feito isso. Segundo ela, nenhum paciente compareceu ao consultório naquele dia. "Quando voltamos, eu recebi uma ligação que dizia ter acontecido algo de Michael Jackson", afirma, confirmando não ter falado com Murray no dia

    Defesa inicia questionamentos, afirmando que será breve

    Defesa: "como o Dr. Murray contou que iria sair em turnê com Jackson"
    Ng - "ele nos juntou e disse que ia tirar um ano sabático para sair em turnê com Michael Jackson. Fiquei empolgada, pois é o Michael Jackson e todos o conhecem"

    Brigitte Morgan inicia o depoimento, ela teve um relacionamento com Murray na época da morte de Jackson. Morgan confirmou ter ligado para o médico no dia 25 de junho de 2009

    Morgan confirmou ter feito a ligação, mas o Dr. Murray, segundo ela, não atendeu ao telefone. Promotoria encerra e a Defesa só confirma se ela mora atualmente em Los Angeles. Promotoria volta a indagá-la, apenas para confirmar se ela morava em Las Vegas quando conheceu Murray, e depoimento é encerrado

    20h16 Recesso. Julgamento volta a ser realizado nesta terça-feira, às 8h45 (horário de Los Angeles) - 12h45 (Brasília).

    SEXTO DIA DE JULGAMENTO (04/10/2011)

    via twitter: @MJNABrasil



    A testemunha chamada é Stacey Ruggles, gerente do consultório de Murray.

    Em 25 de junho, Murray ligou para ela ás 10:34. Ela o ligou de volta ás 11:07.

    A promotora Deborah Brasil fez poucas perguntas agora a defesa está questionando.

    Ruggles diz que ela ajudou Murray a abrir um consultório médico no Texas.

    Ruggles disse que os pacientes tratados Murray em Houston tendiam a ser pacientes de baixa renda ao contrário de seus pacientes em Vegas.

    Stacey Ruggles foi dispensada.

    Próxima testemunha chamada á testemunhar é Michelle Bella. A promotoria inicia com os questinamentos.

    Michelle conheceu Murray em Fevereiro de 2008 em um clube em Las Vegas.

    Michelle Bella recebeu mensagem de texto de Murray no dia 25 de junho de 2009.

    Também confirma que ela recebeu mensagem de voz em 16/06.

    Murray disse que ele estava trabalhando para Michael Jackson? Ele deixou essa informação em seu correio de voz?

    Michelle Bella: Sim

    Michelle Bella foi dispensada.

    Sade Anding é chamada para testemunhar, ela teria falado com Murray ao telefone no dia 25/06.

    Vive em Houston, Texas. Em 09 de fevereiro/09 trabalhava como garçonete no Sullivan Steak House e se conheceram
    enquanto trabalhava.

    Liguei p Murray, e ele respondeu. Após contato telefônico passamos tempo juntos.

    Em 25 de junho de 2009, Murray ligou para Sadie ás 11:51

    Sadie: Recebi um telefonema do Murray em 25/06 nada extraordinário ou incomum. Olá, É Murray.O que está fazendo? Bem,
    como você está, etc

    Sadie estava lhe contando sobre seu dia, em seguida, percebeu que não estava respondendo.

    Por cerca de 5-6 min no telefonema ele não estava escutando. Parecia que o telefone estava no bolso. Sadie descreve o
    som da tosse

    Eu ficava dizendo Olá, olá.Você está aí? Eu repeti isso várias vezes. Nunca recebi uma resposta.

    Sadie: Eu desliguei o telefone e tent ei ligar novamente 2x e nenhuma resposta. Tentei várias vezes mensagens de texto
    sem resposta.

    Mais tarde naquele dia eu descobri que MJ tinha falecido.

    23 de julho de 2009 - Seu pai disse-lhe polícia de LA queria falar com ela.

    Defesa assume os questionamentos.

    Ela telefonou para Murray. Ele disse a ela "o quê? Por que eles estão chamando você?

    A testemunha foi dispensada pelo juiz e Nicole Alvarez é chamada, atriz e ex-namorada de Conrad Murray.

    É mãe do 7° filho de Murray. Murray também falou com ela por telefone na ambulância em 25/06

    Alvarez tem 29 anos e diz que conheceu Conrad Murray em um clube em 2005, em Las Vegas.

    Trocou números com Murray no clube. Alverez vivia em Los Angeles na época. Poucos meses depois, eles se tornaram mais
    que amigos.

    Alvarez diz que Murray disse a ela, ele era médico de MJ.

    Em algum momento de 2008, ela conheceu Michael Jackson, ela foi apresentada por Murray.

    Ela acompanhou Murray à residência de Michael 2 - 3 vezes depois daquele encontro inicial.

    Nicole: Michael estava interessado em vê-la para que ele pudesse ver como o bebê estava crescendo dentro dela

    Nicole Alvarez disse que ela levou o filho para ver Michael em sua casa, algumas vezes durante o dia e outra à noite.
    Viajou com Murray.

    Nicole era consciente de que ele era médico em Vegas e Houston e na Califórnia, mas não sabia a localização.

    Você está vivendo com Murray neste momento? Nicole: Sim

    Murray deu apoio financeiro para sua ela, incluindo aluguel de 2500 por mês

    Eu não pergunatei a Murray qualquer questão (cerca de MJ). Não era prática comum para ele para discutir suas funções.

    Murray saía às 21:00, e retornaria na parte da manhã, às vezes, de manhã cedo, às vezes mais tarde.

    Nicole estava planejando acompanhar Murray a Londres para a This Is It Tour.

    Alvarez diz que descobriu sobre o salário de Murray no valor de US $ 150 mil através da mídia.

    Durante a audiência preliminar, Nicole disse ter recebido o contrato de Murray por fax e viu que o seria pago Agora, ela não se lembra.

    14h24 O julgamento entra em recesso por 20 minutos
    http://noticiasaoviv...iversao/401-br/

    Promotoria volta a interrogar Nicole Alvarez. Ela diz que Dr. Murray a avisou que iria começar receber encomendas direto na porta do seu apartamento

    Nicole Alvarez é namorado de Dr.Murray e ex-stripper. Ela disse que nunca perguntou o que havia nas encomendas

    A promotoria analisa todos os recordes das encomentas recebidas no apartamento de Nicole

    A promotora mostra um recibo da FedEx (empresa de transporte expresso de correnpondencia americana)

    Ela disse que algum pacotes eram deixados no lobby do seu condomínio

    Nicole diz que não lembra de receber uma ligação de Dr. Murray no dia 25 de junho de 2009 às 13h08. Mas ela diz que lembra dele ter ligado para ela

    Ela diz que ele ligou dizendo que estava na ambulância indo para o hospital com Michael Jackson e que ela não deveria se preocupar

    Fim do interrogatório de Nicole Alvarez. Próximo testemunha a depor: Tim Lopez

    Lopez é o farmacêutico que vendeu todas os fracos de propofol a Dr. Murray

    15h12 Julgamento entra novamente em recesso

    15h23 Tim Lopez é interrogado pela promotoria. Ele vendeu propofol para Dr. Murray. Ele fechou seu negócio em 2010

    Lopez diz que Dr. Murray ligou para ele em novembrom de 2008 procurando um creme clareador de pele

    Dr. Murray disse que tinha um cliente que tinha vítiligo e estava interessado pelo creme

    Lopez disse que procurou o creme entre seus fornecedores, mas ele perdeu o contato do médico ao mudar seua farmácia para outra localização

    Dr. Murray voltou a contatá-lo e pediu pelo creme. O famacêutico voltou a procurar pelo creme até finalmente encontrar. Dr. Murray comprou todo o lote de creme vendido pelo fornecedor

    A promotoria mostra um cheque de Dr. Murray para o farmacêutico

    Ele diz que Dr. Murray apresentou todos os documentos necessários para comprar o creme clareador de pele

    Ele explicou que não precisava saber o nome do paciente que usava oi creme porque o tratamento era ministrado pelo médico. "Se o paciente começa ase tratar mais independente, eu precisaria saber o nome do paciente", disse Lopez

    Segundo o farmacêutico, no momento do pagamento, Dr. Murray disse que ficou satisfeito com o creme

    Lopez disse que Dr. Murray perguntou se ele conseguiria achar propofol e bolsas de soro mais barato

    "Ele queria frascos de 100 ml e 25 ml", diz o farmacêutico

    Lopez diz que depois de achar um fornecedor de propofol, Dr. Murray comprou o medicamento

    A promotoria mostra um recibo da famácia de Lopez gerado pela compra de propofol

    A nota é de 6 de abril de 2009

    Na primeira ordem, Dr. Murray comprou 10 frascos de 100 ml de propofol e 25 frascos de 20 ml do mesmo remédio

    Lopez explica que os remédios foi entregue no seu consultório em Los Vegas, e outra parte da mercadoria em seu consutório em Los Angeles

    Promotoria pergunta a Tim Lopez como era o processo de entrega de propofol a Dr. Conrad Murray

    A promotoria mostra um recibo de compra de propofol feito no dia 28 de abril de 2009

    Nesse pedido, Dr. Murray comprou 40 fracos de 100 ml e 20 fracos de 20 ml de propofol, entregue no apartamento de Nicole Alvarez

    16h01 O julgamento entra em recesso para almoço. Julgamento será retomado às 17h30, horário de Brasília

    17h39 O julgamento é retomado na Corte de Los Angeles

    A promotora exibe um recibo das mercadorias pedidas pelo Dr. Murray, no dia 12 de maio de 2009. Entre os medicamentos constam: Propofol, Midazolam, Flumazenel e Lindocaína

    "Eu estava dirigindo, indo para o aeroporto, e me ofereci para entregar os itens em seu consultório", contou Tim Lopez. "Ele disse que não seria necessário, que usaria o sistema de entrega comum.

    A promotoria exibe um recibo do dia 10 de junho de 2009 e pede que Tim Lopez leia. Propofol volta a aparecer na lista de medicamentos

    A acusação mostra agora uma nota de 15 de junho de 2009, onde aparecem Lorazepam, Midazolam, ambos injetáveis, e Solução Salina

    A promotoria pergunta se o farmacêutico sabia que Conrad Murray era médico de Michael Jackson. Ele afirma que não

    Tim Lopez diz que recebeu uma ligação do médico pouco depois da morte de Michael Jackson, mas conta que não entendeu o que Murray dizia, pois estava muito barulho

    A defesa começa a interrogar Tim Lopez

    O farmacêutico diz que o propofol não é uma substância controlada

    A promotoria volta a interrogar a testemunha

    A acusação exibe um cheque de 1º de abril de 2009, relativo ao pagamento do primeiro pedido de Conrad Murray ao farmacêutico

    O juiz dispensa Tim Lopez e pede que promotoria e acusação se aproximem

    O juiz pede novamente que os advogados se aproximem

    18h16 O juiz diz que prefere encerrar o julgamento mais cedo nesta terça-feira (4) e retomá-lo às 12h45, horário de Brasília, nesta quarta (5)

    SÉTIMO DIA DE JULGAMENTO - (05/10/2011)


    Notas via twitter: @mjBeats


    http://noticiasaoviv...iversao/401-br/

    12h56 Nesta quarta-feira (5), a Corte de Los Angeles retoma o julgamento do Dr. Conrad Murray

    A promotoria chama Sally Hirschberg, representante de vendas da empresa Seacost Medical, que trabalhou com o Dr. Conrad Murray

    A promotoria pede que Sally Hirschberg leia seus registros de contas e mercadorias, que começam em 2006

    A promotoria mostra uma lista de aparelhos médicos que foram pedidos pelo Dr.Murray em 2009, como catéteres, bandagens, e seringas

    A acusação mostra registros de 21 de abril de 2009, mais seringas e cateteres aparecem na lista

    Sally conta que o escritório de Murray em Las Vegas requisitou que ela mandasse algumas mercadorias para um endereço na Califórnia, mas ela avisou que não poderia fazer isso

    Ainda nos registros de 2009, aparece pela primeira vez um balão de reanimação, entre os itens encomendados pelo Dr. Murray

    No dia 22 de junho de 2009, o consultório do Dr.Murray encomendou cateteres. No dia 26 de junho, um dia depois da morte de Michael Jackson, o pedido foi cancelado

    A defesa começa a interrogar a testemunha

    O advogado pergunta desde quando o Dr. Murray era cliente da Seacost Medical. Sally responde: "desde 2006"

    A defesa pede que Sally Hirschberg identifique alguns equipamentos médicos em fotos

    O juiz dispensa a testemunha

    A promotoria chama Steven Marx, membro da divisão de computação forense da polícia de Los Angeles (NOTA: foi ele quem analisou a gravação da voz de Michael Jackson encontrada no IPhone de Murray)

    A acusação faz perguntas sobre o funcionamento de um iPhone

    O perito afirma que encontrou 'screenshots' do dia da morte de Michael Jackson, 25 de junho de 2009, no iPhone do Dr. Conrad Murray

    A promotoria exibe e-mails enviados pelo Dr. Murray no dia 24 de junho, um dia antes da morte de Michael Jackson

    A maioria das mensagens recuperadas por Sthepen Marx são para Connie Ng (ela era assistente da clínica de Murray em Las Vegas). O assunto é sempre "Omar Arnald - 2D Echo"

    Sendo cardiologista, Conrad Murray tratava também a insônia e ansiedade de Omar Arnold com Flomax.

    A promotoria continua a exibir screenshots de e-mails enviados do iPhone de Conrad Murray. O advogado mostra uma mensagem enviada para Bob Taylor, com o assunto: "Seguro de Artista"

    (NOTA @mjBeats: Aparentemente, "Omar Arnold" e "Paul Farance" eram pseudônimos usados para designar "Michael Jackson".)

    14h27 O julgamento entra em recesso de 15 minutos
    14h51 O julgamento é retomado.

    A acusação mostra um e-mail em que Bob Taylor diz que pediu a Michael Jackson que liberasse seu histórico médico para a seguradora

    A promotoria apresenta uma mensagem de voz, gravada no celular do Dr. Murray e recuperada por Stephen Marx

    (Nota @mjbeats: A Promotoria irá colocar uma mensagem deixada pelo empresário Frank Dileo na caixa postal de Conrad Murray.)

    Na mensagem, o empresário de Michael Jackson pede que o Dr. Conrad Murray ligue para ele

    (Nota @mjbeats: Na caixa postal, Dileo solicitou a Murray para fazer exames de sangue por causa do episódio de 20/06/2009, onde MJ estava mal)

    A promotoria exibe uma transcrição de uma conversa entre Michael Jackson e Conrad Murray. O rei do "pop" diz que Elvis não tinha feito uma turnê como aquela, nem os Beatles. Ele afirma que que precisavam ser "fenomenais"

    O rei do pop diz ainda que fará isso pelas crianças, porque ele não teve infância

    (Nota @mjbeats: "Quero ser lembrado mais por isso do que pelas minhas performances. As minhas performances estarão lá para ajudar.")

    A defesa começa a interrogar a testemunha

    A defesa exibe screenshots do celular de Conrad Murray e pede que Marx confirme que são do celular do médico. Ele confirma

    Os advogados exibem um e-mail de Paul Gongaware para Bob Taylor, com o Dr.Murray em cópia. Eles discutem problemas relacionados aos contratos de seguro da turnê, que exigem o histórico médico de Michael Jackson

    (Nota @mjBeats: A seguradora discute por email sobre aceitar ou não as condições de saúde de Michael, já que queriam exames dos últimos cinco anos.)

    A testemunha é dispensada pelo juiz

    15h35 Corte entra em recesso por 2 horas.


    Transcrição do áudio mostrado no hoje pela Promotoria



    Transcrito por daneBJ
    Traduzindo a trasncrição do áudio:


    MJ: Elvis não fez isso. Os Beatles não fizeram isso. Nós temos que ser fenomenais. Quando as pessoas deixarem meu show quero que elas digam: “Eu nunca vi algo assim em minha vida. Vai, vai. Eu nunca vi nada assim. Vai. É incrível. Ele é o maior artista do mundo.” Eu estou pegando esse dinheiro para as crianças, milhões de crianças, um hospital de crianças,, o maior do mundo. Hospital Infantil Michael Jackson. Terá um cinema, sala de jogos. As crianças estão depressivas. O ...nestes hospitais sem salas de jogos, sem cinema. Elas estão doentes porque elas estão depressivas. A mente delas as estão deixando depressivas. Eu quero dar isso a elas. Eu me preocupo com elas, esses anjos. Deus quer que eu faça isso. Deus quer que eu faça isso. E eu farei isso, Conrad.

    CM: Eu sei que você faria.

    MJ: Não há esperança o bastante, sem mais esperança. Esta próxima geração, que salvará nosso planeta, começa com...nós falamos sobre isso. EUA, Europa, Praga, meus bebês. Eles andam por aí sem mães. Elas os abandonam, elas deixam...uma degradação psicológica disso. Eles estendem a mão para mim, por favor, leve-me com você.

    CM: hum hum

    MJ: Eu quero fazer isso por eles.

    CM: hum hum

    MJ: Eu farei isso por eles. Isso será mais lembrado que minhas performances. Minhas performances ajudarão minhas crianças e isso sempre será meu sonho. Eu as amo. Eu as amo, porque eu não tive infância. Eu não tive infância. Eu sinto o sofrimento delas. Eu sinto a dor delas . Eu posso lidar com isso. Heal The World, We are the World,, Will You be There, The Lost Children, essas são canções que eu escrevi porque eu sofro, você sabe, eu sofro.

    13 segundos de silêncio



    CM: Você está bem?



    8 segundos de silêncio



    MJ: Eu estou dormindo
    17h33 Julgamento de Dr. Conrada Murray volta do recesso do almoço

    Elissa Fleak é a próxima testemunha a depor. Ela trabalha no IML de Los Angeles

    Ela que recebeu o corpo do cantor no dia 25 de junho de 2009. Ela explica que coletou o sangue de Michael Jackson para fazer exames toxilógicos

    Ela colheu informações na mansão do Michael Jackson

    A promotoria pergunta se ela viu um frasco de propofol no quarto de Michael Jackson. Ela diz que 'sim'

    O promotor apresenta diversas evidências coletadas para as investigações. Além de um frasco de propofol, Elissa Fleak coletou um frasco de flumazenil no quarto do astro pop

    Promotor Walgren apresenta agora uma frasco de diazepam com nome de Michael Jackson

    E também um frasco de flomax feito para o cantor e prescrito por Dr. Murray

    Os frascos foram encontrados por Elissa Fleak no quarto de Michael Jackson nas investigações de sua morte

    Elissa encontrou os medicamentos em uma cesta no quarto de Michael Jackson

    A promotoria retira todas as embalagens de remédios encontrados no quarto de Michael Jackson de seus sacos e apresenta como evidências

    A promotoria mostra fotos do quarto do Michael Jackson tiradas pelo IML de Los Angeles

    O promotor apresenta tubos de cremes como evidência

    Elissa fiz que havia um tanque de oxigênio no quarto de Michael Jackson

    A promotoria mostra fotos do quarto do Michael Jackson tiradas pelo IML de Los Angeles

    O promotor apresenta uma foto com um respirador manual e, embaixo, um borboleta intreavenosa, usada para aplicar remédios ´`a circulação

    Promotoria apresenta evidências colhidas por Elissa Fleak no quarto de Michael Jackson

    Ela disse que visitou a casa do cantor no dia 26 e 29 de junho 2009 para investigar as causas da morte de Michael Jackson

    Elissa Fleak diz que esteve no quarto e no closet do cantor

    Promotor Walgren apresenta fotos do closet do cantor

    Promotor apresenta uma foto com itens achados no quarto de Michael Jackson pelo IMl de Los Angeles após a morte do cantor

    Entre as evidências estão bolsas, frascos de remédios, agulhas e seringas

    (Nota @MJNABrasil: Conteúdo da sacola preto: manguito de pressão StarLine. Foi fechado em uma caixa e, em seguida, um saco.Também na sacola preto 3 frascos de lidocaína. Conteúdo da sacola azul: oxímetro de pulso, frascos diferentes, saco plástico)

    O promotor apresenta todos os itens colhidos no quarto do cantor. Ele apresenta e marca todas evidências com um número de identificação

    Elissa diz que em uma das bolsas de soro achado no quarto de Michael Jackson havia um frasco de 100 ml de propofol aberto

    Promotor Walgren continua apresentando evidências encontradas no quarto de Michael jackson pelo IML de Los Angeles

    18h45 O juiz Michael Pastor interrompe o interrogatório para recesso de 15 minutos

    19h08 Julgamento volta do recesso

    Promotor Walgren ainda apresenta evidências colhidas no quarto de Michael Jackson

    Promotoria interroga Elissa Fleak, funcionária do IML de Los Angeles que investigou a morte de Michael Jackson

    Wilgran continua apresentando objetos médicos encontrando no quarto de Michael Jackson no dia de sua morte como evidências

    Entre os objetos estão seringas, algodão com álcool, pulseira médicas, agulhas e remédios

    Elissa Fleak confirma que todos os objetos apresentandos como evidências estavam no quarto do cantor

    O promotor apresenta sete frascos de 25 ml de propofol ainda fechados como evidência

    Promotor David Walgran apresenta frascos de medicamentos abertos para a testemunha Elissa Fleak

    Entre os remédios encontrados estão: propofol, lorazepam, flumazenil e diazepam

    A maioriados remédios foram encontrados em bolsas. Dr. Murray com ajuda de um dos seguranças de Michael Jackson guardaram as evidênciasantes de ir ao hospital no dia 25 de junho de 2009

    Elissa Fleak confirma que todos os objetos apresentandos como evidências que estavam no quarto do cantor

    O promotor Walgren continua a tirar mais evidências da caixas e apresenta à testemunha

    Promotoria continua a apresentar evidências colhidas no quarto de Michael Jackson após a sua morte, no dia 25 de junho de 2009

    Juiz chama promotoria e defesa para conversar

    19h56 Juiz Michael Pastor encerra com os depoimentos do dia. O julgamento entra em recesso até quinta-feira às 8h45 horário de Los Angeles. No horário de Brasília, caso recomeça às 12h45

    OITAVO DIA DE JULGAMENTO - (06/10/11)

    12h54 Começa o oitavo dia do julgamento do Dr. Conrad Murray

    12h57 A promotoria chama novamente Elissa Fleak, legista que afirma ter encontrado uma pequena farmácia no quarto de Michael Jackson após sua morte, no dia 25 de junho de 2009

    12h58 São exibidas fotos do quarto do cantor, onde aparece um bolsa de soro ligada a uma seringa

    13h00 Elissa Fleak diz que encontrou também um aparelho de som no quarto de Michael Jackson, em cima da cama

    13h00 A promotoria pergunta se ela foi até o banheiro do quarto e se fotografou a área. Elissa diz que sim

    13h02 São exibidas fotos do banheiro do quarto de Michael Jackson, onde aparecem roupas espalhadas pelo chão

    13h06 Novas fotos são mostradas ao júri. Nelas, um cateter e um balão ressuscitador estão no chão do quarto. Elissa diz que não havia aparelhos danificados

    13h09 Para quem chegou agora: a promotoria interroga Elissa Fleak, funcionária do IML, que afirma ter encontrado uma "pequena farmácia" no quarto de Michael Jackson, após sua morte

    13h13 A promotoria exibe cópias de registro médicos, cartões de seguro saúde e documentos da clínica do Dr. Murray

    13h18 A promotoria mostra cópias de exames de Michael Jackson

    13h20 Na maioria dos exames, Michael Jackson aparece com o nome falso de Omar Arnold

    13h21 A defesa começa a interrogar Elissa Fleak

    13h22 O advogado de defesa diz que quer falar sobre o "papel" de Elissa nesta investigação

    13h24 O advogado afirma que a função da funcionária do IML é "coletar o máximo de provas que ajudem na descoberta da causa da morte da vítima e quem causou isso"

    13h25 Ele pergunta se foi ela quem coletou evidências e tirou fotos. Elissa afirma que sim, mas que teve a ajuda da Polícia de Los Angeles

    Elissa diz que o detetive Scott Smith disse que eles precisavam voltar à casa, no dia 29 de junho, porque existiam novas evidências para serem coletadas

    13h30 A defesa mostra uma foto de um armário, onde estavam guardadas algumas malas

    13h31 Novas fotos são exibidas. Nelas, são mostradas o conteúdo das bolsas. Na mala azul, estavam agulhas, ampolas de Midezelam e Lorazepam e outras evidências médicas

    13h36 O advogado pergunta se, no momento das fotos, ela estava fazendo anotações. Elissa Fleak confirma a informação

    A defesa mostra uma foto onde aparecem um frasco de Propofol e uma bolsa de soro. Elissa diz que não se lembra de quantas foram tiradas desta evidência

    13h38 Para quem chegou agora: a defesa interroga Elissa Fleak, funcionária do IML que investigou o quarto de Michael Jackson após sua morte. Ela garante que encontrou uma "pequena farmácia" no local

    13h39 A defesa exibe cópias dos relatórios preenchidos por Elissa Fleak

    13h43 Elissa diz que não colocou em nenhum relatório que o frasco de Propofol estava dentro da bolsa de soro

    13h46 A defesa pergunta se a testemunha lembra de um encontrou com os advogados do Dr. Conrad Murray. Ela diz que sim

    13h47 O advogado pergunta se ela se lembra de ter conversado com outra testemunha sobre encontrar um frasco de Propofol dentro da bolsa de soro

    13h48 Elissa afirma que nunca falou com outras testemunhas. O advogado então pergunta se ela nunca falou com Roberto Alvarez, segurança de Michael Jackson, que já foi interrogado no tribunal

    13h48 Ela volta afirmar que nunca falou com nenhuma testemunha

    13h49 Durante o testemunho de Roberto Alvarez, ele afirmou que encontrou uma bolsa de soro com Propofol dentro

    13h51 O advogado pergunta se ela encontrou um frasco de Flumazenil no quarto. Elissa diz que sim. O advogado então pergunta se ela viu as fotos que tirou, antes de vir testemunhar

    13h52 Elissa afirma que viu algumas. A defesa exibe a foto e pede que ela identifique o frasco, que está no chão, próximo da mesa

    13h53 A defesa exibe outra foto e Elissa identifica o Flumazenil em cima da mesa

    13h55 Elissa então explica que, na quarta-feira, testemunhou que encontrou o frasco no chão e depois colocou na mesa, para que fosse fotografado novamente

    13h55 A defesa diz que existia uma seringa com a impressão digital dela. Elissa diz que não mudou as evidências de lugar

    13h55 Elissa então explica que, na quarta-feira, testemunhou que encontrou o frasco no chão e depois colocou na mesa, para que fosse fotografado novamente

    13h55 A defesa diz que existia uma seringa com a impressão digital dela. Elissa diz que não mudou as evidências de lugar

    13h56 O advogado do Dr. Conrad Murray pergunta se ela não considera que esses fatos são erros seus. Elissa diz que não

    13h59 O advogado relembra que ela escreveu no relatório que encontrou uma agulha em um balão ressuscitador e, nesta quinta, afirmou se tratar de um cateter

    13h59 Elissa Fleak diz que uma agulha faz parte de um cateter. Mas que, durante uma reunião, descobriu que era realmente um cateter e não uma agulha simples

    14h04 Elissa Fleak lê no relatório que existiam luvas de latéx no chão. A defesa mostra uma foto e pede que ela mostre onde elas estão. Elissa diz que não aparecem luvas nessa foto, mas que ela lembra disso como lembra que do Propofol na bolsa de soro

    14h05 A defesa exibe uma outra foto e as luvas aparecem em cima de uma cadeira
    14h05 "Você considera isso um erro?", pergunta o advogado. "Não", reponde Elissa

    14h13 A defesa acaba de pedir tempo. Recesso de 15 minutos

    14h34 Julgamento voltado recesso. Elissa Fleak, funcionária do IML de Los Angeles, é interrogada pela defesa

    14h36 A defesa mostra fotos de Elissa Fleak na frente da mansão de Michael Jackson no momento das investigações, no dia 25 de junho de 2009

    14h37 O advogado de defesa também apresenta um foto dos frascos de remédio no quarto do astro pop

    14h39 O advogado pergunta se Elissa, ao deixar a mansão, sabia se a casa foi deixada aberta. Ela diz que 'não'

    14h41 A defesa continua mostrando fotos afirmando que houve mudanças nos objetos deixados no quarto do Michael Jackson. Os advogados querem mostrar que Elissa Fleak se contradiz nos seus depoimentos

    14h43 O advogado de defesa não consegue mostrar as fotos do seu iPad. Juiz Michael Pastor faz uma piada sobre isso

    14h48 Elissa Fleak diz que foi fazer investigações na casa de Michael Jackson nos dias 25 e 29 de junho de 2009

    14h50 O advogado pergunta por que ela não mencionou que havia uma bolsa de soro no quarto. Elisa reponde: 'eu falei para meus superiores que há anotações extras que queria fazer'

    14h52 O advogado de defesa pergunta se foi uma erro não ter mencionado a bolsa de soro no seu relatório. Mas, segundo Elissa, ela poderia ter escrito mais coisas

    14h54 Elissa Fleak cita os médicos que colheu informações sobre o histórico médico de Michael Jackson

    14h55 Defesa e promotoria vão conversar com juiz Michael Pastor

    14h56 Dr. Murray permanece sério e com olhar distante

    15h00 Advogado de defesa, Ed Chernoff, mostra ainda fotos da investigação de Elissa Fleak no quarto de Michael Jackson

    15h01 Defesa termina interrogatório e passa a palavra à promotoria

    15h03 Promotoria pergunta como funciona os relatórios do IML. Elissa explica que há dois tipos de relatório: uma mais ráido e outro mais preciso, com todos os detalhes

    15h06 Elissa Fleak explica que apesar de não colher todas evidências no primeiro relatório, todas as evidências foram anotadas em outros relatórios

    15h07 Ela disse que tirou o frasco de propofol da bolsa de soro para saber que remédio era. Ela não tirou uma foto com o frasco dentro da bolsa

    15h10 Promotoria pergunta à Elissa Fleak o que ela fez com as evidências encontradas no quarto de Michael Jackson

    15h13 Juiz chama defesa e promotoria para conversar. Áudio é cortado

    15h14 Promotor David Walgren pergunta se ela conduziu uma perfeita investigação. Ela diz que 'não'

    15h16 O promotor pergunta se ela fez o melhor que pode na época. Ela responde que 'sim'. Fim do interrogatório da promotoria

    15h17 Advogado de defesa diz que ela poderia ter sido melhor

    15h19 Ed Chernoff mostra novas fotografias da mansão de Michael Jackson e pergunta se foram tiradas pela testemunha

    15h20 Fim do depoimento de Elissa Fleak. Próxima testemhunha será chamada em breve

    15h21 Promotor Walgren conversa com advogado de defesa, Ed Chernoff. Ele diz que precisa de mais pessoas para conversar e juiz Michael Pastor chama os dois para conversar

    15h25 Promotor Walgren diz que tem um acordo com a defesa para ler uma documento

    15h27 Promotor Walgren lê um documento sobre impressões digitais encontrado nas evidências. O vidro de propofol continha apenas as digitais de Dr. Murray

    (Nota @mjBeats: A tese de ter "bebido Propofol" cai por terra já que não há impressões digitais de Jackson nos frascos.)

    15h28 Ele cita outros itens que não foi encontrado digitais ou impossíveis de descobrir

    15h31 O juiz Michael Pastor diz ao júri que o julgamento ñão é umadisputa por isso do acordo

    15h35 Dani Anderson, toxicólogo do IML de Los Angeles, é o próximo a depor

    15h37 Ele é responsável por testes e análises das investigações feitas pelo IML

    15h39 Anderson explica suas qualificações e seu trabalho

    15h42 Walgren começa a pergunta sobre como funciona um teste biológico

    15h44 Daniel Anderson, toxicólogo do IML de Los Angeles, explica como funciona os teste biológicos

    15h47 Ele explica os materias que usa para fazer os testes biológicos

    15h50 Anderson conta que a autópsia de Michael Jackson foi feito no dia26 de junho de 2009

    15h51 Ele explica quais tipos de medicamentos primeiro se procura em um corpo autopsiado

    15h54 Walgren mostra o relatório da autópsia de Michael Jackson, assinado por Daniel Anderson

    15h58 Recesso para almoço. Julgamento volta às 17h30, horário de Brasília
    17h34 Julgamento volta do recesso. Testemunha Daniel Anderson é interrogado pela promotoria

    17h36 Anderson é o toxicólogo que fez autópsia em Michael Jackson

    17h38 Na autópsia, descobriu-se que havia lidocaína, lorazepam e propofol no corpo de Michael Jackson

    17h39 O toxicólogo explica os testes feitos na autópsia do cantor

    17h40 Ele conta que coletou sangue do coração e do fêmur do cantor

    17h43 Promotoria analisa o relatório da autópsia de Michael jackson, passando por todas as substâncias encontrada no corpo do cantor

    17h44 Diazepam, Lorazepam e Midazolam também foi encontrado no corpo de Michael Jackson

    17h50 Nenhuma droga como maconha, cocaína e anfetamina foi encontrada no corpo do cantor

    17h53 o toxicólogo explica item por item do relatório de autópsia de Michael Jackson

    (Nota @MJNABrasil: Muitos medicamentos que foram encontrados no quarto de MJ não foram encontrados em seu sistema.)

    18h04 Eles também analisam as substâncias encontradas no estomâgo de Michael Jackson

    (Nota @MJNABrasil:Conteúdo do estômago: Lidocaína 1,6 mg e Propofol 0.13mg. Teste de urina na autópsia - positivo para: Lidocaína, Midazolam (6.8ng/ml), Efedrina e Propofol)

    18h11 Propofol, Diazepam, Lorazepam e Midazolam foram as substâncias encontrados no corpo de Michael Jackson

    18h13 Promotoria e testemunha discutem sobre substâncias encontradas na urina do cantor

    18h17 A autópsia de Michael Jackson coletou amostras do sangue, urina e do conteúdo no estomâgo do cantor

    18h18 Promotoria apresenta o resultado final das substâncias encontradas no corpo de Michael Jackson

    (Nota @MJNABrasil:Propofol foi encontrado: sangue do coração, sangue do hospital, sangue femoral, líquido vítreo, fígado, estômago, urina e urina da cena.)

    18h26 Promotor Walgren pergunta sobre as medidas das substâncias encontradas no corpo de Michael Jackson

    18h30 Daniel Anderson comenta sobre dusbtância encontra da em uma seringa achada no quarto de Michal Jackson. "Havia mais ou menos quatro gotas de
    propofol e lidocaína", diz

    18h42 Promotoria finaliza seu depoimento. Juiz pede recesso de 15 de minutos

    19h06 Julgamento volta dorecesso. Defesa interroga Daniel Anderson. toxicologista que fez a autópsia de Michael Jackson

    19h09 Anderson explica que há dois teste de sangue na autópsia: uma no coração e outra na região da perna. Isso porque as substâncias no corpo pode se deslocar

    (Nota @MJNABrasil: efedrina não estava no sangue do coração, mas presente na urina. Poderia ter sido utilizada há alguns dias.)

    19h20 Anderson diz que coletou três jarras de urina do corpo de Michael Jackson. Pouco mais de 500 ml de urina

    19h31 Segundo o toxicologista, havia cerca de 11 mg de Lorazepam no corpo de Michael Jackson

    19h32 O advogado pergunta se é possível saber quanto antes o medicamento foi usado antes da morte de Michael Jackson.Anderson diz que não

    19h35 Ele diz que o poder de efeito de diazepam é entre 9 e 16 horas

    19h38 Anderson responde que Propofol estava no corpo de Michael Jackson há pouco tempo

    19h39 Advogado insiste em perguntar se Anderson esperava que os níveis de propopol nos testes sanguíneos e de urina deveriam ser semelhantes

    (Nota @MJNABrasil: Anderson diz que não sabe como o propofol iria se distribuir no corpo, seja no caso de uma única injeção ou de um gotejamento contínuo.)

    (Nota @MJNABrasil: O nível de Lorazepam no estômago não é consistente com a ingestão oral.)

    19h53 Advogado faz perguntas confusas que Anderson não consegue entender

    20h00 O toxicologista responde que não havia propofol na bolsa de soro e no tubo intravenoso. Apenas pouca quantidade na borboleta

    20h08 Juiz Michael Pastor encerra sessão desta quinta-feira. Julgamento recomeça na sexta-feira às 8h45 horário de Los Angeles; 12h45 horário de Brasília

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    Re: Resumo: 2ª Semana de Julgamento

    Mensagem por Tay em Dom Mar 17, 2013 5:49 pm


    9º DIA DE JULGAMENTO - (07/10/2011)

    12h55 Nesta sexta-feira (7), começa o nono dia de julgamento do Dr. Conrad Murray, médico acusado de matar Michael Jackson.

    A primeira testemunha a ser ouvida é o toxicologista Dan Anderson

    12h56 Ed Chernoff, advogado de defesa, interroga a testemunha. Ele pergunta sobre a solução salina na bolsa de soro. Anderson afirma que não examinou isso

    13h02 A defesa mostra fotos da bolsa de soro encontrado no quarto de Michael Jackson, no dia 25 de junho, dia em que o astro morreu

    13h05 Dan Anderson diz que encontrou Propofol e Lorazepam na seringa que estava no quarto de Michael Jackson

    13h11 A defesa faz perguntas sobre as propriedades específicas do Propofol. Anderson diz que não saberia responder, que um especialista explicaria melhor

    13h12 O toxicologista diz que "cada pessoa reage de uma forma diferente a determinados medicamentos"

    13h16 Anderson diz que existia traços de Lorazepam no estomago do cantor

    (Nota @MJNABrasil:Flanagan: Não pode ter lorazepam no estômago através da redistribuição post-mortem? Anderson: isso é correto

    Anderson diz que em sua experiência, é comum encontrar drogas no conteúdo gástrico sem que eles sejam ingeridos por via oral.)

    13h26 A testemunha diz que não tem experiência com Lorazepam e por isso não pode responder perguntas específicas

    (Nota @MJNABrasil: Anderson confirma o nível de lorazepam no sangue MJ corresponderia a 11 mg. Mas ele pode representar vários dias de acumulação.
    Os níveis são medidos em total no sangue não como foi administrada de acordo com Anderson.)

    13h33 O advogado questiona porque Daniel Anderson testou a urina e não o sangue para encontrar Midazolam no corpo de Michael Jackson

    13h34 Ele diz que encontrou poucos níveis do medicamento no sangue e confirmou com a urina

    (Nota @MJNABrasil: Ele testou a urina porque os níveis são geralmente mais elevadas do que no sangue.)

    13h42 A promotoria começa a interrogar Daniel Anderson

    13h53 A defesa reassume o interrogatório de Daniel Anderson, toxicologista responsável pelo caso de Michael Jackson

    13h55 Daniel Anderson volta a dizer que não está familiarizado em como o Propofol se distribui pelo corpo, inclusive na urina

    14h04 - Daniel Anderson é dispensado pelo juiz

    14h06 - Elissa Fleak volta a depor no julgamento de Conrad Murray, nesta sexta-feira (7). Nos últimos dois dias, a funcionária do IML testemunhou na Corte de Los Angeles

    14h11 - Promotor Walgren apresenta a planta do segundo andar da mansão de Michael Jackson

    14h12 - Elisa Fleak diz que reconhece pela planta o quarto de Michael Jackson

    14h15 - Walgren apresenta mais fotos do quarto de Michael Jackson

    14h19 - Ele mostra fotos do suporte de soro com um tubo com uma seringa presa

    14h22 - Fim do interrogatório da promotoria. Juiz Michael Pastor dá recesso de 20 minutos

    14h43 - Fim do recesso. Defesa interroga Elissa Fleak, investigadora do IML de Los Angeles

    14h44 - O advogado questiona se ela entrou no quarto do Michael Jackson

    14h46 - Ele mostra fotos do quarto de Michael Jackson e questiona se ela esteve no banheiro do cantor

    14h49 - Advogado Ed Chernoff continua apresentando fotos da suíte de Michael Jackson e pergunta se Elissa Fleak reconhece o dormitório

    14h52 - Em uma doas fotos do benheiro, a defesa pergunta se ela reconhece uma bolsa preta na banheira. Ela diz que não

    14h53 - Defesa encerra interrogatório. Próxima testemunha será chamada

    14h54 - Detetive Scott Smith é o próximo a depor. Ele conduziu as investigações do caso

    14h55 - Ele trabalha na divisão de homicídios da polícia de Los Angeles

    14h56 - Depois da anunciação da morte do cantor, detetive Smith foi para o UCLA Hospital

    14h57 - Ele disse que não viu Dr. Murray no hospital no dia 25 de junho de 2009

    14h59 - Detetive Smith conta sobre imagens de Dr. Murray nas câmera de vigilância do UCLA Hospital

    15h01 - Promotor Walgren irá apresentar o vídeo do hospital no dia da morte de Michael Jackson

    15h03 - Vídeo mostra Dr. Murray saindo do hospital

    15h05 - Agora o promotor mostra uma foto do complexo hospitalar, perguntando por onde o médico foi visto indo embora

    15h08 - Eles discutem por onde Detetive Smith entrou no complexo hospitalar e por onde o médico foi embora

    15h09 - Detetive conta que conversou com os segunraças do cantor, Muhammad e Alvarez

    15h10 - Detetive colheu informações do que aconteceu no quarto do astro pop no dia da sua morte

    15h12 - Ele explica a diferença da investigação de morte e investigação de homicídio

    15h14 - Ele diz que evidências foram colhidas na mansão do cantor no dia 25 de junho de 2009

    15h16 - O detetive Smith conta que permitiu que os seguranças da família Jackson acompanhasse as investigações

    15h19 - O detetive Smith conta que voltou para mais investigações no dia 26 de junho de 2009

    15h19 - O detetive conta que havia maconha estragada em um kit de barbear do cantor. O item foi dado pela família como evidência

    15h23 - O detetive mostra o kit de barbear. Dentro também havia um frasco de diazepam

    15h25 - Promotor mostra outros frascos de remédios, como Lorazepam

    15h29 - Detetive conta que foram tiradas várias fotos na casa de Michael Jackson, no qual promotoria apresenta agora

    15h31 - Promotor Wilgran apresenta fotos do quarto do cantor e pergunta onde são

    15h34 - Promotor pergunta sobre bolsa preta do banheiro de Michael Jackson. Detetive Smith não sabe de quem é a mala. Há diversos frascos de remédio na foto

    15h37 - Detetive Smith conta que houve reuniões entre investigação e Dr. Murray e seus advogados

    15h39 - Promotor pede para conversar com juiz. Áudio é cortado

    15h42 - Detetive Smith conta que gravou a conversa com Dr.Murray. Promotor Walgren irá mostrar o vídeo

    15h46 - Juiz explica o procedimento das transcrições da gravação de Dr. Murray

    15h47 - A gravação foi feita no dia 27 de junho de 2009

    15h53 - Na gravação, Dr. Murray conta que era médico de Michael Jackson desde 2006

    15h54 - Ele explica como começou a trabalhar com Michael Jackson

    15h56 - Dr. Murray conta que Michael Jackson o convidou para fazer parte da turnê de 'This Is It' como seu médico pessoal

    15h58 - Julgamento entra em recesso para almoço. O caso volta às 17h30, horário de Brasília
    twitter: @MJNABrasil

    O recesso terminou e a corte está de volta.

    Audio do depoimento de Murray para o investigador da polícia de Los Angeles Scott Smith continua.

    Murray disse que ele foi chamado por Michael Amir Williams sobre os concertos no 02.

    Smith: Saúde de MJ? Murray: De um modo geral, ele era muito magro. Ele provavelmente estava vendo outros médicos para coisas que ele não revelou para mim. Doenças fúngicas dos pés.

    Michael Amir Williams ligou para Murray e disse que Michael fez um ensaio parcial, e não um completo.

    Murray diz que ele iria ficar a noite na casa de Michael, exceto aos domingos. Por solicitação de Michael. 6 noites por semana.

    Ligação de Williams ás 12:50am, Murray entrou na casa. Ele foi ao quarto de Michael, e esperou por sua chegada.

    Quando Michael chegou em casa disse que ele estava cansado, tomou um banho, se trocou, e "voltou para Murray"

    Murray: uma vez Michael voltava p o quarto, ele iria colocar o creme sobre ele para o tratamento de sua pele.

    Murray: Uma loção que ele usou para questões de dermatologia - vitiligo.

    Murray normalmente via Michael no "quarto 2", ele não tinha permissão para ir ao "quarto 1".

    Normalmente, Michael ia dormir depois de Murray aplicar ocreme. Michael "não era capaz de dormir naturalmente"

    Murray: Então colova no IV para a hidratação. Conversavamos um pouco e dava-lhe medicação

    Murray deu um sedativo: valium - pílula oral 10mg. E deu medicamentos adicionais, em forma IV: Lorazepam.

    Murray: fui colocando através do IV, lentamente de 2 a 3 minutos. Feito com uma seringa. Ele continuou a acordado mais de uma hora.

    Murray: Depois de uma hora, ele continuou a queixar-se "eu não consigo dormir". Dei 2mg de Midazolam. Via IV, lentamente.

    Michael ainda estava acordado. Murray sugeriu meditação.

    Michael gostava de dormir com música alta. Eles baixaram a música, Murray esfregou os pés. Michael fez isso com relutância.

    Murray: Disse a ele "tente relaxar". Observei-o durante 15 minutos.

    04:30 Michael ainda estava acordado. Ele reclamou: "Eu tenho ensaios a realizar, eu deve estar pronto para o meu show na inglaterra"

    Murray olhou para o relógio, 5:00, Murray deu mais 2 mg de Lorazepam

    Michael reclamou mais uma vez que ele não pode ensaiar, ele terá que cancelar shows, ele não iria satisfazer seus fãs, se ele não dormir bem, muita pressão.

    Michael ainda estava acordado às 7h30. Outra dose de 2 mg de Verset.

    Cautelosamente, verifiquei o IV, certificando-me que estava anexado a ele. Michael ainda estava acordado

    Michael urinou naquela manhã. Esse é o jarro que encontraram.

    10:00 até agora nada funcionou, MJ agora realmente reclamava que não conseguia dormir.

    Murray: Michael disse que por favor me dê algo.

    Michael disse p Murray a dar-lhe Propofol, assim ele seria capaz de dormir. É um sedativo que também pode ser usado para anestesia.

    Murray: porque ele reclamou eu dei-lhe Propofol em torno de 10:40.

    Murray: Michael se referia a Propofol como "seu leite". Michael disse: "só me faz dormir, não importa como"

    Murray daria pequenas quantidades para fazê-lo dormir e depois ver o efeito. Ele diz que deu 25mg. A lidocaína diluída

    Michael finalmente dormiu. Murray diz que "tomou todas as precauções que estavam disponível para ele"

    Murray: "Tive a certeza do tanque de oxigênio estava cheio, ele tinha uma cânula nasal, um oxímetro de pulso "

    Murray: 25mg normalmente não seria a dose normal que eu daria a ele, dei uma dose menor, porque tinha dado outros remédios antes do Propofol

    50mg seria a dose normal de Propofol, mas Murray quis ser cauteloso (ele está repetindo a palavra várias vezes)

    Murray tinha dado propofol "muito mais do que 10 vezes"

    Murray tentou "desmamá-lo" três dias antes da morte

    Murray diz que ficou surpreso do conhecimento farmacológico de Michael. Michael disse que os médicos lhe deram várias vezes Propofol

    Murray: 30 dias por mês durante 2 meses Michael usava propofol. Com poucas exceções. Disse que estava tentando tirar o Propofol de MJ.

    Michael disse a Murray que ele gostava de infundir a droga e "apertar o botão"
    twitter @MJNABrasil

    Murray diz Michael administrada a dose de si mesmo "Eu te amo fazer isso, me faz sentir grande" Murray diz que primeiro se recusou.

    Murray diz que Michael tinha dois médicos na Alemanha. Estava vendo o Dr. Lee dava-lhe remédios, coqueteis para dar-lhe energia

    Michael disse que Lee foi "antiprofissional"

    Murray diz que não sabia o que era o coquetel. Michael disse: "Eu me livrei dela, ela é amadora" (Lee é uma enfermeira, não um médico)

    MJ em Las Vegas março-abril - em seguida, recebeu um chamado de Michael Amir e disse que MJ queria falar com ele novamente. MJ disse: eu não consigo dormir você pode me ajudar?

    Murray sugeriu a utilização de Lorazepam e Restoril

    Michael respondeu "que não funciona, tem medicamentos de Klein, Metzger ... todos eles não funcionam". Murray disse "eu não tenho nada para lhe oferecer".

    Murray: Ele também me falou do Dr. Adams.

    Michael então perguntou "que tal Diprivan (Propofol)? Eu sei que funciona" Murray disse: "Isso não é um medicamento"

    MJ frustrado. CM: Eu não tenho acesso a esses produtos eles têm de ser encomendados. MJ, em seguida, deu o número de outro médico a Murray

    Murray ligou p/ Adams. Adams disse: "dê-me uma hora, vou chamá-lo de volta", ele disse: "Michael adora essa droga"

    Murray forneceu oxigênio, oxímetro de pulso ... ele fez dormir Michael. Ele acordou, Murray perguntou-lhe como se sentia "Eu me sinto maravilhoso".

    Ainda em Vegas, Michael fez uma proposta para Murray para ser seu médico

    Michael "Quando estou em turnê, eu tenho problemas para dormir, alguns médicos me faziam dormir por 15 horas"

    Murray diz que Jackson avisou a ele sobre as longas horas e sugeriu a contratação de outro médico.

    Murray disse que Michael queria que ele fosse o diretor médico em seu Hospital para crianças.

    Às 10:50 Michael dormiu, e Murray estava "monitoramento" Michael, mas ele não estava roncando.

    Sob monitoramento me senti confiante, então precisava ir ao banheiro, peguei o jarro de urina de MJ tb. Voltei e fiquei surpreso que ele não respirava.

    "Eu fui por cerca de 2 minutos". Ele não estava respirando, imediatamente eu senti um pulso na região femoral, seu corpo estava quente

    Iniciei imediatamente a CPR e respiração boca-a-boca

    Murray "os telefones na casa não funcionam"

    Murray "improvisoua" Colocou sua mão esquerda sob o seu corpo e comprimiu. Ele disse que não podia mover por si próprio Michael para o chão.

    Murray diz que não sabia o endereço todo, ele queria ventilar, CPR. Pegou o celular e chamou o seu assistente

    Levantou as pernas para obter o sangue de volta para a área do coração, CPR e boca a boca.

    Ninguém veio até a porta. Então dei flumazenil - é um antídoto

    Murray diz que deu 0,2 mg de flumazenil.

    Murray em seguida, saiu correndo p as escadas e chamou a chef para obter segurança

    A segurança ligou para o 911, enquanto Murra ainda está fazendo a reanimação

    Ele disse p Alvarez ligar para 911, enquanto Murray continuou a tentar salvar MJ

    Os paramédicos chegaram, chamado UCLA, coloque o oxímetro de pulso, ele não estava respirando, ele estava entubado, era PEA (atividade elétrica sem pulso

    PEA significa que você não pode chocar o paciente.

    No processo de mover MJ, o IV foi quebrado.

    Após 20 minutos de esforços,o tempo de MJ era limitado, diz Murray

    UCLA concordou em dar medicamentos de resgate Michael. Era difícil encontrar uma veia em Michael.

    Murray "Eles queriam desistir, eu não queria desistir. Eu amo o Sr. Jackson, ele era meu amigo, eu queria ajudá-lo tanto quanto eu posso"

    "Tentamos "- Murray pensou que o balão não ajudaria. Tudo foi feito pelo Sr. Jackson

    Murray permaneceu na área na UCLA.

    Murray sugere embolia pulmonar que poderia causar a interrupção de toda a circulação para os pulmões

    Murray não quis assinar a Certidão de Óbito. Murray "recomendou uma autópsia"

    Murray: "Eu estava lá para ajudá-lo eu estava lá para estar disponível, se algo der errado.".

    Murray: "Eu estava tentando desabitua-lo do uso do Propofol"

    Murray "Eu não vi nenhum estudo onde qualquer um era viciado em Propofol, poderia haver dependência, eu estava preocupado"

    3 dias antes da sua morte, ele começou a afastar Michael do Propofol. Com o conhecimento de Michael.

    Murray queria que MJ dormisse naturalmente.

    Murray começou a usar mais Lorazepam, menos propofol 3 dias antes da morte de Michael.

    Murray: Tudo que Michael queria era dormir.

    Lorazepam, Midazolam e dose menor de Propofol, ele foi capaz fazer Michael dormir.

    Em 2 de 3 noites sem propofol. Lorazepam e Versed apenas

    Michael dormiu bem naquela noite.

    Na 3 ª noite, Murray usou Propofol novamente.

    Ele foi bem-sucedido 2 dias antes, sem propofol.

    O juiz está dando orientações aos jurados. A corte vai entrar em recesso até segunda-feira.

    Créditos a Equipe do Fórum Number Ones.

      Data/hora atual: Dom Set 24, 2017 5:12 pm