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    Resumo: 3ª Semana de Julgamento

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    Tay
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    Resumo: 3ª Semana de Julgamento

    Mensagem por Tay em Dom Mar 17, 2013 5:43 pm

    3ª Semana de Julgamento
    10º DIA DE JULGAMENTO - (11/10/2011)



    fonte: @MJNABrasil

    http://noticiasaoviv...iversao/401-br/


    - (@MJNABrasil) A corte continua escutando o audio do depoimento do Dr. Conrad Murray aos detetives Smith e Martinez.

    - "Como ele está? Ele não está morto ?" - Katherine Jackson. O médico disse que ele estava.
    - "Eles choraram e choraram e chorararam." Murray disse que Paris era como sua filha.
    - Paris disse para Murray: "Eu sei que você tentou o seu melhor, mas eu estou triste, eu vou acordar de manhã e não vou ver o meu pai..."
    - Murray pediu aos médicos da UCLA para deixar o corpo de Michael Jackson apresentável
    - Eles foram transferidos para uma sala maior, onde Murray falou com Katherine Jackson e os filhos.
    - Murray disse que ele pediu uma autópsia. Também disse que Joe Jackson nunca apareceu no hospital.
    - Michael estava, então, pronto para ser visto e Murray perguntou a Sra. Jackson se ela queria ver o corpo. Outros membros da família começaram a chegar.
    - Murray disse que as crianças foram ver o corpo de seu pai na UCLA. Katherine Jackson não queria ver o corpo.
    - Murray disse que falou com Michael Amir Williams, guarda de segurança e Frank Dileo. Ele não queria fazer um comunicado a imprensa.
    - Eles queriam que Murray verificasse o comunicado de imprensa que Jermaine ia dar ... Ele leu e aprovou.
    - Jermaine disse a Murray "não podemos pedir que seus fãs respeitem nossa privacidade, eles são seus fãs." Eles mudaram de "fãs" p/ "imprensa"
    - Policiais para Murray: conhecimento de qualquer vício? "Tratei para pneumonia, dedo do pé fraturado, infecção respiratória"
    - Murray disse que Michael não comia ou bebia o suficiente, resultando em desidratação
    - Os detetives também perguntaram por que era difícil falar com Murray em seu telefone celular.
    - Murray menciona também Metzger .. detetive lista medicamentos e pergunta se ele prescreveu

    - (Terra) Entre os remédios, estava um para tratar glaucoma. Murray disse que chegou a pedir que um amigo abrisse sua clínica, para que ele pudesse fazer todos os exames, porque ele estaria preocupado com seu desempenho na turnê

    - (@MJNABrasil) Murray: Ele ia ao escritório de Klein 3 vezes por semana, voltava visivelmente perdido e levava pelo menos 24 horas para se recuperar.
    - Polícia mencionou que encontraram maconha, em uma velha mala. Também 2 embalagens vazias de cigarros.
    - Detetives perguntam se MJ fumava e Murray diz que não. Murray parece surpreso que embalagens vazias de cigarros foram encontradas.
    - Murray diz aos detetives exatamente onde procurar os medicamentos que ele guardou depois que MJ morreu.
    - A Corte terminou de escutar o áudio do depoimento de Murray aos detetives. Walgren começa seus questionamentos ao Det. Smith.
    - Detetive: Primeira vez que propofol foi mencionado. Sedativo foi mencionado antes, mas nunca propofol.
    - Smith diz que os detetives não fizeram um monte de perguntas e deixaram Murray falar livremente.
    - Smith afirmou que Murray parecia "muito surpreso" quando soube que a polícia não estava em posse de sua bagagem médica.
    - Walgren está mostrando medicação prescrita pelo Dr. Klein.
    - Mandados de busca executados a 100 N Carolwood e também no pátio onde o carro de Murray foi levado
    - recolhido da BMW Murray: Contrato AEG, cartões de visita comercial.
    - Detetive Smith diz que não encontrou garrafas de propofol na busca do carro de Murray.
    - Próxima busca na clínica de Murray - Houston ... não encontrado propofol

    - (Terra)No dia 28 de julho, a polícia fez busca na casa e no consultório de Murray, em Las Vegas. Não foi encontrado propofol em nenhum dos lugares
    - Durante uma busca em uma empresa farmacêutica, a polícia ficou sabendo que entregas eram feitas na casa de Nicole Alvarez, namorada do médico. Durante a busca, não foram encontrados frascos de propofol

    - (@MJNABrasil) No apartamento de Nicole Avlvarez tb foi feita busca, propofol não foi encontrado.
    - Smith afirma que Murray nunca disse à polícia sobre seus telefonemas p namoradas.
    - Walgren mostra fotos de Murray no hospital com o detetive que primeiro falou com ele (Murray).
    - Walgren (Acusação) termina seus questionamentos. Chernoff (Defesa) assume.

    - Smith diz que telefone celular de Murray ia para o correio de voz, na noite da morte de MJ (25 de junho)

    - (Terra) A defesa lembra que foi dito na gravação, que Conrad Murray ajudou a família a preparar uma nota à imprensa
    - A defesa pede que o investigador relembre sua carreira na polícia

    - (@MJNABrasil) Defesa Chernoff está questionando Smith sobre o mandado de busca e provas recolhidas.
    -Smith: Como Fleak foi remover os itens dos sacos, eu não tomei notas até os itens terem sido retirados dos sacos e colocadas para fora para serem fotografados.
    - Scott Smith nunca mencionou em suas notas nada sobre propofol estar dentro de um saco IV.
    - Chernoff está tentando mostrar que Murray cooperou com a investigação.
    - 26 de junho de 2009: Detective Smith notificado pelo escritório do legista.
    - Detetive Smith diz que foi para Las Vegas e falou com o Dr. Adam (outro médico antes de Murray)
    - Smith confirma que Alvarez em 25 de junho não mencionou colocar os frascos em sacos ou a realização de CPR em Michael Jackson.
    - Chernoff observa que as entrevistas com o guarda-costa de MJ, assistente pessoal aconteceu depois do legista declarar a morte por intoxicação por propofol.
    - Smith pediu impressões digitais de Alberto Alvarez.
    - Smith diz que as imagens da câmera de vigilância da residência de Michael Jackson foram copiadas.
    - Smith diz que houve várias câmeras apontavam para locais diferentes, fora da casa, mas nenhum apontou para a porta da frente.
    - Na noite de 25 de junho, foram baixadas as fitas de vigilância da câmera da residência Carolwood. Smith confirma.
    - Smith confirma que ninguém isolou a residência nos dias que se seguiram a morte de MJ.
    - Smith diz que ele não fez uma lista das pessoas entrando e saindo da casa de MJ.
    - Chernoff para Smith: você falou com Amir e ele também nunca disse que Murray pediu para voltar para a casa? Correto.

    (Terra) 14h25 Juiz Michael Pastor entra com recesso de 20 minutos
    - (Terra) Defesa pergunta se investigador entrevistou outros médicos do cantor além de Dr. Murray. O policial disse que sim
    - Scott Smith afirma que fez investigações no carro, no consultório, na casa e em computadores e celulares de Dr. Murray
    - O advogado insinua que houve disputas de investigação entre IML e a polícia de Los Angeles no caso
    - Defesa finaliza suas perguntas. Promotoria assume o interrogatório
    - Promotor Walgren pede para investigador explicar as discussões entre a polícia investigativa e o IML de Los Angeles
    - Scott disse que desconhece termos e práticas médicas
    - O investigador conta que achou frascos de diazepam e lorazepam na suíte do cantor no dia 26 de junho de 2009
    - Ele diz que fotos foram tiradas na casa do cantornos dias seguintes a morte de Michael Jackson
    - Ele diz que não havia câmeras apontadas para as portas da casa. Mostravam mais áreas externas. Promotoria encerra perguntas
    - Defesa volta a interrogar o investigador Scott Smith
    - Advogado aponta que em suas primeira anotações, Smith anotou que havia uma frasco de propofol em uma bolsa de soro. No relatório final, ele não menciona isso
    - Fim do interrogatório do investigador Scott Smith.
    - Dr. Christopher Rogers, patologista que fez a autópsia em Michael Jackson, é o proximo a depor
    - Ele explica que procura por evidências externas e internas para descobrir a causa da morte de um indivíduo

    - O legista diz que Michael Jackson era mais saudável que a média das pessoas da sua idade
    - Ele conta que a próstata do cantor estava inchada, o que lhe criava dificuldade para urinar, e que tinha vitiligo
    - O legista diz que havia uma queimadura no topo da cabeça do cantor. Michael Jackson queimou a cabeça gravando um comercial para o refrigerante Pespi em 1984
    - "Ele não tinha problemas cardíacos", disse o legista. "Ele não tinha colesterol na veias do coração", continua o legista.
    - A promotoria mostra o corpo de Michael Jackson depois da autópsia
    - Ele explica que analisou a garganta e traqueia do cantor e não achou nenhum medicamento ou outra substância
    - Ele disse que na autópsia não descobriu a causa da morte do astro pop e pesquisou outros médicos e pediu um exame toxicológico de Michael Jackson
    - "A maneira da morte foi homicídio", concluiu o legista depois de receber o exame toxicológico
    - "Michael Jackson estava tendo problemas para dormir, mas propofol não era o medicamento para isso", diz o legista
    - "E não havia aparelhos corretos para reanimar Michael Jackson em caso de uma parada", explica
    - Dr. Rogers afirma que Michael Jackson não se automedicou. "Você tem que assumir que ele acordou e foi capaz de se automedicar", conta
    - "Dois minutos é pouco tempo para acontecer tudo isso", conta Dr. Rogers
    - Ele explica que é mais provável Dr.Murray ter medicado Michael Jackson até a sua morte
    - Ele diz que a causa da morte foi intoxicação por propofol, ajudado por lorazepam e diazepam
    - Promotor Walgren mostra frasco de propopol com um corte no lacre de borracha achado no quarto do cantor

    16h01 Juiz Michael Pastor abre recesso de 1h30 para almoço. Julgamento volta às 17h30 horário de Brasília

    17h32 Julgamento de Dr. Murray volta do recesso paraalmoço. Promotoria interroga Dr. Christopher Rogers, legista que fez a autópsia no corpo de Michael Jackson
    - O legista diz que o "spike", tubo que conecta o remédio até a veia do paciente parecia não ser usada. Promotoria encerra interrogátorio e passa a palavra à defesa

    - (@MJNABrasil) Flanagan perguntou se Dr. Rogers reviu o material antes de testemunhar, hoje, Dr. Rogers disse que sim.
    - Flanagan perguntou se Dr. Rogers reviu o material antes de testemunhar, hoje, Dr. Rogers disse que sim.

    - (Terra) Ele diz que não havia propofol na bolsa de soro, mas no tubo que levava o remédio para o paciente
    - O advogado diz que seria um desperdício abrir uma frasco de 100 ml de propofol para usar apenas 5 ml
    - O legista explica que propofol queima ao entrar na veia, por isso que é ministrado com lidocaína, que anestesia a sensação de dor

    - (@MJNABrasil) Propofol tem vida útil curta, uma vez aberto. se não for usado dentro de 6 horas geralmente é descartado.

    - (Terra) O advogado dizque Dr. Murray aplicou 25 ml de propofol no cantor em 2 ou 3 minutos
    - O legista conta que com essa quantidade de anestésico, o paciente dormiria em cerca de 5 minutos
    - O advogado pergunta o que aconteceria se, ao invés de medicar propofol aos poucos, o médico aplicaria 25 ml de propofol de uma vez. O legista conta que poderia acontecer problemas, como alta concetração do remédio na área aplicada
    - O advogado insiste em perguntar se, depois de aplicar propofol e analisar o paciente por 15 minutos, se acontecer algum problema,não seria por causa do propofol. A promotoria intervém e diz que são suposições
    - O advogado de defesa pergunta sobre análisesde propofol colhidas no sangue do coração e da área femoral

    - (@MJNABrasil) Rogers diz que eles confiam mais nos resultados de sangue femoral do que o sangue do coração
    - porque o sangue do coração é mais afetado pela redistribuição postmortem.
    - De acordo com Flanagan, lidocaína e Propofol estão sujeitos a redistribuição, mas não o Lorazepam
    - Rogres: Havia um líquido escuro no estômago. Não era sangue obviamente. Poderia ter havido sangue. Poderia ter sido suco de frutas.
    - Ele não continha qualquer comprimidos ou cápsulas no estômago.

    - (Terra) Dr.Rogers disse que nunca descobriu o conteúdo do fluído negro encontrado no estômago de Michael Jackson
    - O advogado pergunta a Dr. Rogers se, quando viu o nível de lorazepam no sangue de Michael Jackson, ele achou o número incomum. "Não, porque não é uma grande quantia", diz o legista
    - O advogado de defesa pede para Dr. Rogers contar quantas pílulas de lorazepam tem no frasco coletado na investigação. "Nove e meia", diz o legista
    - Prescrição original era de 30.
    - O advogado pergunta se havia outros medicamentos no sangue de Michael Jackson. Dr. Rogers dizque havia diazepam e lorazepam
    - A defesa pergunta qual é o tempo de permanência de lorazepam no sangue."Entre nove e 16 horas", explica Dr. Rogers
    - A defesa continua a perguntar hipoteticamente sobre níveis de dosagem de lorazepam. Advogado pede para conversar com o juiz
    - 18h43 O juiz abre recesso de 20 minutos

    - 19h04 Recesso é encerrado. Dr. Christopher Rogers, legista que fez autópsia em Michael Jackson, é interrogado pela defesa
    - Dr. Rogers diz que havia pouca quantidade de midazolam no corpo do astro pop
    - Advogado de defesa insiste em perguntar quantas pílulas de midazolam seria necessário para chegar ao pico maxímo de 1,6 mg por ml de sangue. Dr.Rogers disse que seria entorno de nove pílulas
    - Defesa faz perguntas confusas e promotoria tenta intervir
    - Advogado de defesa faz perguntas sobre nível de lorazepam na urina de um paciente que foi medicado em diferentes horários. Dr. Rogers explica que quanto mais tarde o medicamento for tomado, a concentração do remédio é maior
    - Dr. Rogers diz que houve quatro fatores que pode concluir o homicídio de Michael Jackson
    - Dr. Rogers diz que uma das causas da morte do cantor foi a falta de equipamentos médicos apropriados para reanimação no quarto do cantor
    - Ele diz que o único diagnóstico aparente do paciente era insônia
    - "Nós não sabemos o que Dr.Murray fez no banheiro, então temos que ser racionais. Não parece que Michael Jackson, acabado de acordar, conseguiu se automedicar em 2 minutos. Para mim isso não parece muito sensato", diz o legista
    - Fim do interrogatório da defesa. Promotoria assume
    - Promotor Walgren pergunta se a defesa fez as maiorias das perguntas sobre farmacologia, no qual Dr.Rogers não é especialista. Ele diz que sim
    - Defesa discute novamente sobre dosagens de lorazepam e propfol dado por Dr. Murray a Michael Jackson
    - Fim do interrogatório da defesa. Promotoria assume as perguntas
    - Promotoria pergunta por que Dr. Rogers procurou outros médicos para analisar os testes da autópsia de Michael Jackson. "Porque eu não sou especialista em anestesia e havia níveis de anestésico dado a pacientes em operações", disse o legista
    - 20h05 Julgamento entre em recesso até às 8h45 (horário de LosAngeles) de quarta-feira (12). No Brasil, o caso será retomado às 12h45 horário de Brasília
    11º DIA DE JULGAMENTO - (12/10/2011)


    @MJNABrasil

    - A testemunha chamada é Dr. Alon Steinberg, Cardiologista.
    - Steinberg diz que não é um especialista em medicina do sono ou vícios, ele é apenas um cardiologista
    - Dr. Steinberg confirma que Conrad Murray não era um cardiologista certificado em junho de 2009
    - Dr. Steinberg conduziu uma análise de peritos através do Conselho Médico da Califórnia a respeito da morte de Michael Jackson.
    - Murray foi classificado como causando um desvio extremo, que é o mais servero das 3 categorias ao analisar uma reclamação sobre um médico.
    - Cardiologistas devem ser treinados para realizar sedação moderada, eles não executam a sedação profunda.Para sedação profunda, eles pedem um anestesista.
    - Dr. Steinberg diz que a maioria dos cardiologistas pede anestesistas para administrar propofol para sedação antes da cirurgia
    - Dr. Steinberg optou por apenas basear sua revisão crítica sobre as próprias palavras do Dr. Murray da entrevista á polícia.
    - Steinberg encontrou 6 eexmplo de desvio extremo do padrão de atendimento,o que equivale a negligência grave,c/ base no depoimento de Murray.
    - O primeiro desvio extremo do padrão de cuidado é o uso de Propofol para um problema de sono.
    - Segundo desvio padrão de cuidado: Dar propofol em casa, sem o equipamento apropriado.
    - Steinberg diz que Propofol pode parar sua respiração e causar pneumonia. O uso de propofol para tratar a insônia é negligência grosseira.
    - Oxímetro de pulso do Dr. Murray não tinha um alarme.
    - Dr. Steinberg:Padrão de atendimento para dar Propofol exige um oxímetro de pulso c/ alarme, aparelho de pressão automático, monitor de ECG
    - Terceiro desvio extremo: Falta de equipamento médico adequado no local.
    - Quarto desvio extremo: Preparação inadequada para complicações de emergência.Cuidado impróprio durante a 'parada' - parada quer dizer quando algo para, no caso de Michael - sua respiração.
    - Steinberg confirma que Michael não teve uma parada cardíaca, mas uma parada respiratória
    - Murray devia ter ligodo para o 911 em primeiro lugar.
    - Steinberg: "Você não pode fazer CPR, com parada respiratória"
    - Quinto desvio extremo: Incapacidade de pedir ajuda de emergência. Steinberg: quando alguém está chamae o 911 para ajudar - atraso significativo - ao invés disso ele chamou o assistente de MJ
    - Steinberg: "Os paramédicos estavam apenas 4 minutos de distância."
    - Steinberg: Durante esse atraso de 20 minutos - Murray poderia ter obtido assistência médica em apenas quatro minutos
    - Para cada 1 minuto que você demora. Há cada vez menos chance de o paciente sobreviver. Os atrasos podem causar danos cerebrais.
    - Sexto desvio estremo: Falta de manutenção adequada registros médicos.
    - Dr.Steinberg: o comportamento de Murray era estranho. "Como um profissional médico, ele deveria saber como se comportar em caso de emergência"
    - Murray não anotar a última vez que MJ comeu antes de realizar a sedação, não escreveu qualquer consentimento informado explicando os benefício
    - Dr. Steinberg diz que, se esses desvios não acontecessem MJ estaria vivo hoje.
    - A violação do padrão de atendimento contribuíu para a morte de Michael.
    - Steinberg: quando você monitorar um paciente que você nunca deixou. Você os trata como um bebê. Você não sai de seu lado.

    - A corte entrou em recesso por 20 minutos.

    - A corte retorna do recesso. Flanagan assume os questionamentos.

    - Steinberg é certificado para "sedação consciente". Ele não sabe se Murray é.
    - Flanagan: Você formou opinião sobre o que aconteceu 25 de junho com base no que Murray disse a polícia. Dr. Steinberg: Eu achava que era completa.
    - Steinberg: O padrão de tratamento é que deve ser escrito um consentimento e assinado. "Eu nunca ouvi falar de consentimento oral"
    - Flanagan: Você sabe se MJ foi informado ou não? ES: Não
    - Steinberg diz que se MJ estavesse ciente do risco e benefício não teria concordado com o uso do Propofol.
    - Flanagan: Você já leu os registros médicos do Dr. Klein de Michael Jackson? Steinberg: Não.
    - Steinberg: Eu não conheço um único cardiologista que usa propofol
    - Steinberg concorda com a defesa, quegastroenterologista, dentista, médico pulmonar usa propofol.
    - Steinberg diz que nunca usou propofol para "sedação consciente".
    Conrad Murray é o culpado pela morte de Michael Jackson diz especialista

    Um cardiologista colaborador do Medical Board of California, o organismo que regula a prática da medicina na Califórnia, afirmou nesta quarta-feira que o médico Conrad Murray foi o responsável pela morte de Michael Jackson por cometer sérias negligências.



    O médico Alon Steinberg protagonizou a sessão na Corte Superior do condado de Los Angeles onde Murray enfrenta acusação de homicídio culposo (sem intenção de matar) pela morte do rei do pop e pelo que pode ser condenado a quatro anos de prisão.

    Michael Jackson morreu em 25 de junho de 2009 vítima de uma overdose de remédios, especialmente pelos efeitos do anestésico hospitalar propofol que Murray dava ao cantor para combater a insônia.

    Steinberg, quem tentou criar empatia com o júri, defendeu com veemência sua tese de que o médico particular de Michael foi o responsável pelo o que ocorreu com o artista, uma conclusão à qual chegou após estudar as justificadas do acusado durante a investigação.

    “Se Conrad Murray não tivesse desviado os padrões médicos de seis maneiras diferentes Michael Jackson estaria vivo”, garantiu Steinberg, para quem o primeiro erro cometido por Murray foi administrar propofol ao cantor.

    “Nunca ouvi falar de nenhum médico que usasse propofol para tratar insônia, isso é uma grave negligência” apontou Steinberg, quem culpou Murray também de não ter o equipamento necessário para controlar o estado do paciente nem para atendê-lo corretamente em caso de complicações.

    A testemunha recriminou o médico por se ausentar do quarto e deixar o paciente sedado sozinho, o que considerou o mesmo que abandonar sem vigilância um bebê dormido.

    Steinberg considerou que Murray se equivocou ainda na hora de atender o cantor quando se deu conta de que algo não estava bem.

    “Ele não seguiu os protocolos. É estranho que um médico não ligar para o 911 (telefone de emergência nos Estados Unidos). É um conhecimento básico. Ao invés disso chamou o assistente de Michael”, disse e acrescentou que Murray também não soube fazer de forma correta a reanimação do artista.

    O depoimento de Steinberg, muito duro com o acusado, aconteceu no mesmo dia em que os advogados de Murray se retrataram da teoria de que Michael Jackson poderia ter morrido ao beber propofol quando o médico estava ausente, como especularam durante o processo.

    A retratação aconteceu depois que um relatório independente encomendado pela defesa concluísse que a ingestão do anestésico não teria provocado efeito letal, apesar dos advogados cogitarem que Michael se injetou propofol devido ao fato de ser viciado em remédios.

    A Promotoria considera que Murray administrou a Michael Jackson a dose de medicamento que o matou e posteriormente tentou esconder as evidências do ocorrido.

    TERRA

    http://brasil.mjjund...z-especialista/




    Especialista em doenças do sono diz que uso de Propofol em MJ foi ‘inconcebível’
    Os cuidados do Dr. Conrad Murray para com Michael Jackson que antecederam a sua morte foi tão inadequado que violava o juramento de Hipócrates e ética fundamentais que todos os médicos juram, disse aos jurados um revisor para o Conselho Médico da Califórnia.

    Nader Kamangar, médico especializado em cuidados intensivos pulmonares e medicina do sono, disse durante o julgamento de Murray que a administração do anestésico propofol fora de um ambiente hospitalar era “inconcebível”.

    Kamangar concluiu em um relatório para a junta médica que a conduta de Murray envolveu vários desvios extremos do padrão adequado de atendimento.

    É imperativo para o médico observar o paciente em todos os momentos, isso é apenas o básico da medicina”, disse Kamangar, professor associado e um médico da UCLA. “Neste caso, ficou claro que havia um período de tempo quando o Sr. Jackson era basicamente deixado sozinho e não estava sendo monitorado. E em alguém que está recebendo sedação não é realmente aceitável.”

    Kamangar ecoou as opiniões do cardiologista que testemunhou no início do dia, que o atraso de Murray em chamar o 911 e fazer CPR ineficazes foram violações flagrantes que prejudicaram seu paciente.

    O médico criticou a demora de Murray em ligar para o serviço de emergência, dizendo que foi uma “falta de cuidado irracional”. Ele disse que o cérebro começa a morrer se não recebe oxigenação necessária depois de quatro ou cinco minutos. Ao esconder informações dos médicos do pronto-socorro, Kamangar disse que Murray violou a primeira norma da medicina : colocar a vida do paciente em primeiro lugar. Ele considera antiético o fato de o médico de Michael Jackson ignorar as evidências de que o cantor estava viciado no medicamento.

    Ele também disse que a primeira coisa que o médico deveria ter feito não era compressões – uma vez que Jackson ainda tinha pulso -, mas tentando ajudar na respiração de Jackson.

    “Quando um paciente se encontra fora do hospital em parada cardiorrespiratória … a primeira regra de ouro no suporte básico de vida é para pedir ajuda “, disse ele.

    Kamangar disse que a CPR que Murray realizou – em uma superfície macia com uma mão – poderia ter sido um “desserviço” ao seu paciente.

    O médico declarou ainda que problemas de insônia são muito comuns nas unidades de terapia intensiva e que usa Propofol como forma de tratamento diariamente, mas com muita cautela, já que esse sedativo pode ser muito imprevisível, especialmente quando usado com outros sedativos.

    Kamangar disse que os pacientes que estão usando Propofol precisam ser monitorados de perto porque seu estado de saúde pode mudar a qualquer momento. Ele considera que o tratamento escolhido por Conrad Murray no caso de Michael Jackson foi uma “negligência grosseira”.

    Além disso, Kamangar afirmou que é necessária uma bomba automática para administrar Propofol em pacientes, porque a medicação é muito forte, fato que não aconteceu no caso de Michael Jackson. Ele também declarou que Murray jamais deveria ter dado qualquer tipo de sedativo ao cantor porque ele estava desidratado, o que indica que sua pressão sanguínea já estava baixa.

    http://brasil.mjjund...i-inconcebivel/
    12º DIA DE JULGAMENTO - (13/10/2011)



    @MJNABrasil

    - O Dr. Nader Kamangar, especialista em medicina do sono, deve continuar no banco de testemunhas e depois o Dr. Steven Shafer, especialista em Propofol deve ser chamdo.
    - Katherine, Tito e Randy Jackson no tribunal hoje.
    - Defesa perguntou sobre um paciente se recusar a terapia do médico. Dr. Nader diz que um paciente tem o direito de recusar um tratamento.
    - Dr. Nader: Se o paciente insiste em ser dado outro tratamento, o médico deve recusar e tentar compreender as razões do paciente.
    - Dr. Nader: "Se um tratamento é errado, mesmo se o paciente for insistente, eu me recuso a dar assistência"
    - Dr. Nader: Tento ter a compreensão do que o paciente está pedindo e tentar chegar à raiz do mesmo. É responsabilidade do médico.
    - MJ recebeu sedativos muito potentes sem monitoramento apropriado - este cocktail é uma receita para o desastre. - Dr. Nader
    - Dr. Nader diz que o Dr. Murray não registrou sinais vitais de Michael Jackson antes, durante e após a sedação.
    - Médicos não podem se lembrar de tudo. É importante documentar tudo. Murray não registrou uma única coisa. - Dr. Nader
    - Dr. Nader: É padrão de cuidado escrever tudo. É uma violação flagrante não escrever nada em caso de sedação.
    - Dr. Nader: combinação de intoxicação por Propofol e Lorazapam matou MJ .. mas as circunstâncias levaram a morte de MJ.
    - Dr. Nader:O efeito aditivo de Ativan e Propofol pode ter um efeito profundo. Pode ir rapidamente de sedação leve a profunda
    - Flanagan agora está perguntando ao Dr. Nader sobre Demerol, Midazolam e o Dr. Klein.
    - Flanagan MJ tinha problemas com a insônia?Dr. Nader: sim, claramente tinha.
    - Dr. Nader diz que não pode fazer diagnóstico de transtorno de dormir de MJ, porque não tem bastante pesquisa e documentação feita sobre os sintomas de MJ.
    - Artigo sugerindo o uso de Propofol para tratar a insônia está sendo discutido.Kamangar descreve o protocolo do estudo de 2010: voluntários em jejum antes de ser sedados,uma bomba de infusão foi usada e eles foram altamente monitorados.Houve bons resultados, mas "isso foi uma experiência." Dr. Nader
    - Dr Nader disse que os autores do estudo afirmaram que eram estágios muito preliminares e experimentais.O médico que realizou o estudo disse que mais estudos eram necessários. - Dr. Nader
    - Dr. Nader confirma que é "incompreensível e não-aceitável" dar propofol para a insônia na prática padrão.
    - Propofol para sedação - 5mg por kg por min. Para intubação eles usam 1.5mg por 2/kg
    - "Desidratação, pressão arterial baixa e outros sedativos dados anteriormente podem ser fatores que causam complicações, mesmo com 25 mg de propofol. - Dr. Nader
    - Forma oral de Lorazepam pode ser usado para o tratamento de insônia, mas não foi aprovado pela FDA para tal uso, diz Dr. Nader
    - Grande dependência pode ocorrer quando Lorazepam é utilizado para a ansiedade em forma oral. O uso de IV é inadequado.
    - Um médico deve estar ciente de suas limitações. Deve chamar um especialista p/ tratar um paciente se a ansiedade ou insônia acontece. - Dr. Nader
    - Dr. Nader admite que o Demerol pode causar insônia.
    - Nenhuma conclusão pode ser feita se MJ teve problemas Demerol com base nos registros do Dr. Klein para Michael, Dr. Nader diz.
    - Dr. Nader: Não tenho certeza sobre a insônia a Michael - provavelmente resultado da ansiedade.
    - Dr.Nader diz que um médico deve investigar todas as possíveis causas,para tentar obter informações do paciente,mas também de outros médicos.
    - Dr. Nader : Um exame físico é feito. Problemas urinários, frequentemente podem interromper o sono.A chave é perguntar sobre a histórico para se certificar de que eles não têm.
    - Dr. Murray deveria ter sido capaz de determinar sobre as injeções semanais de demerol a MJ, conversando com os outros.

    - A corte entra em recesso por 20 minutos.

    (Terra)

    - "Lorapazem é usado para tratar secundários sintomas de insônia", explica Dr. Kamangar
    - Dr. Kamangar diz que usaria propofol para sedeção em uma ambiente monitorado apenas
    - "Em uma situação onde não tinha equipamentos necessários, a primeira ação de Dr. Murray seria ter chamado ajuda", diz Dr. Kamangar
    - Advogado de defesa questiona que Dr. Murray tinha treinamento para ajudar Michael Jackson com os primeiros socorros. "A primeira ação é ligar o resgate imediatamente", rebate Dr. Kamangar
    - Defesa questiona quanto tempo Dr. Kamangar ficaria no telefone para chamar o resgate. "Todos que já ligaram para o resgate sabe que´tudo isso acontece em poucos segundos", explica Dr. Kamangar
    - Defesa encerra interrogatóriò. Promotor Walgren assume a palavra
    - Dr. Kamangar diz que o médico tem obrigação de dizer 'não' quando o paciente exige um tratamento incorreto
    - Fim do interrogatório da promotoria. Defesa volta a interrogar Dr. Kamangar
    - Dr. Kamangar insiste que a primeira ação em caso de uma pessoa desacordada é ligar para o resgate

    - Steven Shafer, especialista em propofol será questionado no julgamento de Dr. Conrad Murray
    - Ele é editor das revistas de anestesia do Reino Unido e Japão
    - A promotoria mostra a bula que vem com todo frasco de Propofol. As explicações da bula foram feitas por Dr. Shafer em 1996
    - Ele explica que mesmo medicando o paciente com o anestésico por 10 dias, Propofol é expelido pelo corpo rapidamente, podendo o paciente acordar rapidamente
    - Dr. Shafer explica que ao aplicar o medicamento no paciente, a droga é diluída pelo sangue do paciente, sendo metobolizada no fígado
    - Promotor Walgren leu um documento, de acordo com a defesa, sobre as impressões digitais encontradas nos frascos de remédio de Michael Jackson. Eles concordam que não havia impressões do cantor nos remédios

    - 16h11 Juiz Michael Pastor encerra o julgamento por hoje, devido à horários de depoimentos das testemunhas. O caso volta na próxima segunda-feira (17)

    Créditos Equipe Fórum Number Ones.

      Data/hora atual: Dom Set 24, 2017 5:11 pm